O fato de que os mortos não se lembram de nada prova que não existe uma exis­tência consciente após a morte? Eclesiates 9.5


A MÁ INTERPRETAÇÃO: As Testemunhas de Jeová argumentam que "em profundo sono, não estamos cons­cientes de nada, o que está de acordo com a expressão hebraica em Eclesiastes 9.5". Interpretam a Bíblia di­zendo que "o ser humano não possui uma alma, mas que ele é uma alma". Daí "não existe uma existência consci­ente após a morte. Não existe felicidade, e não existe qualquer sofrimento. Todas as complicações ilógicas do 'depois desta vida' desaparecem" (Mankind's search for God, 1990,págs.l28,249).

CORRIGINDO A MÁ INTERPRETAÇÃO: Con­forme exposto acima, a Bíblia ensina que a alma sobre­vive à morte em um estado de compreensão consciente (veja 2 Co 5.8 e também os comentários referentes a 2 Rs 14.29). As passagens que dizem não haver conheci­mento ou recordação após a morte estão se referindo a não ter memória neste mundo, e não deste mundo. Salomão claramente especificou o seu comentário di­zendo que era "na sepultura" (Ec 9.10) que não haveria "nem ciência nem sabedoria alguma". Ele também afir­mou que os mortos não sabem o que está acontecendo "debaixo do sol" (9.6). Os mortos não sabem nada do que diz respeito ao que se passa no mundo, e nem de seus próprios sentidos físicos. Mas enquanto eles não sa­bem o que está se passando na terra, certamente conhe­cem o que está se passando no céu (veja Ap 6.9). Esses textos referem-se a seres humanos em relação à vida na terra. Eles não dizem nada a respeito da vida imediata­mente posterior a esta.

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Se existe vida após a morte, por que Salomão declara que o homem não tem vantagens sobre os animais? Eclesiastes 3.20,21

A MÁ INTERPRETAÇÃO: A passagem em Eclesiastes 3.20,21 insiste que "Todos vão para um lugar; todos são pó e todos ao pó tornarão". Daí "a vantagem dos ho­mens sobre os animais não é nenhuma, porque todos são vaidade" (v. 19). As Testemunhas de Jeová citam esse ver­so tentando provar que os seres humanos não sobrevi­vem conscientemente à morte. "Cada ser humano pos­sui um espírito que continua vivendo como uma perso­nalidade inteligente, depois que as funções do corpo ces­sam? Não" (Reasoning from the Scriptures, 1989, pág.383).

CORRIGINDO A MÁ INTERPRETAÇÃO: A Bí­blia ensina muito claramente que a alma sobrevive à morte (2 Co 5.8; Fp 1.23; Ap 6.9). A referência em Eclesiastes 3.20,21 está relacionada ao corpo humano, e não à alma. Tanto os seres humanos como os animais morrem e seus corpos retornam ao pó. Contudo, seres humanos são diferentes, pois "o fôlego dos filhos dos homens sobe para cima" (v. 21). De fato, Salomão fala da "eternidade" do coração humano (Ec 3.11) e de sua imortalidade quando declara que na mor­te "o homem se vai à sua eterna casa" (12.5). Ele tam­bém enfatizou que devemos temer a Deus porque have­rá um dia quando "te trará Deus a juízo" após esta vida (11.9). Então Eclesiastes não está negando a vida que existe após a morte; está advertindo a respeito da futili­dade de viver apenas para esta vida "debaixo do sol" (con­fira 1.3,13; 2.18). Veja também os comentários referen-les a Eclesiastes 3.19.

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O Sábado em Gênesis é um "Memorial da Criação"?


Como argumento para reivindicar que a guarda do Sábado continua vigente para os Cristãos da Nova Aliança, os Adventistas do Sétimo Dia ensinam que o Sábado do sétimo dia é um "memorial da criação" originado no Jardim do Éden. Afirmando assim que o Sábado é um mandamento dado na criação (como o casamento) para toda a Humanidade. Mas é isso o que a Bíblia diz?

Vejamos Gênesis 2:2-3:

"E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera." 

O que podemos encontrar nessa passagem?

  • A criação foi concluída em seis dias.

  • Deus descansou no sétimo dia.

  • Deus abençoou o sétimo dia.

  • Deus santificou o sétimo dia.

  • A razão pela qual Deus santificou o sétimo dia foi porque Ele descansou nele.

O que NÃO encontramos nessa passagem?

  • NÃO encontramos na passagem da criação sobre o sétimo dia a fórmula "e houve tarde e houve manhã, o sétimo dia", como ocorre nos outros seis dias da criação.

  • NÃO encontramos nenhuma menção da palavra "Sábado", no livro de Gênesis.

  • NÃO encontramos nenhum mandamento para a humanidade descansar no relato de Gênesis. (A Bíblia relata que a primeira vez que alguém foi ordenado a guardar o Sábado foi em Êxodo 16:23-30.) 

  • Nada é mencionado expressamente do homem em relação ao descanso do sétimo dia da criação.

Nota: Quando Moisés menciona o Sábado em Êxodo 20:11: "Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou." Moisés está ensinando aos judeus no Sinai PORQUE estavam guardando o Sábado, e não QUANDO o Sábado foi instituído.

O que o Santo Espírito de Deus nos revela sobre essa passagem?

  • O sétimo dia de "descanso" de Deus foi, provavelmente, caracterizado por seu prazer em suas novas criações e em comunhão aberta com Adão e Eva num ambiente livre do pecado, no perfeito Éden. 

  • As condições que caracterizaram o "descanso" de Deus provavelmente teriam continuado se não fosse pelo pecado do homem. 

  • O sétimo dia da Gen 2:2-3 pode ter sido um dia normal como eram os primeiros seis dias da criação, ou pode ter sido um período de tempo indefinido (o descanso de Deus continuaria por tempo indeterminado). Hebreus3-4

  • O relato de Gênesis não menciona um fim para o descanso de Deus no sétimo dia. É apresentado como um estado permanente pela omissão da frase "e houve tarde e houve manhã, o sétimo dia". O fato de que o relato de Gênesis é tão cuidadosamente construído indica que essa omissão não foi acidental.

  • Quando o homem pecou, ​​ele foi excluído do DESCANSO de Deus e Deus começou seu TRABALHO de resgate para restaurar o homem de volta para si mesmo.

O Trabalho de Deus para restaurar o Descanso original:

Num certo dia de Sábado onde Senhor Jesus debatia sobre a questão do Sábado com os fariseus, Ele disse:

"Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também." João 5:17

O que é este novo "TRABALHO" que Deus começou imediatamente depois de Adão e Eva pecaram? Em Gn 3:21 lemos que:

"O Senhor Deus FEZ roupas de pele e com elas vestiu Adão e sua mulher."

Este evento foi o início de um "TRABALHO" que continuou ao longo dos séculos, até que seu significado se tornasse plenamente revelado na morte de Cristo. A morte desse primeiro cordeiro, embora não mencionado como tal no relato de Gênesis, foi a sombra da grande verdade que, ao longo dos séculos seguintes, iria se tornar realidade em Cristo Jesus, a justificação pela fé. Ela apontava para a vida e morte vicária de Cristo pela humanidade perdida. Nu Adão e Eva estavam vestidos com roupas feitas a partir da pele do cordeiro - um inocente morto, trocando sua vida pela do pecador. Milênios mais tarde, Paulo iria colocar esta mesma verdade com estas palavras: 

"Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus." 2 Coríntios 5:21

"Pois os que em Cristo foram batizados, de Cristo se revestiram." Gálatas 3:27


A obra da redenção foi o trabalho que Deus começou quando o homem pecou e foi expulso do descanso do Éden. Este trabalho continuará até que o homem seja restaurado ao verdadeiro descanso de Deus. (Hb 3:17 - 4:11) Jesus é o nosso descanso sabático, e não um período de tempo de 24 horas. (Mateus 11:28)

Você já encontrou Descanso em Cristo?

Você sabia que a palavra sabbatismos é encontrado apenas uma vez na Bíblia?

"Assim, ainda resta um descanso sabático [sabbatismos] pois todo aquele que entra no descanso de Deus, também descansa das suas obras, como Deus descansou das suas [Gn 2:2-3]. Portanto, esforcemo-nos por entrar nesse descanso, para que ninguém venha a cair, seguindo aquele exemplo de desobediência." (Hebreus 4:9-11, NVI).

O Sábado da antiga aliança era apenas uma sombra da obra de Cristo. Hebreus 3 e 4 confirmam isso. Resta apenas UM Sábado (Hb 3:17 - 4:11) na Nova Aliança, os outros foram abolidos na cruz, os quais eram sobras de realidades encontradas em Cristo (Col. 2:16, 17). Que sábado (descanso) é esse? O Senhor Jesus, Ele é o verdadeiro repouso do Sábado. Temos um novo dia, "Hoje", esse é o descanso do Evangelho. (Hb 4:7)

"Vinde a mim ... e eu vos aliviarei ... encontrareis descanso [sabbath] para as vossas almas." (Mateus 11:28)

Em Cristo, nossa Esperança e Descanso.

Hélio S. Júnior

Veja Também:

É o Sábado uma ordenança da criação? por Wesley Ringer
Título Original: Is the Sabbath a Creation Ordinance?
Tradução: Google Translate

Escute:

Quer saber como o homem perdeu e como o Senhor Jesus nos fez entrar no Descanso de Deus escute ou baixe em MP3:

O destino humano é igual ao dos animais? Eclesiastes 3.19

A MÁ INTERPRETAÇÃO: Salomão parece reivindi­car aqui que não há diferença entre a morte de seres humanos e a de animais. "A mesma coisa lhes sucede: como morre um, assim morre o outro". As Testemunhas de Jeová citam esse verso para provar que os seres huma­nos não têm uma natureza imaterial chamada de alma ou espírito (Reasoning from the Scriptures, 1989,pág.378).

CORRIGINDO A MÁ INTERPRETAÇÃO: Existem tanto similaridades como diferenças entre a morte de animais e a morte de seres humanos. Em ambos os casos, os seus corpos morrem e retornam ao pó. A morte de ambos é certa, e nenhum deles possui o poder necessá­rio para impedi-la. Sob esses aspectos, os fenômenos físi­cos são os mesmos, tanto para seres humanos como para animais.

Por outro lado, seres humanos possuem almas imor­tais (e espíritos), e os animais não (Ec 12.7; conferir 3.21). A respeito de nenhum animal a Bíblia jamais diz: "E desejamos, antes, deixar este corpo, para habitar com o Senhor" (2 Co 5.8). Semelhantemente, em nenhuma pas­sagem a Bíblia fala a respeito da ressurreição de animais, como o faz a respeito dos seres humanos (confira Jo 5.28,29; Ap 20.4-6). Então existe uma grande diferença entre os seres humanos e os animais na área espiritual. Considere o seguinte resumo:

A MORTE DE SERES HUMANOS E A MORTE DE ANIMAIS

SEMELHANÇAS                                      DIFERENÇAS

Fisicamente                                                   Espiritualmente

No corpo                                                      Na alma

Vida antes da morte                                       Vida após a morte

A mortalidade do corpo                                 A imortalidade do indivíduo

O modo de enfraquecimento do corpo           Quanto à transformação do corpo

Não há controle sobre a morte                       A experiência da ressurreição


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Provérbios 23.7 ensina que a realidade pode ser modelada pelos nossos pensamentos, como alegam os cientistas cristãos?

A MÁ INTERPRETAÇÃO: Salomão disse que um ho­mem, "como imaginou na sua alma, assim é". Os adep­tos da seita Ciência Cristã citam esse verso como argu­mento à sua crença de que uma pessoa é capaz de mol­dar a realidade através de seus pensamentos (Eddy, 70). Então, qualquer pessoa que esteja enferma pode ser cu­rada simplesmente através da atitude de não dar crédito à situação que está vivendo.

CORRIGINDO A MÁ INTERPRETAÇÃO: Não existe nada nesse texto que justifique as assim chamadas "ciências mentais". Na verdade, a Bíblia na versão New International Version traduz essa frase como: "Ele é o tipo de homem que está sempre preocupado com os custos". O contexto geral dessa passagem (vv. 6-8) está prevenindo sobre comer "o pão daquele que tem os olhos malignos" (v. 6). Falando daquele que possui olhos ma­lignos, o verso 7 diz: "Ele te dirá: Come e bebe; mas o seu coração não estará contigo". Esse fato está de acordo com a idéia de que o coração do avarento não está lá porque "está sempre preocupado com os custos", como traduzido pela versão NIV.

Mesmo sendo esse verso assim traduzido: "Como ima­ginou na sua alma, assim é", não se tem por conseqüên­cia que ele dê base à visão da seita Ciência Cristã. O verso não diz absolutamente nada sobre uma mudança da realidade através de nossos pensamentos. O texto ape­nas diz que somos da maneira como pensamos. Os nossos pensamentos representam o nosso verdadeiro modo de ser.

Isso, é claro, não significa que haja algo errado com uma boa e positiva atitude mental (confira Fp 4.8). Tam­bém não significa que a nossa atitude não afete a nossa saúde. "O coração alegre aformoseia o rosto, mas, pela dor do coração, o espírito se abate" (Pv 15.13). Mas isso é insuficiente para justificar a alegação da seita Ciência Cristã de que podemos criar a nossa própria realidade através do poder do pensamento. Por exemplo, uma pes­soa não pode evitar a morte apenas pela atitude de ex­pulsar tal pensamento (Hb 9.27).

Além do mais, deve-se reconhecer que o ser humano, incluindo o seu pensamento e a sua imaginação, está ca­ído (Gn 6.5). Os cientistas cristãos estão cegos para a realidade de que utilizam um equipamento danificado, capaz de desviá-los da direção correta. Quão melhor é confiar nas seguras promessas do Deus de amor para as provisões necessárias à vida, ao invés de ter que depen­der das proezas de sua própria imaginação (Mt 6.30).

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Jesus foi criado por Deus? Provérbios 8.22-31

A MÁ INTERPRETAÇÃO: As Testemunhas de Jeová alegam que a pessoa identificada como "sabedoria" em Provérbios 8.22-31 é Jesus. Uma vez que foi dito que a sabedoria foi criada (v. 24), isso significa que Jesus teria sido um ser criado. "Ele era uma pessoa muito especial, pois foi criado por Deus antes de to­das as outras coisas... Por incontáveis bilhões de anos, antes mesmo que o universo físico fosse criado, Jesus viveu como um ser espiritual no céu, e desfrutou de íntima comunhão com o seu Pai, Jeová Deus, o Gran­de Criador — Provérbios 8.22" (Thegreatest Man who e er lived, 1991, pág.11).

CORRIGINDO A MÁ INTERPRETAÇÃO: Essa passagem tem sido o tema de muitas disputas tanto entre amigos como entre inimigos da divindade de Cristo. Parece melhor — em vista do contexto e da natureza poética do livro de Provérbios — não tomar essa passa­gem como uma referência direta a qualquer pessoa. Ex­pressões poéticas freqüentemente falam de uma idéia abstrata, como se esta fosse uma pessoa. Essa "personifi­cação" é um modelo comum da literatura de sabedoria hebraica. A sabedoria a que o texto se refere em Provér­bios 8 não é Jesus. Antes, é a personificação da virtude ou do caráter da sabedoria com o propósito de dar ênfa­se e gerar impacto.

Além disso, os nove capítulos iniciais do livro de Pro­vérbios personificam a sabedoria. E não faria muito sen­tido dizer que qualquer desses capítulos se refere direta­mente a Jesus. Depois de tudo, a sabedoria é retratada como uma mulher que clama nas ruas (1.20,21), da qual diz-se que "habita" com a prudência (8.12). É digno de nota que nenhum dos escritores do Novo Testamento aplica Provérbios 8 a Jesus Cristo.

A parte a questão do verso se referir ou não a Jesus, o bom senso nos diz que a sabedoria deve obrigatoria­mente ser tão eterna quanto o próprio Deus, que é a fonte suprema de toda a sabedoria. Nesse sentido, não podemos permitir que Provérbios 8 sequer dê supor­te à idéia de que a sabedoria tenha sido criada. Mais precisamente, o termo hebraico utilizado nessa passa­gem indica que a sabedoria foi "trazida à luz" para desempenhar um papel na criação do universo. Con­forme Provérbios 3.19 posiciona: "O Senhor, com sa­bedoria, fundou a terra; preparou os céus com inteli­gência". Desse modo, alguns comentaristas têm visto apenas um paralelo entre essa passagem e Jesus, a sa­bedoria de Deus (1 Co 1.24; Cl 2.3), que foi o instrumento através de quem o universo foi criado (confira Jo 1.3; Cl 1.16).

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Salmos 146.3,4 prova que não há uma existência consciente após a morte?

A MÁ INTERPRETAÇÃO: Salmos 146.3,4 diz: "Não confieis em príncipes nem em filhos de homens, em quem não há salvação. Sai-lhes o espírito, e eles tornam para sua terra; naquele mesmo dia, perecem os seus pensa­mentos". As Testemunhas de Jeová acreditam que o sig­nificado dessa passagem é de que não há uma existência consciente após a morte (Reasoning from the Scriptures, I989,pág.383).

CORRIGINDO A MÁ INTERPRETAÇÃO: Esse ver­so não quer dizer que as pessoas não tenham mais pensa­mentos após a morte. Antes, ele significa que os planos das pessoas, as suas ambições, os seus propósitos e as suas idéias para o futuro cessam, e passam a ser como nada no momento da morte. Esse é o significado que o termo hebraico empregado para "pensamentos" comunica em Salmos 146.3,4. Os planos e idéias de uma pessoa para o futuro morrem com ele ou ela. Daí, ao invés de confiar em príncipes mortais, esse verso diz que a nossa confian­ça deve estar em Deus.

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