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Os cristãos deveriam meditar ou essa é uma prática budista e hindu? Salmos 1.2

A MÁ INTERPRETAÇÃO: Davi declarou nessa passa­gem que devemos "meditar de dia e de noite". Contudo, a meditação transcendental está associada às religiões orientais, tais como o budismo, o hinduísmo e a filosofia da Nova Era, que são contrárias ao cristianismo (Ferguson, 1980, 315,16). Os cristãos deveriam aderir à meditação?

CORRIGINDO A MÁ INTERPRETAÇÃO: Existe uma diferença significativa entre a meditação cristã e a meditação mística encontrada em muitas religiões orien­tais, popularmente conhecidas como as religiões da Nova Era. As diferenças são destacadas na seguinte comparação:


NO CRISTIANISMO
NAS RELIGIÕES ORIENTAIS
Objeto           
Alguma coisa (Deus)
Nada (esvaziamento)
Propósito
Cultuar a Deus
Unir-se a Deus
Meio
Revelação divina
Intuição humana
Esfera
Por meio da razão
Além da razão
Poder
Pela graça de Deus
Pelo esforço humano
Experiência
Realidade objetiva
Puramente subjetiva
Estado imediato
Concentração
Relaxamento



(Veja Geisler e Amano, 135)

Observe a grande diferença: uma coisa é esvaziar a mente de alguém para que medite em nada, e outra coi­sa é preencher o pensamento de uma pessoa com a Pala­vra de Deus, para que esta passe a meditar no Deus vivo. Davi disse que meditava na "lei" de Deus — na Palavra, e não no vazio. O propósito dele era uma comunhão espiritual com Yahweh, e não uma união mística com o Brahma ou com o Tao das religiões orientais.


Resposta as Seitas - 
Norman G. Geisler e Ron Rhodes - 
CPAD - Casa Publicadora das Assembleias de Deus

O Dalai Lama será salvo?

Você viu meu vídeo "O caminho" e sua dúvida é se o Dalai Lama será salvo. Sim, o Dalai Lama será salvo, desde que creia em Jesus como seu Salvador. Embora apenas Deus conheça o coração do homem, ao que tudo indica o Dalai Lama ainda não creu no Salvador, e isto se deduz de sua permanência na religião budista tibetana (uma das muitas correntes do budismo).

Não é simples analisar o budismo, pois assim como aconteceu com o cristianismo, o budismo descambou em tantas crendices e diferentes formas de idolatria que hoje qualquer ocidental menos avisado poderá achar uma maravilha seguir sua versão diluída e adaptada ao gosto ocidental.

Além disso, hoje é "in" dizer que é budista, graças aos livros como "Comer, Rezar e Amar", que servem uma salada de budismo, hinduísmo e outros ismos. Ai daquele que ousar dizer que as celebridades que adotam tais crenças estão erradas. Por outro lado, é "out" dizer que é cristão ou "crente", graças aos mercadores da fé que vendem suas soluções milagrosas no rádio e TV.

Basicamente há duas correntes maiores no budismo, uma mais antiga e tradicional, e uma moderna e liberal. É preciso lembrar também que o budismo se misturou ao hinduísmo em alguns países.

Cristãos que "namoram" o budismo do Dalai Lama realmente não conhecem a Bíblia ou o cristianismo bíblico. Talvez você não saiba, mas nos anos 70 eu peregrinei pelas crenças espiritualistas. Antes de minha conversão a Cristo, quando andava metido em espiritualismo, o budismo estava em minha prateleira de energéticos religiosos. Ele ficava ao lado de outras drogas (no sentido medicinal) como hinduísmo, espiritismo, teosofia, xintoísmo etc.

Sidarta Gautama (o Buda) estava entre os ídolos que eu prezava, um nível acima de John Lennon ("Imagine") e ao lado de outros "espíritos elevados", como Madame Blavatsky, Carlos Castañeda, Sri Aurobindo, Alan Kardek, Swami Prabhupada, Krishnamurti, Masaharu Taniguchi, George Ohsawa, Ellen G. White, Michel Quoist, Erich von Däniken, Pietro Ubaldi, Saint Germain, Huberto Rohden, Khalil Gibran, Hermógenes, Louis Pawels, Jaques Bergier, Lobsang Rampa, Tomio Kikuchi, J. J. Benitez, Lao-Tzu, Rudolf Steiner e outros. Nessa época eu tinha Jesus na mesma prateleira dos "espíritos elevados" ou "evoluídos", antes de transferi-lo para Seu lugar de Senhor em meu coração.

Na época eu lia religiosamente (é até gozado falar "religiosamente") todos os exemplares da revista "Planeta", comia só macrobiótica e me fantasiava de humilde, vestido num camisão feito de pano de saco de farinha, jeans surradas e sandálias monásticas. Uma bolsa de lona com um pão integral dentro completava minha santa, piedosa e desprendida aparência.

Quando me converti (em 1978) dei uma verdadeira cambalhota e entendi a grande diferença entre o verdadeiro cristianismo bíblico e aquela bobagem toda que me fez vagar no limbo da incerteza por alguns anos. Tinha uma biblioteca considerável desses autores, mas minha conversão não apenas me tornou uma nova criatura em Cristo Jesus, como também deu aos livros um novo destino. Como na época a reciclagem ainda não era moda, hoje eles ocupam um estrato profundo do solo de algum lixão no Guarujá, onde morava quando me converti.

Mas vamos aos fatos: o budismo é totalmente incompatível com o cristianismo por negar justamente sua essência: DEUS. Apesar de você encontrar similaridades, como o amor e respeito ao próximo, na essência as duas coisas não têm nada em comum. Não existe Deus no budismo. Alguém poderá contestar talvez por estar seguindo uma corrente moderninha da crença, mas se pesquisar a fundo irá ver que é isso mesmo.

Além disso, o budismo tradicional não inclui coisas como fé, adoração, oração, louvor, perdão de pecados e outras coisas tão comuns a uma civilização judaico-cristã. Obviamente, como eu já disse, o budismo original descambou em inúmeras crenças e hoje você encontra até divindades budistas e o próprio Sidarta Gautama sendo considerado um deus onisciente por alguns de seus seguidores.

Por outro lado, toda a fé cristã está concentrada na crença básica de que existe um Deus Criador e pessoal, isto é, capaz de interagir com os seres humanos. O budismo não tem nada a ver com Deus, portanto qualquer pessoa que diz crer em Deus não é budista, e vice-versa. Este é um grande problema nos países orientais, principalmente em momentos trágicos como o do tsunami no Japão.

Qualquer ocidental, criado numa cultura judaico-cristã, que se visse livre da tragédia poderia dizer "graças a Deus"; se tivesse perdido tudo e todos, poderia clamar "meu Deus, me ajude!; se tivesse esperança de recomeçar, poderia dizer "Se Deus quiser... com a ajuda de Deus...". É assim que fazemos, nem tanto por fé pessoal, mas até por bagagem cultural. Mas já é um conforto.

Agora pense em um japonês budista e no quanto ele está sozinho nessa hora. É claro que estou falando do budismo original, e não da versão tibetana do Dalai Lama ou "lamaísmo", que é cheia de divindades, espíritos, ídolos e pequenos deuses. Basta ler um pouco sobre aqueles monastérios tibetanos para ver o quanto estão imersos em superstição e demonismo.

Há muitas outras diferenças. O budismo crê na reencarnação, a Bíblia diz que "aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo" Hb 9:27.

O budismo acredita no carma, que mal traduzido seria uma ideia de pecados, e que é possível desfazer-se deles por meio de muitas reencarnações e pelo esforço individual. No cristianismo o homem é pecador e não há nada que ele próprio possa fazer para se livrar desse estigma. Assim como a justiça humana demanda uma pena ou juízo para o infrator, a justiça divina é mais que perfeita neste sentido. Ninguém escapa do juízo de Deus, a menos que o próprio Deus forneça um réu substituto, que foi exatamente o que fez ao enviar o Seu Filho para pagar o preço devido pelo pecador. Jesus sofreu, na cruz, o juízo divino contra o pecado. Para entender melhor como Deus pode ser justo e misericordioso ao mesmo tempo, sugiro que leia o texto "Um Deus Justo e Salvador" por J. N. Darby.

"Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida. Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos." Rom 5:18-19 

Porque Jesus morreu para cumprir as exigências da justiça divina, agora Deus oferece o perdão completo (tipo anistia ampla, geral e irrestrita), mas apenas àqueles que aceitam o Filho de Deus como Salvador e sua morte na cruz como a obra consumada ou acabada (ou suficiente) para atender as demandas de Deus. Isso inclui o Dalai Lama, se ele crer. Aquele que crê recebe o perdão completo, e aí vem um detalhe importante.

O cristianismo prega a graça, que é o favor imerecido (independente de nossas obras) que Deus disponibiliza para os que creem. Deus perdoa o pecador. No entanto, as crenças reencarnacionistas falam muito de perdoar o próximo, porém eliminam qualquer ideia de que Deus, o principal ofendido, possa perdoar alguém (isso quando creem na existência de Deus). Isso cria uma situação constrangedora para os reencarnacionistas, que transformam Deus em algo menor que os homens. O homem, apesar de todas as suas imperfeições, seria capaz de perdoar. Deus não.

A meta do budista é alcançar o Nirnava, que é mais um estado ou condição do que um lugar específico. Seria a condição ideal, quando o budista que fez a lição de casa durante uma infinidade de reencarnações se veria livre do ciclo de reencarnações para desfrutar de um estado de descanso completo.

A Bíblia ensina que depois da morte vem o juízo, a menos que se creia em Jesus para ser salvo. Antes que me pergunte se antes de Cristo também existiam pessoas que morreram crendo em Jesus, a resposta é sim. Elas morreram crendo que Deus iria prover um sacrifício eficaz para salvá-las, nós hoje cremos que Deus já proveu. Aqueles morreram crendo no Cordeiro de Deus, sem saber quem seria. Nós temos o privilégio de saber.

A Bíblia ensina que depois virá a ressurreição, indo os ressuscitados salvos para a presença de Deus eternamente, e os condenados para o fogo eterno, um lugar de terrível solidão em meio às trevas (esqueça aqueles infernos de gibi, com um monte de gente conversando e um diabo sentado num trono).

Outro detalhe importante é que no Nirvana não existe a individualidade, enquanto a Bíblia ensina que as pessoas que estiverem no novo céu, na nova terra ou no lago de fogo (os lugares do estado eterno segundo a Bíblia) continuarão existindo como indivíduos. E mesmo antes que esse estado eterno seja estabelecido, ninguém volta ao mundo com uma identidade diferente (como acreditam os reencarnacionistas). Embora não se trate de uma suposta reencarnação, no monte da transfiguração os discípulos viram Moisés e Elias, os mesmos do Antigo Testamento, com suas identidades preservadas séculos depois de terem partido deste mundo.

Creio que não precisaremos nos aprofundar mais no budismo para sabermos que nada tem a ver com o cristianismo. Eu não preciso beber um litro de vinagre para saber que é vinagre. Basta ler o rótulo, e o rótulo do budismo deixa claro que sua essência, ingredientes e objetivos são completamente diferentes do que a Bíblia ensina. Aliás, são completamente antagônicos.

Quando nos deparamos com versículos da Bíblia que falam da exclusividade da salvação em Cristo, isso parece dar uma bofetada em nossa mente politicamente correta, a qual prevê a inclusão e a aceitação de todas as crenças. Mas isso é o mesmo que alguém dizer que todos os resultados são válidos para o prêmio da loteria. Não são. Quando uma coisa é certa, a outra é errada.

Alegar que todas as religiões levam a Deus é, antes de tudo, uma alegação soberba. Quem pode dizer que conhece todas as religiões para alegar tal coisa? E se todas as religiões levassem a Deus, não seria este também um caminho exclusivista? Quero dizer, se a pessoa não estivesse em uma dessas "todas religiões" ela estaria excluída.

O que diz a Bíblia? Que só em Jesus há salvação, quer a gente goste, quer não. Se o Dalai Lama crer que é um pecador necessitado de salvação, e que não há nada que ele possa fazer para mudar isso, a menos que creia que Jesus veio pagar por seus pecados, então ele será salvo. Mas aí ele automaticamente irá refutar sua crença no budismo e precisará passar uma borracha em muito do que escreveu. E, o que é pior, ele precisará abrir mão de ser o Dalai Lama! O título é algo com um "Sumo Pontífice", algo inconcebível no cristianismo que já tem o seu "Sumo Pastor" ou "Sumo Sacerdote": Jesus.

Veja algumas passagens que falam do "exclusivismo" de Jesus como único Caminho:

"E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compara-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda." Mat 7:26-27

"E também o Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo; Para que todos honrem o Filho, como honram o Pai. Quem não honra o Filho, não honra o Pai que o enviou. Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida." João 5:22-24

"Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida." João 8:12

"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis, e o tendes visto." João 14:6-7 

"E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos." Atos 4:12 

"Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo." 1Tm 2:5-6

"Porque para isto trabalhamos e lutamos, pois esperamos no Deus vivo, que é o Salvador de todos os homens, principalmente dos fiéis." 1Tm 4:10 

"Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude nele habitasse, E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus. A vós também, que noutro tempo éreis estranhos, e inimigos no entendimento pelas vossas obras más, agora contudo vos reconciliou No corpo da sua carne, pela morte, para perante ele vos apresentar santos, e irrepreensíveis, e inculpáveis," Col 1:19-22 

Se todos os caminhos levassem a Deus, não haveria necessidade de Paulo exortar as pessoas a se converterem ao Deus vivo, como fez nesta ocasião:

"E dizendo: Senhores, por que fazeis essas coisas? Nós também somos homens como vós, sujeitos às mesmas paixões, e vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao Deus vivo, que fez o céu, e a terra, o mar, e tudo quanto há neles;" Atos 14:15


Mario Persona

Cristianismo X Budismo

Enquanto construía um teatro para o Dalai Lama, um dos trabalhadores de Heinrich Harrer matou acidentalmente uma minhoca no filme "Sete Anos no Tibet". A construção praticamente parou. "Não fira mais minhocas", disse um dos trabalhadores a Harrer, representado por Brad Pitt. 

"Numa vida passada, esta pobre minhoca poderia ter sido a sua mãe."

Essa crença na reencarnação é uma das características do budismo, embora não seja de modo nenhum a mais importante. Notável no budismo é também sua crescente popularidade nos Estados Unidos. Três filmes com temáticas budistas foram "Sete Anos no Tibet"; "Red Corner", estrelado por Richard Gere; e "Kundun".

Várias celebridades são bem conhecidas por suas crenças e práticas budistas, entre elas Gere, o ator Steve Seagal, a cantora Tina Turner e o técnico do Chicago Bulls, Phil Jackson.

Preocupações com a libertação do Tibet da China, como também matérias de capa de revistas como Time, têm colocado o budismo em destaque. "Há algumas coisas no budismo que são muito atraentes", disse Shanta Premawardhana, pastor da igreja batista de Cornell em Chicago. O objetivo final do budismo é alcançar o nirvana. "Nós ouvimos freqüentemente que se alguém seguir a ‘senda óctupla’ alcançará o nirvana; mas a verdade é que ao viver nela, sua vida é o nirvana", escreve Gyomay Kubose em seu livrete "American Buddhism". 

"Nirvana é a condição de vida onde há paz, harmonia e alegria produtiva. A vida real é a vida no nirvana".

De acordo com Premawardhana, a meditação é algo de que os cristãos também podem se beneficiar. "Eu penso que a meditação pode complementar muito as nossas orações", disse ele. 

"De fato, acho que os exercícios de meditação cristã são muito importantes nesta época e nestes dias tão corridos. Eles nos ajudam a aquietar nossas mentes agitadas, a focalizar em Cristo e a prestar atenção na ‘mansa e humilde voz’. Nossa oração pode ser tremendamente enriquecida se aprendermos a ouvir a voz de Deus".

Mas, enquanto a meditação cristã é focalizada em Deus e na Sua Palavra, a meditação budista é baseada em si mesmo e em encontrar a paz interior. Os budistas não acreditam em Deus, a não ser que "Deus signifique a verdade, a realidade final de todas as coisas, sendo o próprio universo", de acordo com Kubose.

Se bem que muitas pessoas imaginam que os budistas adoram Buda, Kubose observa que isso é uma concepção errada, provavelmente baseada "nas estátuas e imagens de Buda, que são símbolos, não ídolos. Uma estátua é um símbolo do mesmo modo que uma bandeira é o símbolo de um país". (Word & Way, 20/11/97)

A diferença básica entre o cristianismo e o budismo, e todas as outras religiões, está no fato delas tentarem alcançar a Deus, enquanto no cristianismo Deus alcança o homem.

Já nas primeiras páginas da Bíblia, vemos o homem tentando alcançar a Deus por meio de uma torre "...cujo tope chegue até aos céus..." Isso acabou numa grande confusão, porque o único caminho para chegar até Deus é através de Seu Filho, o Senhor Jesus Cristo: 

"Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (Jo 14.6).

O budismo tornou-se popular nos últimos anos devido à revelação de que um grande número de artistas famosos é budista. Contudo, o seu ensino é contrário às Escrituras. A Bíblia ensina que o homem caiu em pecado, e desde então: 

"...aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo" (Hb 9.27).

Existe somente um caminho de volta a Deus, que é através da fé: 

"Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus" (Jo 3.36). 

Esta salvação, contudo, não se aplica a animais, mas somente aos homens, que foram criados segundo a imagem de Deus. Devemos acrescentar, também, que a salvação não inclui o nosso corpo, porque a nossa carne e sangue permanecem sujeitos à lei do pecado e estão determinados a se deteriorar até que o texto acima seja cumprido; isto é, até o encontro com a morte.

A única outra forma de escapar é pelo arrebatamento, que ocorrerá no momento da vinda do Senhor. Então será cumprido o que está escrito em 1 Coríntios 15.54: 

"E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória."

Entretanto, com base em Romanos 8.21-22, toda a criação de Deus será libertada: 

"A própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora." 

Arno Froese
www.ajesus.com.br 

Os cristãos devem meditar, ou a meditação é uma prática budista? Salmo 1:2


PROBLEMA: Davi declarou que o justo "medita de dia e de noite" (Sl 1:2). Entretanto, a meditação acha-se associada às religiões orientais, tais como o budismo e o hinduísmo, que são contrários ao cristianismo. Os cristãos devem então praticar + a meditação?

SOLUÇÃO: Há uma diferença bastante significativa entre a meditação cristã e a meditação mística encontrada em muitas das religiões orientais, popularmente conhecidas no Ocidente como religiões da "Nova Era". As diferenças ficam evidenciadas no seguinte contraste:


NO CRISTIANISMO
NAS RELIGIÕES ORIENTAIS
Objeto           
Alguma coisa (Deus)
Nada (esvaziamento)
Propósito
Cultuar a Deus
Unir-se a Deus
Meio
Revelação divina
Intuição humana
Esfera
Por meio da razão
Além da razão
Poder
Pela graça de Deus
Pelo esforço humano
Experiência
Realidade objetiva
Puramente subjetiva
Estado imediato
Concentração
Relaxamento


(Veja Geisler e Amano, The Infiltration of the New Age [A Infiltração da Nova Era], Tyndale, 1989, p. 135.)

Há uma grande diferença entre esvaziar a mente para meditar em nada e preenchê-la com a Palavra de Deus para meditar no Deus vivo. Davi disse que meditava na "lei" de Deus-na Palavra, não num vazio, O seu propósito era ter uma comunhão espiritual com Yahveh, não uma união mística com Brahma ou com Tao, das religiões orientais. As duas formas de meditação são completamente diferentes.

MANUAL POPULAR de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia - 
Norman Geisler - Thomas Howe.

Budismo Resumo


FUNDADOR - Buda (Sidharta Gautama - 563-483 a.C.). Fundado em 525 a.C, na Índia. Com 29 anos de idade, Buda tornou-se mendigo e perambulou em busca da verdade. Depois de haver recebido a "iluminação", passou a ensinar sua filosofia, e conseguiu milhões de seguidores. É um ramo do Hinduísmo. Total de budistas no mundo: 12% da população (Fonte: P.Johnstone, Intercessão Mundial, 1993).

DEUS - Tudo é Deus (Panteísmo). Cada homem possui uma energia vital. De um modo geral são ateístas (não crêem num Ser Supremo). Muitos budistas acreditam em Buda como um iluminado universal, com estado de consciência igual a Deus. Não acreditam num Deus imanente (sempre presente), pessoal e transcendente (superior, excelso).

REFUTAÇÃO: O Cristianismo ensina que Deus é o Criador de todas as coisas; logo, Ele é um Ser distinto de sua criação.

JESUS - Foi um grande Mestre e passou muitos anos de sua vida em mosteiros budistas no Tibet e na Índia. Para os budistas ocidentais, Jesus é um homem iluminado.

REFUTAÇÃO: A Bíblia ensina que Jesus é o Verbo que se fez carne e habitou entre nós (Jo 1.1,2,12, 14).

ESPÍRITO SANTO - Nada falam.

BÍBLIA - Desprezam-na. Suas doutrinas assentam-se em três grupos de livros: o TRIPITAKA, que constituem os três cestos das escrituras budistas: o primeiro trata da autodisciplina; o segundo, do sermão de Buda; o terceiro, do conteúdo doutrinário.

REFUTAÇÃO:  

"Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade."  (João 17:17) 

"Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam;" (João 5:39)

SALVAÇÃO - O homem atingirá a perfeição plena através de reencarnações e nas boas obras (Lei do Carma). O objetivo o Nirvana (o paraíso dos budistas) para eliminar todos os desejos e evitar o sofrimento. A salvação será alcançada pelo próprio budista sem nenhuma ajuda externa.

REFUTAÇÃO:

"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie;" (Efésios 2:8)

OUTROS ENSINOS - Os "Oito Nobres caminhos" da doutrina budista são:

(1) Crença correta; (2) sentimentos corretos; (3) fala correta; (4) conduta correta; (5) maneira de viver correta; (6) esforço correto; (7) memória correta; (8) meditação e concentração correta. 

As dez proibições abrangem:


(1) assassinato; (2) roubo; (3) fornicação; (4) mentira; (5) bebidas alcoólicas; (6) comer durante a abstinência; (7) dançar, cantar e participar de diversões mundanas; (8) usar perfumes e outros ornamentos; (9) dormir em camas que não estejam armadas no chão; e (10) aceitar ouro e prata como esmola.


REFUTAÇÃO:

"Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada." (Gálatas 2:16)

CONCLUSÃO:

"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim."  (João 14:6)


Budismo

Introdução ao Budismo

Sistema ético, religioso e filosófico fundado pelo príncipe hindu Sidarta Gautama (563-483 a.C.), ou Buda, por volta do século VI. O relato da vida de Buda está cheia de fatos reais e lendas, as quais são difíceis de serem distinguidas historicamente entre si.

O príncipe Sidarta nasceu na cidade de Lumbini, em um clã de nobres e viveu nas montanhas do Himalaia, entre Índia e Nepal. Seu pai, era um regente e sua mãe, Maya, morreu quando este tinha uma semana de vida. Apesar de viver confinado dentro de um palácio, Sidarta se casou aos 16 anos com a princesa Yasodharma e teve um filho, o qual chamou-o de Rahula.
História do Budismo

Aos 29 anos, resolveu sair de casa, e chocado com a doença, com a velhice e a com morte, partiu em busca de uma resposta para o sofrimento humano. Juntou-se a um grupo de ascetas e passou seis anos jejuando e meditando. Durante muitos dias, sua única refeição era um grão de arroz por dia. Após esse período, cansado dos ensinos do Hinduísmo e sem encontrar as respostas que procurava, separou-se do grupo. Depois de sete dias sentado debaixo de uma figueira, diz ele ter conseguido a iluminação, a revelação das Quatro Verdades. Ao relatar sua experiência, seus cinco amigos o denominaram de Buda (iluminado, em sânscrito) e assim passou a pregar sua doutrina pela Índia. Todos aqueles que estavam desilusionados pela crença hindu, principalmente os da casta baixa, deram ouvido a esta nova faceta de Satanás. Como todos os outros fundadores religiosos, Buda foi deificado pelos seus discípulos, após sua morte com 80 anos.

Estátua de Buda, no Kamakura, Japão
Prática de Fé do Budismo

O Budismo consiste no ensinamento de como superar o sofrimento e atingir o nirvana (estado total de paz e plenitude) por meio da disciplina mental e de uma forma correta de vida. Também creêm na lei do carma, segundo a qual, as ações de uma pessoa determinam sua condição na vida futura. A doutrina é baseada nas
Quatro Grandes Verdades de Buda:

1 - A existência implica a dor - O nascimento, a idade, a morte e os desejos são sofrimentos.

2 - A origem da dor é o desejo e o afeto - As pessoas buscam prazeres que não duram muito tempo e buscam alegria que leva a mais sofrimento.

3 - O fim da dor - só é possível com o fim do desejo.

4 - A Quarta Verdade - se prega que a superação da dor só pode ser alcançada através de oito passos:

1 - Compreensão correta: a pessoa deve aceitar as Quatro Verdades e os oito passos de Buda.
2 - Pensamento correto: A pessoa deve renunciar todo prazer através dos sentidos e o pensamento mal.
3 - Linguagem correta: A pessoa não deve mentir, enganar ou abusar de ninguém.
4 - Comportamento correto: A pessoa não deve destruir nenhuma criatura, ou cometer atos ilegais.
5 - Modo de vida correto: O modo de vida não deve trazer prejuízo a nada ou a ninguém.
6 - Esforço correto: A pessoa deve evitar qualquer mal hábito e desfazer de qualquer um que o possua.
7 - Desígnio correto: A pessoa deve observar, estar alerta, livre de desejo e da dor.
8 - Meditação correta: Ao abandonar todos os prazeres sensuais, as más qualidades, alegrias e dores, a pessoa deve entrar nos quatro gráus da meditação, que são produzidos pela concentração.

Missões do Budismo

Um dos grandes generais hindus,
Asoka, depois do ano 273 a.C., ficou tão impressionado com os ensinos de Buda, que enviou missionários para todo o subcontinente indiano, espalhando essa religião também na China, Afeganistão, Tibete, Nepal, Coréia, Japão e até a Síria. Essa facção do Budismo tornou-se popular e conhecida como Mahayana. A tradicional, ensinado na India, é chamado de Teravada.
O Budismo Teravada possui três grupos de escrituras consideradas sagradas, conhecidas como “Os Três Cestos” ou Tripitaka:

O primeiro, Vinaya Pitaka (Cesto da Disciplina), contêm regras para a alta classe.
O segundo, Sutta Pitaka (Cesto do Ensino), contêm os ensinos de Buda.
O terceiro, Abidhamma Pitaka (Cesto da Metafísica), contêm a Teologia Budista.

O Budismo começou a ter menos predominância na Índia desde a invasão muçulmana no século XIII. Hoje, existem mais de 300 milhões de adeptos em todo o mundo, principalmente no Sri Lanka, Mianmá, Laos, Tailândia, Camboja, Tibete, Nepal, Japão e China. Ramifica-se em várias escolas, sendo as mais antigas o Budismo Tibetano e o Zen-Budismo. O maior templo budista se encontra na cidade de Rangoon, em Burma, o qual possui 3,500 imagens de Buda.

Teologia do Budismo

A divindade: não existe nenhum Deus absoluto ou pessoal. A existência do mal e do sofrimento é uma refutação da crença em Deus. Os que querem ser iluminados, necessitam seguir seus próprios caminhos espirituais e transcendentais.

Antropologia: o homem não tem nenhum valor e sua existência é temporária.

Salvação: as forças do universo procurarão meios para que todos os homens sejam iluminados (salvos).
A alma do homem: a reencarnação é um ciclo doloroso, porque a vida se caracteriza em transições. Todas as criaturas são ficções.


O caminho: o impedimento para a iluminação é a ignorância. Deve-se combater a ignorância lendo e estudando.

Posição ética: existem cinco preceitos a serem seguidos no Budismo:

• proibição de matar
• proibição de roubar
• proibição de ter relações sexuais ilícitas
• proibição do falso testemunho
• proibição do uso de drogas e álcool

No Budismo a pessoa pode meditar em sua respiração, nas suas atitudes ou em um objeto qualquer. Em todos os casos, o propósito é se livrar dos desejos e da consciência do seu interior.

Click aqui para conhecer As Verdades Bíblicas.

Saiba tudo sobre o Budismo


A origem, o Bhudda Siddharta Gautama, a definição, 
os ensinamentos e as crenças.

O termo "Buda" é um título, não um nome próprio. Significa "aquele que sabe", ou "aquele que despertou", e se aplica a alguém que atingiu um superior nível de entendimento e a plenitude da condição humana. Foi aplicado, e ainda o é, a várias pessoas excepcionais que atingiram um grau de elevação moral e espiritual que se transformaram em mestres de sabedoria no oriente, onde se seguem os preceitos budistas.

Porém o mais fulgurante dos budas, e também o real fundador do budismo, foi um ser de personalidade excepcional, chamado Siddharta Gautama. Siddharta Gautama, o Buddha, nasceu no século VI a. C. (em torno de 556 a. C.), em Kapilavastu, norte da Índia, no atual Nepal. Nascido entre os nobres, filho do rei Suddhodana e da rainha Maya. Logo após o nascimento foi levado a um templo para ser apresentado aos sacerdotes, quando um velho sábio, chamado Ansita, que havia se retirado à uma vida de meditação longe da cidade, aparece, toma o menino nas mãos e profetiza: "este menino será grande entre os grandes. Será um poderoso rei ou um mestre espiritual que ajudará a humanidade a se libertar de seus sofrimentos".

Suddhodana, impressionado com a profecia, decide que seu filho deve seguir a primeira opção e, para evitar qualquer coisa que lhe pudesse influenciar contrariamente, passa a criar o filho longe de qualquer coisa que lhe pudesse despertar qualquer interesse filosófico e espiritual mais aprofundado, principalmente mantendo-o longe das misérias e sofrimentos da vida que se abatem sobre o comum dos mortais. Para isso, seu pai faz com que ele viva cercado do mais sofisticado luxo.

Na sua adolescência, aos dezesseis anos, casa-se com sua prima, a bela Yasodhara, que lhe deu seu único filho, Rahula, vivendo na corte, desenvolvendo-se intelectual e fisicamente, alheio ao convívio e dos problemas da população de seu país. Quando começa a ouvir comentários que se faziam sobre a dura vida fora dos portões do palácio, despertando cada vez mais sua curiosidade e desconfiança do porquê de seu estilo vida, onde ansiava por descobrir por que as referências ao mundo de fora pareciam ser, às vezes, carregadas de tristeza.

Em seu caminhar, onde descobria os sofrimentos inevitáveis do homem, encontrara-se com um monge mendicante, onde observou que o monge, mesmo vivendo miseravelmente, possuía um olhar sereno, como de quem estava tranqüilo diante dos revezes da vida. Assim, quando decidiu buscar sua iluminação, Gautama resolveu se juntar a um grupo de brâmanes dedicados a uma severa vida ascética. Logo, porém, estes exercícios mortificadores do corpo demonstraram ser algo inútil. A corda de um instrumento musical não pode ser retesada demais, pois assim ela rompe, e nem pode ser frouxa demais, pois assim ela não toca. Não era mortificando o corpo, retesando ao extremo os limites do organismo, que o homem chega à compreensão da vida. Nem é entregando-se aos prazeres excessivamente que chegará a tal.

Foi ai que Sidarta chegou ao seu conceito de O Caminho do Meio: buscar uma forma de vida disciplinada o suficiente para não chegar à completa indulgência dos sentidos, pois assim a pessoa passa a ser dominada excessivamente por preocupações menores, e nem a autotortura, que turva a consciência e afasta a pessoa do convívio dos seus semelhantes. A vida de provações não valia mais que a vida de prazeres que havia levado anteriormente.

Ele resolve, então, renunciar ao ascetismo e volta a se alimentar de forma equilibrada. Seus companheiros, então, o abandonam escandalizados. Sozinho Sidarta procurava seguir seu próprio caminho, confiando apenas na própria intuição e procurando se conhecer a si mesmo, sentindo as coisas, evitando tecer qualquer conceitualização intelectual excessiva sobre o mundo que o cercava.

Desta forma, passou a atrair pessoas que se lhe acercam devido à pureza de sua alma e tranquilidade de espírito, que rompiam drasticamente com a vaidosa e estúpida divisão da sociedade em castas rígidas que separavam incondicionalmente as pessoas a partir do nascimento, como hoje as classes sociais se dividem estupidamente a partir da desigual divisão de renda e, ainda mais, de berço.

Sidarta transformou-se no Buda em virtude de uma profunda transformação interna, psicológica e espiritual, que alterou toda a sua perspectiva de vida.

Tendo atingido sua iluminação, Buda passa a ensinar o Dharma, isto é, o caminho que conduz à maturação cognitiva que conduz à libertação de boa parte do sofrimento terrestre. Eis que o número de discípulos aumenta cada vez mais, entre eles, seu filho e sua esposa. Os quarenta anos que se seguiram são marcados pelas intermináveis peregrinações, sua e de seus discípulos, através das diversas regiões da Índia.

Ao completar oitenta anos, sente seu fim terreno se aproximando e deixa instruções precisas sobre a atitude de seus discípulos a partir desta data.

Buda morreu em Kusinara, no bosque de Mallas, Índia. Sete dias depois seu corpo foi cremado e suas cinzas dadas as pessoas cujas terras ele vivera e morrera.

Definição:

O Budismo é um conjunto de práticas originadas na inspiração e ensinamentos de Buda. É também um estilo de vida, um caminho completo para o desenvolvimento integral do indivíduo, onde ensina como superar nossos problemas e dificuldades através do entendimento e prevenção de suas causas. Normalmente olhamos fora de nós para encontrar as causas de nossos problemas, Buda nos ensina a olhar dentro de nós mesmos. Ele mostrou como nossos sentimentos e insatisfações surgem de estados mentais negativos, em especial a raiva, o apego e a ignorância. Ele ofereceu métodos para eliminar esses estados mentais negativos através do desenvolvimento de generosidade, compaixão, sabedoria e outros estados mentais positivos. Cultivando essas qualidades em nossa mente seremos capazes de descobrir força e paz interior (Assim pensam os budistas).

Os Ensinamentos de Buda


Os ensinamentos foram transmitidos de boca em boca por cerca de 250 anos.
A partir do primeiro século a.C. estes foram recolhidos pelos monges em três grandes coleções chamadas de "Tipitaka" (que quer dizer "três cestos de livros"), e sua doutrina pode ser resumida em torno de quatro verdades.

Os Três Cestos

1 - CESTO DA DISCIPLINA MONÁSTICA: Contém regras para a vida dos monges.

2 - CESTO DOS ENSINAMENTOS MORAIS: Contém os sermões, as poesias, os diálogos e os fatos da vida do fundador.

3 - CESTO DA DOUTRINA DA SALVAÇÃO: É o mais antigo catecismo com perguntas e respostas.

As Quatro Verdades

1 - DUKA: A dor é universal.
2 - SAMUDAYA: A origem da dor é o desejo insaciável.
3 - NIRODHA: O fim da dor é a completa supressão do desejo.
4 - MARGA: O caminho para suprimir o desejo é o santo trilho das oito normas que convergem na felicidade eterna (Nirvana).

O Trilho das Oito Normas

1 - Reto conhecimento.
2 - Reta intenção.
3 - Reta palavra.
4 - Reta ação.
5 - Reta vida.
6 - Reto esforço.
7 - Reto saber.
8 - Reta meditação.

Os Mandamentos

1 - Não matar
2 - Não roubar
3 - Não tomar a mulher do próximo
4 - Não mentir
5 - Não ingerir bebidas alcoólicas
6 - Resignar-se no sofrimento
7 - Meditar sobre o sofrimento dos vivos
8 - Participar das dores e alegrias dos outros
9 - Ser benevolente
10 - Perdoar as ofensas

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