Um estudo sobre o "Descanso de Deus na Criação" (Gn 2:2-3). Você ficará maravilhado ao descobrir que o sábado semanal [1] que Deus deu aos filhos de Israel (Ex 20:8) era na verdade uma representação de toda a mensagem evangélica (Lv 23, Cl 2:16-17). A mensagem bíblica da salvação pela graça, não por obras (Ef 2:8), "pois todo aquele que entra no descanso de Deus, também descansa das suas obras, como Deus descansou das suas." Hebreus 4:10.
MINISTÉRIO PALAVRA E LOUVOR - HÉLIO JÚNIOR & JANNA
Três fatos cruciais para entender a existência dos fósseis
1º: Fósseis mostram rápido e catastrófico soterramento
Superfícies inclinadas abaixo e seqüência de espessas camadas de extrato acima fornecem evidência de rápida inundação e erosão pós-inundação. Os fósseis fornecem evidência universal de rápido soterramento e até mesmo de morte agonizante.
Rápido soterramento é imprescindível para sepultar organismos como o primeiro passo no processo de fossilização. Os abundantes fósseis de invertebrados marinhos encontrados por todos os extratos de terra demonstram uma extraordinária condição de soterramento.
Polistratos de troncos fósseis (troncos de árvores em posição vertical atravessando várias camadas sedimentares) são comuns em camadas fósseis e é clara evidência de rápido soterramento.
Fósseis de vertebrados mostram rigidez cadavérica e sua posição é indicativa de sufocamento – asfixia repentina do animal.
2º: Fósseis são encontrados em todas as camadas
A Terra é coberta de camadas de rocha sedimentar, muitas contendo fósseis microscópicos tais como plâncton, pólen e esporos.
A totalidade de registros fósseis consiste principalmente de invertebrados marinhos (animais sem espinha dorsal), incluindo moluscos, águas-vivas e corais. O que é surpreendente é que este oceano de criaturas são encontrados principalmente nos continentes e raramente em profundas bacias oceânicas. Mais conchas são encontradas em picos de montanhas do que sobre o leito do oceano.
Das camadas mais profundas até as camadas mais altas a maior parte dos fósseis são de criaturas marinhas. Os níveis superiores apresentam um crescente número de vertebrados, tais como peixes e anfíbios, répteis e mamíferos, mas os fósseis encontrados nas camadas mais profundas são igualmente tão complexas como qualquer animal de hoje.
Todos os tipos de fósseis aparecem repentinamente, plenamente formados e plenamente funcionais, sem ancestrais menos complexos nas camadas abaixo deles.
O registro fóssil é forte evidência de súbito surgimento de vida pela criação, seguido de rápido soterramento durante uma enchente global.
3º: Fósseis mostram formas estáticas e não formas transicionais
O registro fóssil reflete a diversidade de vida original, não uma evolução de aumento de complexidade. Há muitos exemplos de “fósseis vivos”, onde as espécies que estão vivas hoje são encontradas igualmente em registros fósseis.
De acordo com o modelo evolucionista para explicar a existência de registros fósseis, existem três prognósticos:
- Mudança em larga escala de organismos através do tempo
- Organismos primitivos deram origem a organismos complexos
- Derivação gradual de novos organismos produziram forma transicionais.
Porém, estes prognósticos não são confirmados pelos dados do registro fóssil.
O trilobite, uma espécie de crustáceo, por exemplo, aparece repentinamente no registro fóssil sem qualquer forma transicional. Não há fósseis entre organismos simples como seres unicelulares, tais como bactérias e complexos invertebrados, como o trilobite.
Os extintos trilobites tinham uma complexidade organizacional como qualquer invertebrado dos dias atuais. Em adição aos trilobites, bilhões de outros fósseis encontrados subitamente apareceram plenamente formados, como mariscos, caracóis, esponjas e medusas. Mais de 300 tipos diferentes de estruturas foram encontradas sem qualquer fóssil transicional entre eles e organismos unicelulares.
Peixes não tem ancestrais ou formas transicionais para mostrar como invertebrados, com esqueleto exterior tornaram-se vertebrados com esqueleto interior.
Fósseis de uma grande variedade de insetos voadores e terrestres aparecem sem qualquer forma transicional. Por exemplo, a libélula, aparece repentinamente no registro fóssil. O altamente complexo sistema que capacita as habilidades aerodinâmicas da libélula não apresenta nenhum ancestral no registro fóssil.
Em todo o registro fóssil, não há uma simples forma transicional inequívoca provando uma casual relação entre duas espécies quaisquer. Dos bilhões de fósseis que se tem descoberto, deveria haver milhões de claros exemplos, se eles existissem.
A falta de transições entre espécies no registro fóssil é o que seria esperado se a vida foi criada.
Traduzido por Edimilson de Deus Teixeira
Fonte: Institute for Creation Research - ICR
Isaías 53.4,5 indica que a cura física durante o espaço de tempo da vida mortal é garantida através da expiação, como alegam os ensinadores da seita Palavra da Fé?
A MÁ INTERPRETAÇÃO: Isaías 53.4,5 afirma: "Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados." Os ensinadores da seita Palavra da Fé crêem que essa passagem significa que a cura Física durante o espaço de tempo da vida mortal é garantida através da expiação. Daí, um verdadeiro crente nunca deveria ficar doente. É responsabilidade do crente tomar posse da cura que está garantida e que foi disponibilizada na expiação. Se ao crente falta a fé, ou se estiver em pecado, então essa cura que está disponível é impedida (Hagin, Word of faith, agosto de 1977, pág.9).
CORRIGINDO A MÁ INTERPRETAÇÃO: Enquanto a cura física suprema está incluída na expiação (a cura que experimentaremos em nossos corpos ressurretos), a cura de nossos corpos enquanto no estado mortal (que antecede a nossa morte e ressurreição) não é garantida na expiação. Além disso, é importante notar que o termo hebraico empregado para "sarar" (napha) pode se referir não apenas à cura física mas também à cura espiritual. O contexto de Isaías 53.4 indica que a cura espiritual está em foco. O verso 5 nos diz claramente: "Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados" (v. 5 — as ênfases foram adicionadas). Devido ao fato de "transgressões" e "iniqüidades" darem forma ao contexto, a cura espiritual da miséria do pecado está em foco.
Uma quantidade numerosa de versos nas Escrituras comprova a visão de que a cura física, durante o espaço de tempo da vida mortal não é garantida através da expiação, e que nem sempre a vontade de Deus é curar. O apóstolo Paulo não pôde curar o problema estomacal de Timóteo (1 Tm 5.23), e também não pôde curar Trófimo em Mileto (2Tm 4.20),ou Epafrodito (Fp 2.25-27). Paulo falou a respeito de uma "fraqueza da carne" que ele teve (Gl 4.13-15). Ele também sofreu "um espinho na carne" o qual Deus permitiu que ele retivesse (2 Co 12.7-9). Deus certamente permitiu que Jó passasse por um período de sofrimento físico (Jó 1,2). Em nenhum desses casos foi declarado que a enfermidade fora causada por pecado ou falta de fé. Nem Paulo ou qualquer das outras pessoas mencionadas agiu como se pensassem que a sua cura estivesse garantida pela expiação. Eles aceitaram a sua situação e confiaram na graça de Deus para obter sustento. Digno de nota é o fato de que Jesus, em duas ocasiões, disse que as enfermidades seriam para a glória de Deus (Jo 9.3; 11.4).
Outras passagens das Escrituras revelam que os nossos corpos físicos estão continuamente submetidos à fadiga e a várias indisposições. Diz-se que o corpo que cada um de nós atualmente possui é perecível e fraco (1 Co 15.42-44). Paulo disse: "Ainda que o nosso homem exterior se corrompa" (2 Co 4.16). A morte e as enfermidades serão parte da condição humana, até o tempo em que recebamos os corpos da ressurreição, que são imunes a tais fraquezas (1 Co 15.51-55).Veja neste livro os comentários sobre Filipenses 2.25.
N.T.: Ler Mateus 8.16,17 para enriquecimento de conhecimentos e discussões a respeito do tema.
Resposta as Seitas -
Norman G. Geisler e Ron Rhodes -
CPAD - Casa Publicadora das Assembleias de Deus
Isaías 40.12 indica que Deus é um ser de proporções humanas, como sugerem alguns ensinadores da seita Palavra da Fé?
A MÁ INTERPRETAÇÃO: Isaías 40.12 diz: "Quem mediu com o seu punho as águas, e tomou a medida dos céus aos palmos, e recolheu em uma medida o pó da terra, e pesou os montes e os outeiros em balanças?" Os ensinadores da seita Palavra da Fé dizem que uma vez que Deus mediu as águas "com o seu punho", Ele deve ter proporções humanas. Deus é alguém "muito parecido com você e comigo... um ser que deve ter cerca de dois metros de altura, alguém cujo peso deve estar na casa de centenas de quilos, um pouco melhor, [e] possui um palmo [de mão] de cerca de 22,8 centímetros" (Copeland, Espírito, alma e corpo I, 1985, fita de áudio).
CORRIGINDO A MÁ INTERPRETAÇÃO: Esse verso não indica que Deus é um ser de proporções humanas. As Escrituras são claras ao dizer que Deus é espírito (Jo 4.24), e um espírito não tem carne e ossos (Lc 24.39). Uma vez que Deus não possui nem carne e nem ossos, Ele não possui literalmente uma mão ou um palmo. Deus não é um homem (Os 11.9) e não possui uma forma passível de ser vista pelo povo (Dt 4.12;Jo 1.18; Cl 1.15). "O palmo" de Deus é simplesmente uma linguagem antropomórfica — isto é, uma linguagem que, de modo figurado, descreve Deus em termos semelhantes aos humanos. As Escrituras freqüentemente utilizam tais linguagens metafóricas para nos auxiliar a melhor compreender a Deus.
Resposta as Seitas -
Norman G. Geisler e Ron Rhodes -
CPAD - Casa Publicadora das Assembleias de Deus
A profecia de Isaías 29:1-4 fala a respeito do Livro de Mórmon?
A MÁ INTERPRETAÇÃO: Os mórmons acreditam que essa passagem está falando sobre a descoberta do Livro de Mórmon sob o solo americano. Argumentam que a passagem se refere aos chamados nefitas, dos quais se alega que vieram habitar na América do Norte. A frase "de debaixo da terra" seria supostamente uma referência ao Livro de Mórmon, que teria sido traduzido a partir de placas de ouro extraídas do solo (Talmage, 1982, 278).
CORRIGINDO A MÁ INTERPRETAÇÃO: Essa passagem não lida com os chamados "nefitas", mas com o julgamento de Deus contra os israelitas rebeldes. Jerusalém é chamada de "Ariel" (confira Is 29.1,2; 2 Sm 5.6-9), que literalmente significa "coração de Deus". O juízo de Deus sobre Jerusalém seria tão horrível que o sangue derramado e as chamas fariam com que a cidade se assemelhasse a um altar no qual os sacrifícios estariam sendo consumidos. Esse julgamento teve o seu cumprimento durante o cerco de Senaqueribe à cidade em 701 a.C. Em seguida a esse cerco sangrento, Jerusalém se encon-trou prostrada ao solo, enterrada sob as gigantescas ondas do poderio assírio. Em lugar da orgulhosa ostentação que os habitantes da cidade haviam previamente expressado, eles agora cochichavam ou sussurravam do solo. A excelente cidade havia sido humilhada. No contexto, o verso não tem nada a ver com o Livro de Mórmon saindo da terra em solo americano.
Resposta as Seitas -
Norman G. Geisler e Ron Rhodes -
CPAD - Casa Publicadora das Assembleias de Deus
Mateus 24 - M. Persona
Muita confusão tem havido em torno da profecia, por não se discernir o lugar distinto que Israel e a Igreja ocupam nas Escrituras e nos propósitos de Deus. Temos recebido muitas cartas de leitores com dúvidas acerca do significado do capítulo 24 de Mateus e de outras passagens que falam da tribulação. De um modo geral, este capítulo trata do futuro, do tempo da tribulação e vinda de Cristo para Israel. A Igreja, que é formada por todos os salvos, será arrebatada antes da tribulação (Ap 3:10).
Mateus 24 trata do remanescente judeu que testemunhará durante a tribulação e dos eventos que ocorrerão no mundo naquela época. Ao contrário do que muitos pensam, o termo "levado" que aparece nos versículos 40 e 41 nada tem a ver com o arrebatamento. Muitos tentam aplicar estes versículos ao arrebatamento da Igreja, mas isso é tirá-los de seu contexto. O contexto é o assunto ao qual o Senhor vem Se referindo nos versículos anteriores, ou seja, o dilúvio (v.39) que "levou a todos"; um ato judicial - a morte - ceifando vidas. Da mesma forma, quando Cristo vier para reinar (no final da grande tribulação), a morte passará ceifando a muitos; "levando" a muitos. Os vivos entrarão no milênio, mas não serão cristãos como os conhecemos hoje; serão judeus (ou gentios) que se converterão durante a tribulação e que nunca escutaram o evangelho antes (ou não tinham idade para compreendê-lo).
A palavra "evangelho" que aparece no capítulo é também freqüentemente mal aplicada. Mateus 24.14 fala do "evangelho do reino" e não do "evangelho da graça de Deus" (At 20:24). Há muitos que pensam que é necessário que o evangelho da graça seja pregado por todo o mundo para que Cristo volte para buscar Sua Igreja. Mas não é o que diz a passagem; ali está falando do "evangelho do reino". Cristo virá buscar Sua Igreja depois que se converter o último eleito antes da fundação do mundo para fazer parte dela. Então Ele virá buscar os que são Seus: os santos celestiais. Aí cessa a pregação do evangelho da graça, que é pregado enquanto a Igreja encontra-se na Terra. "Crê no Senhor Jesus e serás salvo" é o evangelho da graça que hoje pregamos. "Arrependei-vos que o reino está próximo" é o evangelho do reino, que foi pregado por João Batista e que será pregado por um remanescente fiel que se converterá após o arrebatamento, sendo por isso perseguido ferozmente.
Outra idéia errônea, de que alguns crentes menos espirituais ou menos maduros serão deixados para a tribulação, é completamente falsa e cai por terra com apenas uma passagem: "Por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade" (1 Ts 2:11-12). Aqueles que ouviram o evangelho e não creram, não terão uma segunda chance. O próprio Deus fará com que creiam na mentira do diabo. Todos os que fazem parte da Igreja têm o Espírito Santo, e, juntamente com o Espírito, serão tirados da Terra quando Cristo vier. Toda a Igreja será arrebatada; Cristo não deixará um "pedaço" da noiva aqui. Hoje, se alguém não tem o Espírito de Cristo, não é dEle; nunca creu e não está salvo.
Alguns tentam usar Apocalipse 12 para dizer que a Igreja passará pela tribulação, mas aquele capítulo não fala da Igreja. Esta só aparece até o final do capítulo 3 de Apocalipse, para então só voltar a aparecer no final do livro, nas bodas do Cordeiro. Nesse meio tempo Deus estará tratando com Israel. A "mulher" é Israel e o "varão" é Cristo, Aquele que há de reger com vara de ferro e que foi arrebatado para Deus, para o Seu trono (Ap 12:5).
M. Persona
Mateus 24 trata do remanescente judeu que testemunhará durante a tribulação e dos eventos que ocorrerão no mundo naquela época. Ao contrário do que muitos pensam, o termo "levado" que aparece nos versículos 40 e 41 nada tem a ver com o arrebatamento. Muitos tentam aplicar estes versículos ao arrebatamento da Igreja, mas isso é tirá-los de seu contexto. O contexto é o assunto ao qual o Senhor vem Se referindo nos versículos anteriores, ou seja, o dilúvio (v.39) que "levou a todos"; um ato judicial - a morte - ceifando vidas. Da mesma forma, quando Cristo vier para reinar (no final da grande tribulação), a morte passará ceifando a muitos; "levando" a muitos. Os vivos entrarão no milênio, mas não serão cristãos como os conhecemos hoje; serão judeus (ou gentios) que se converterão durante a tribulação e que nunca escutaram o evangelho antes (ou não tinham idade para compreendê-lo).
A palavra "evangelho" que aparece no capítulo é também freqüentemente mal aplicada. Mateus 24.14 fala do "evangelho do reino" e não do "evangelho da graça de Deus" (At 20:24). Há muitos que pensam que é necessário que o evangelho da graça seja pregado por todo o mundo para que Cristo volte para buscar Sua Igreja. Mas não é o que diz a passagem; ali está falando do "evangelho do reino". Cristo virá buscar Sua Igreja depois que se converter o último eleito antes da fundação do mundo para fazer parte dela. Então Ele virá buscar os que são Seus: os santos celestiais. Aí cessa a pregação do evangelho da graça, que é pregado enquanto a Igreja encontra-se na Terra. "Crê no Senhor Jesus e serás salvo" é o evangelho da graça que hoje pregamos. "Arrependei-vos que o reino está próximo" é o evangelho do reino, que foi pregado por João Batista e que será pregado por um remanescente fiel que se converterá após o arrebatamento, sendo por isso perseguido ferozmente.
Outra idéia errônea, de que alguns crentes menos espirituais ou menos maduros serão deixados para a tribulação, é completamente falsa e cai por terra com apenas uma passagem: "Por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade" (1 Ts 2:11-12). Aqueles que ouviram o evangelho e não creram, não terão uma segunda chance. O próprio Deus fará com que creiam na mentira do diabo. Todos os que fazem parte da Igreja têm o Espírito Santo, e, juntamente com o Espírito, serão tirados da Terra quando Cristo vier. Toda a Igreja será arrebatada; Cristo não deixará um "pedaço" da noiva aqui. Hoje, se alguém não tem o Espírito de Cristo, não é dEle; nunca creu e não está salvo.
Alguns tentam usar Apocalipse 12 para dizer que a Igreja passará pela tribulação, mas aquele capítulo não fala da Igreja. Esta só aparece até o final do capítulo 3 de Apocalipse, para então só voltar a aparecer no final do livro, nas bodas do Cordeiro. Nesse meio tempo Deus estará tratando com Israel. A "mulher" é Israel e o "varão" é Cristo, Aquele que há de reger com vara de ferro e que foi arrebatado para Deus, para o Seu trono (Ap 12:5).
M. Persona
Quando Será o Fim do Mundo?
Volta e meia nós ouvimos alguém gritar: O fim do mundo chegou! Na verdade, basta um cataclisma acontecer ou uma tragédia vir sobre parte da humanidade que muitos começam a advogar de que o mundo está prestes a acabar.
Foi assim com os Testemunhas de Jeová que anunciaram o fim do mundo para 1914; ou como os ”Borboletas Azuis“ de Campina Grande, na Paraíba que previram um dilúvio que marcaria o fim do mundo para 13 de maio de 1980; ou ainda como ocorreu no Japão onde um grupo responsável por um atentado no metrô de Tóquio previa o fim do planeta para 15 de abril de 1995.
A preocupação com fim o do mundo é coisa antiga. No reveillon de 999 muitos europeus aguardavam o apocalipse. A crença no fim do mundo no ano 1000 vinha de uma interpretação literal de um dos textos bíblicos, o Apocalipse de João. Ali se lê que ‘depois de se consumirem mil anos, Satanás seria solto da prisão“ para ”seduzir as nações do mundo". Ora, bastou na época o surgimento de um eclipse, de um incêndio inexplicável, de pragas agrícolas, do nascimento de um bebê monstruoso, da passagem de um cometa no céu, do relato da aparição de uma baleia do tamanho de uma ilha na costa francesa, da grande epidemia de 997, para que se interpretasse a proximidade do fim do mundo.
Há pouco a indústria cinemátográfica lançou no cenário mundial o filme 2012. A película baseia-se na crença Maia de que o mundo iria acabar em 2012. A teoria "maiana" revela que o fim da terra começa com o alinhamento planetário e uma inversão dos pólos da terra após um grande tsunami. Após isto o caos se instala e o planeta terra começa a se tornar inabitável.
Pois é, a Bíblia nos ensina a ficarmos de olho nos sinais que antecedem a volta de Cristo, no entanto, existe uma enorme diferença entre observar o que acontece em nosso planeta e determinar o fim de todas as coisas.
Cristo nos chamou a pregar o Evangelho da Salvação Eterna e não nos tornarmos detetives miticulosos tentando descobrir o dia final do planeta.
Caro leitor, vamos combinar uma coisa? Tem gente que se transformou em caçadores dos códigos esquecidos ou escondidos na Bíblia que apontam o data do fim do mundo. Infelizmente já teve até gente marcando a data da volta de Cristo! Ora, pessoas que agem desta forma correm o sério risco de tornar-se participantes ou dissiminadores de heresias destruidores provinientes de seitas infernais.
Somente o Senhor Todo-poderoso sabe quando será o dia final. Cabe a nós, vivermos o Evangelho, multiplicarmos nossos talentos, pregarmos as Boas Novas da Salvação aguardando com santa expectativa a volta do Senhor.
Autor : Pr. Renato Vargens
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