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Como Evangelizar Adventistas?

Amados irmãos,

Graça e Paz!

"Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos." Judas 1:3

Embora considere algumas doutrinas ensinadas pela a IASD como heterodoxas, não concordo com as atitudes de alguns irmãos apologistas que defendem o Evangelho da Graça de Deus, atacando pessoas ao invés de combaterem suas doutrinas errôneas.

Sim, existem certas doutrinas ensinados pela IASD que um verdadeiro seguidor de Jesus Cristo precisa colocar "Na Mira da Verdade" (João 17:17), no entanto isso deve ser feito sem denegrir ou ofender as pessoas que professam a fé Adventista.

Devemos motiva-los a fazerem seu próprio estudo diligente das Escrituras, para que possam sanar suas dúvidas e tirar suas próprias conclusões a respeito da enorme diferença entre o Adventismo e o simples Evangelho da Nova Aliança da Graça de Deus em Cristo Jesus.

Breve Introdução ao Adventismo do Sétimo Dia

Será que a Igreja Adventista do Sétimo Dia é como muita gente pensa, uma denominação igual às outras, tendo como única diferença a guarda do Sábado?

Muitos cristãos, na melhor das hipóteses, vagamente estão conscientes de que o Adventismo é de alguma forma, diferente.

Este site desafia o leitor a perguntar e responder para si mesmo duas questões centrais: As diferenças são reais? E se assim for, são importantes?

Nosso compromisso é alertar o povo de Deus sobre esse movimento que afirma e promove muitos e graves erros como a inspiração dos escritos de Ellen G. White (comprometendo o Sola Scriptura), a doutrina do Juízo Investigativo (comprometendo a Justificação pela Fé), e a doutrina de que aqueles que não guardam o Sábado (para a IASD o Selo de Deus), serão marcados pelo anticristo por adorarem a Deus no Domingo (para a IASD a Marca da Besta). Desviando sutilmente assim nosso olhar de Cristo e sua obra na cruz, para a guarda da Lei (Antigo Pacto) e nossas próprias obras (comprometendo a Graça).

Apresentaremos muitas evidências bíblicas de que a Igreja Adventista do Sétimo Dia vem anunciando, desde sua origem conturbada, um "outro evangelho", muito semelhante ao registrado na epístola aos Gálatas.

"Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho; Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema." Gálatas 1:6,9 

Ao expormos seus erros doutrinários temos grande esperança de que o Espírito de Cristo liberte da escravidão espiritual incontáveis Adventistas que precisam ouvir o Evangelho proclamado como Deus planejou. Vem Senhor Jesus!

A VERDADE SOBRE O ADVENTISMO

Muitas pessoas tem dificuldades em compreender os Adventistas do Sétimo Dia. Isso ocorre porque a partir da década de 1950 eles começaram a buscar a aceitação das igrejas evangélicas, Cristãos nascidos de novo. Começaram um diálogo com Walter Martin (apologista cristão que fundou o Christian Research Institute, no Brasil ICP) por insistência de Donald Grey Barnhouse.

O que se seguiu foi uma espetacular operação de relações públicas, iniciando um encobrimento das verdadeiras doutrinas do Adventismo. Adventistas querem desesperadamente ser aceitos como evangélicos para que possam fazer seu proselitismo (converter Cristãos). Esse blog ajudará você a conhecer muitas coisas que andam escondendo de você.

História Adventista


O mundo estava para acabar em 1844 com a Segunda Vinda de Cristo, prevista por William Miller, um pregador itinerante da igreja Batista da Nova Inglaterra. Seguidores de Miller condenaram todas as igrejas da época como apóstatas e "Babilônia", advertindo os cristãos a saírem delas. Um grande número de pessoas aderiram ao movimento do "advento", o qual cresceu rapidamente. (Melton, J. Gordon, Encyclopedia of American Religions, Vol. 2, pp. 21–22).

Entrando no Descanso de Deus: Um Estudo de Hebreus 3 e 4

Um estudo sobre o "Descanso de Deus na Criação" (Gn 2:2-3). Você ficará maravilhado ao descobrir que o sábado semanal [1] que Deus deu aos filhos de Israel (Ex 20:8) era na verdade uma representação de toda a mensagem evangélica (Lv 23, Cl 2:16-17). A mensagem bíblica da salvação pela graça, não por obras (Ef 2:8), "pois todo aquele que entra no descanso de Deus, também descansa das suas obras, como Deus descansou das suas." Hebreus 4:10.

Estudo Pessoal sobre o Sábado - Ex-Pastor Adventista Greg Taylor


Estudo Pessoal sobre o Sábado por Greg Taylor (Ex-Pastor Adventista). Para ler seu Testemunho clique aqui.

A NOSSA JORNADA BÍBLICA

Para começar, Paula e eu [Greg] separamos matérias relacionadas com nosso estudo. Nós tínhamos as edições originais que eram de nosso interesse. Portanto, nós tentamos fazer nosso próprio estudo e não nos influenciarmos por conclusões de outros. Eu levarei você ao caminho que percorri.

O Sábado em Gênesis é um "Memorial da Criação"?


Como argumento para reivindicar que a guarda do Sábado continua vigente para os Cristãos da Nova Aliança, os Adventistas do Sétimo Dia ensinam que o Sábado do sétimo dia é um "memorial da criação" originado no Jardim do Éden. Afirmando assim que o Sábado é um mandamento dado na criação (como o casamento) para toda a Humanidade. Mas é isso o que a Bíblia diz?

Vejamos Gênesis 2:2-3:

"E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera." 

O que podemos encontrar nessa passagem?

  • A criação foi concluída em seis dias.

  • Deus descansou no sétimo dia.

  • Deus abençoou o sétimo dia.

  • Deus santificou o sétimo dia.

  • A razão pela qual Deus santificou o sétimo dia foi porque Ele descansou nele.

O que NÃO encontramos nessa passagem?

  • NÃO encontramos na passagem da criação sobre o sétimo dia a fórmula "e houve tarde e houve manhã, o sétimo dia", como ocorre nos outros seis dias da criação.

  • NÃO encontramos nenhuma menção da palavra "Sábado", no livro de Gênesis.

  • NÃO encontramos nenhum mandamento para a humanidade descansar no relato de Gênesis. (A Bíblia relata que a primeira vez que alguém foi ordenado a guardar o Sábado foi em Êxodo 16:23-30.) 

  • Nada é mencionado expressamente do homem em relação ao descanso do sétimo dia da criação.

Nota: Quando Moisés menciona o Sábado em Êxodo 20:11: "Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou." Moisés está ensinando aos judeus no Sinai PORQUE estavam guardando o Sábado, e não QUANDO o Sábado foi instituído.

O que o Santo Espírito de Deus nos revela sobre essa passagem?

  • O sétimo dia de "descanso" de Deus foi, provavelmente, caracterizado por seu prazer em suas novas criações e em comunhão aberta com Adão e Eva num ambiente livre do pecado, no perfeito Éden. 

  • As condições que caracterizaram o "descanso" de Deus provavelmente teriam continuado se não fosse pelo pecado do homem. 

  • O sétimo dia da Gen 2:2-3 pode ter sido um dia normal como eram os primeiros seis dias da criação, ou pode ter sido um período de tempo indefinido (o descanso de Deus continuaria por tempo indeterminado). Hebreus3-4

  • O relato de Gênesis não menciona um fim para o descanso de Deus no sétimo dia. É apresentado como um estado permanente pela omissão da frase "e houve tarde e houve manhã, o sétimo dia". O fato de que o relato de Gênesis é tão cuidadosamente construído indica que essa omissão não foi acidental.

  • Quando o homem pecou, ​​ele foi excluído do DESCANSO de Deus e Deus começou seu TRABALHO de resgate para restaurar o homem de volta para si mesmo.

O Trabalho de Deus para restaurar o Descanso original:

Num certo dia de Sábado onde Senhor Jesus debatia sobre a questão do Sábado com os fariseus, Ele disse:

"Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também." João 5:17

O que é este novo "TRABALHO" que Deus começou imediatamente depois de Adão e Eva pecaram? Em Gn 3:21 lemos que:

"O Senhor Deus FEZ roupas de pele e com elas vestiu Adão e sua mulher."

Este evento foi o início de um "TRABALHO" que continuou ao longo dos séculos, até que seu significado se tornasse plenamente revelado na morte de Cristo. A morte desse primeiro cordeiro, embora não mencionado como tal no relato de Gênesis, foi a sombra da grande verdade que, ao longo dos séculos seguintes, iria se tornar realidade em Cristo Jesus, a justificação pela fé. Ela apontava para a vida e morte vicária de Cristo pela humanidade perdida. Nu Adão e Eva estavam vestidos com roupas feitas a partir da pele do cordeiro - um inocente morto, trocando sua vida pela do pecador. Milênios mais tarde, Paulo iria colocar esta mesma verdade com estas palavras: 

"Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus." 2 Coríntios 5:21

"Pois os que em Cristo foram batizados, de Cristo se revestiram." Gálatas 3:27


A obra da redenção foi o trabalho que Deus começou quando o homem pecou e foi expulso do descanso do Éden. Este trabalho continuará até que o homem seja restaurado ao verdadeiro descanso de Deus. (Hb 3:17 - 4:11) Jesus é o nosso descanso sabático, e não um período de tempo de 24 horas. (Mateus 11:28)

Você já encontrou Descanso em Cristo?

Você sabia que a palavra sabbatismos é encontrado apenas uma vez na Bíblia?

"Assim, ainda resta um descanso sabático [sabbatismos] pois todo aquele que entra no descanso de Deus, também descansa das suas obras, como Deus descansou das suas [Gn 2:2-3]. Portanto, esforcemo-nos por entrar nesse descanso, para que ninguém venha a cair, seguindo aquele exemplo de desobediência." (Hebreus 4:9-11, NVI).

O Sábado da antiga aliança era apenas uma sombra da obra de Cristo. Hebreus 3 e 4 confirmam isso. Resta apenas UM Sábado (Hb 3:17 - 4:11) na Nova Aliança, os outros foram abolidos na cruz, os quais eram sobras de realidades encontradas em Cristo (Col. 2:16, 17). Que sábado (descanso) é esse? O Senhor Jesus, Ele é o verdadeiro repouso do Sábado. Temos um novo dia, "Hoje", esse é o descanso do Evangelho. (Hb 4:7)

"Vinde a mim ... e eu vos aliviarei ... encontrareis descanso [sabbath] para as vossas almas." (Mateus 11:28)

Em Cristo, nossa Esperança e Descanso.

Hélio S. Júnior

Veja Também:

É o Sábado uma ordenança da criação? por Wesley Ringer
Título Original: Is the Sabbath a Creation Ordinance?
Tradução: Google Translate

Escute:

Quer saber como o homem perdeu e como o Senhor Jesus nos fez entrar no Descanso de Deus escute ou baixe em MP3:

Os 10 Mandamentos para Adventistas


I. Não dividirás a primeira aliança em leis morais e cerimoniais!

II. Não mudarás arbitrariamente a definição de termos como "mandamentos" e "Lei" nas passagens para evitar contradições com a sua própria teologia.

III. Perceberás que no livro de Gênesis não consta a palavra "Sábado" e que em nenhum lugar do Novo Testamento é dado um mandamento para guarda do Sábado, em vez disso, ele diz que o sábado foi abolido!

IV. Jamais deverás citar erroneamente o texto de Mateus 5:17 (jota ou til) como uma prova para a guarda do Sábado.

V. Não farás da guarda de dia (Sábado) uma lei moral, quando é claramente uma lei cerimonial.

VI. Não ensinarás que, se os Dez Mandamentos foram abolidas, podemos roubar e cometer adultério.

VII. Embora você possa não gostar disso, saberás que a atual e histórica "posição oficial" da Igreja Adventista do Sétimo Dia e mais outras igrejas sabatistas é que o culto de domingo é a marca da Besta.

VIII. Lembra-te que os dois maiores mandamentos não eram os Dez Mandamentos.

IX. Pararás de deturpar a história, ignorando o fato de que os primeiros cristãos sempre adoraram no primeiro dia (Domingo) e nunca guardaram o Sábado!

X. Não dirás que Ellen G. White foi uma profetisa inspirada, quando na verdade ela plagiou (copiou) a maioria de seus principais livros da biblioteca local, incluindo muitos do que ela disse serem visões de Deus!


Quer saber mais sobre o assunto? Visite:

ADVENTISMO NA MIRA DA VERDADE!

Por que os cristãos adoram aos domingos quando o mandamento designa o sábado como dia de adoração? Êxodo 20.8-11

A MÁ INTERPRETAÇÃO: Esse mandamento ordena que o sétimo dia da semana, o sábado, seja o dia do Se­nhor, separado para repouso e adoração. Contudo, no Novo Testamento, a igreja cristã começou a adorar e repousar no primeiro dia da semana, que é o domingo. Os cristãos estão violando o mandamento do sábado, adorando no primeiro dia da semana ao invés de fazê-lo no sétimo dia? Grupos como Adventistas do Sétimo Dia pensam assim.

CORRIGINDO A MÁ INTERPRETAÇÃO: A base para o mandamento de observar o sábado, conforme es­crito em Êxodo 20.11, é que Deus repousou no sétimo dia após seis dias de trabalho, e que Deus abençoou e santificou o sétimo dia. O dia de sábado foi instituído como um dia de repouso e adoração. O povo de Deus deveria seguir como exemplo o modelo de trabalho e repouso de Deus. Contudo, Jesus — corrigindo a visão distorcida dos fariseus — disse: "O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado" (Mc 2.27). O ponto destacado por Jesus foi que o sába­do não foi instituído para escravizar pessoas, mas para beneficiá-las. O espírito de observância ao sábado teve continuidade no Novo Testamento mediante a obser­vância do repouso e da adoração no primeiro dia da semana (At 20.7; 1 Co 16.2).

Deve ser lembrado que, de acordo com Colossenses 2.17, o sábado estava na condição de "sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo. A observância ao sába­do estava associada à redenção em Deuteronômio 5.15, onde Moisés declarou: "Porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito e que o Senhor, teu Deus, te tirou dali com mão forte e braço estendido; pelo que o Senhor, teu Deus, te ordenou que guardasses o dia de sábado". O sábado era uma sombra da redenção que se­ria dada em Cristo. Simbolizava o descanso de nossos trabalhos e a nossa entrada no repouso de Deus, dada através da obra consumada por Ele.

Embora os princípios morais expressos nos manda­mentos sejam reafirmados no Novo Testamento, o man­damento de se separar o sábado como um dia de repou­so e adoração é o único que não foi repetido. Existem razões muito boas para isso. Aqueles que crêem no Novo Testamento não estão sujeitos à lei do Antigo Testamen­to (Rm 6.14; 2 Co 3.7,11,13; Gl 3.24,25; Hb 7.12). A partir da ressurreição de Jesus no primeiro dia da semana (Mt 28.1), suas contínuas aparições nos domingos que se seguiram (Jo 20.26), e a descida do Espírito Santo em um domingo (At 2.1), a Igreja Primitiva passou a ter como modelo o domingo como dia dedicado à adora­ção. Isso faziam regularmente. A adoração aos domingos foi posteriormente consagrada por nosso Senhor, que apareceu a João na última grande visão no "Dia do Se­nhor" (Ap 1.10). É por essas razões que os cristãos ado­ram aos domingos, ao invés de adorar no sábado judaico. Sobre o mesmo assunto, veja os nossos co­mentários acerca de Atos 17.1-3.


Resposta as Seitas - 
Norman G. Geisler e Ron Rhodes -
CPAD - Casa Publicadora das Assembleias de Deus

Os dez mandamentos foram destinados à Igreja de Cristo ou somente a Israel?

Vemos na Bíblia, a Palavra de Deus, mandamentos específicos para os israelitas, constantes do Antigo Testamento. E mandamentos exclusivos para a Igreja, apresentados ou confirmados no Novo Testamento.

Muitos dos mandamentos para os seguidores de Cristo são novos, inéditos. Alguns até constam da lei mosaica, mas não aparecem no Decálogo, como o que menciona o amor ao próximo (Lv 19.18), o qual o Senhor Jesus apresentou como segundo mandamento, em importância: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22.39).

Há também os mandamentos que foram baseados na lei mosaica. Lembremo-nos de que esta, segundo o ensinamento do próprio Senhor, perdurou até a sua manifestação (Jo 1.17; Rm 10.4). E isso não é pensamento de dispensacionalista! Jesus disse que “todos os profetas e a lei profetizaram até João [Batista]” (Mt 11.13).

Em Lucas 16.16, também está escrito: “A Lei e os Profetas duraram até João; desde então, é anunciado o Reino de Deus”. Quem defende a aplicação da lei mosaica para o povo do Novo Testamento não observa que, naquela época, havia punições de ordem física para quem não cumprisse as ordenanças (Êx 21.23-25). Mas é importante observar que uma parte da lei dada a Moisés foi tomada como base para a formulação dos mandamentos transmitidos à Igreja do Senhor.

Quanto aos dez mandamentos, seus destinatários originais são — clara e inequivocamente — os israelitas (Êx 20.1,2; Dt 5.1-6). A lei mosaica, como um todo, e o Decálogo (um resumo dessa lei) não devem ser guardados pelos cristãos. Entretanto, devemos observar que quase todos os dez mandamentos (nove, mais precisamente) foram retransmitidos pelo Senhor Jesus e pelos apóstolos, de modo ampliado ou modificado.

1) Não terás outros deuses diante de mim. Este mandamento foi repetido aos seguidores de Jesus por Ele mesmo e pelos apóstolos: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e todo o teu pensamento” (Mt 22.27).Trata-se do primeiro e grande mandamento (v.38). Todos os povos da terra devem saber que somente o Senhor deve ser adorado (cf. Mt 4.10; At 19.26).

2) Não farás para ti imagem de escultura [...]. Não te encurvarás a elas nem as servirás. Especificamente sobre imagens de escultura, Paulo falou em 1 Coríntios 12.2: “Vós bem sabeis que éreis gentios, levados aos ídolos mudos, conforme éreis guiados”. Mas o conceito de idolatria foi ampliado no Novo Testamento (cf. Gl 5.20; 1 Co 5.11; 10.7,14; 1 Jo 5.21).

3) Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão. Vemos similaridade desse mandamento com 2 Timóteo 2.19: “qualquer que profere o nome de Cristo aparte-se da iniquidade”.

4) Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Este mandamento foi transmitido exclusivamente aos israelitas e aos estrangeiros que habitassem com eles (Êx 31.13; Is 56). Trata-se de uma aliança, um sinal, entre Deus e Israel (Êx 31.14-18). O Senhor Jesus nunca ensinou os seus discípulos a guardarem o sétimo dia (Mt 12.1-14; Mc 3.4). A instituição da guarda do sábado não se deu em Gênesis 2.1-3. Ali, Deus apenas santificou o sétimo dia, após ter concluído a obra da Criação. A instituição da guarda do sábado se deu oficialmente depois da saída do povo de Israel do Egito (Êx 16 e 20; Dt 5.12-15). Ao contrário do que asseverou Ellen G. White, em O Grande Conflito, e Charles Hodge, em sua Teologia Sistemática, não há nenhuma evidência de que Adão, Enoque, Noé, Abraão, Isaque, Jacó e José guardavam o sábado.

5) Honra a teu pai e a tua mãe. Este é o primeiro mandamento com promessa e foi retransmitido à Igreja do Senhor (Mc 7.10; Ef 6.2).

6) Não matarás. Ao discorrer sobre este mandamento, o Senhor Jesus o ampliou, haja vista o mandamento transmitido aos israelitas não ter previsto punição para agressões verbais (Mt 5.21,22). Observe o que está escrito em 1 João 3.15: “Qualquer que aborrece a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem permanecente nele a vida eterna”.

7) Não adulterarás. Este mandamento também foi ampliado pelo Senhor, visto que a lei mosaica não contemplava o aspecto psicológico (Mt 5.27-32). Na aludida lei, um adultério só era concretizado quando havia conjunção carnal, e esta era punida com pena de morte (Lv 20.10). A graça, por assim dizer, é mais exigente que a lei mosaica. Por outro lado, a misericórdia divina é maior nesses tempos neotestamentários (Rm 5.20).

8) Não furtarás. A mensagem divina de reprovação ao furto é reprisada e repisada em Efésios 4.28: “Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade”.

9) Não dirás falso testemunho contra o teu próximo. Jesus abordou o falso testemunho, ao discorrer sobre o julgamento calunioso: “Não julgueis, para que não sejais julgados” (Mt 7.1).

10) Não cobiçarás. O apóstolo João alude ao pecado da cobiça em 1 João 2.15-17, ao mencionar a concupiscência dos olhos. E Paulo, aludindo aos pecados dos israelitas durante a peregrinação no deserto, alertou: “E essas coisas foram-nos feitas em figura, para que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram” (1 Co 10.6).

Amém?

Ciro Sanches Zibordi

Por que a guarda do sábado não é um mandamento para os cristãos?

Alguns internautas me fizeram as seguintes perguntas sobre a guarda do sábado: “Se guardar o sábado hoje é legalismo, por que o próprio Cristo o guardou, ao andar na terra? A instituição da guarda do sábado é anterior à lei mosaica; ocorreu em Genesis 2, quando ainda não existia Israel. Isso não significa que esse mandamento é para todos povos? Como defender que esse mandamento não é para a Igreja, se em Êxodo 20 e Isaías 56 menciona-se o estrangeiro?”

É importante observar que o Senhor Jesus respeitava os costumes dos judeus, a ponto de ter sido circuncidado por seus pais ao oitavo dia! Por que os guardadores do sábado não fazem o mesmo? Guardar a lei não é apenas observar os dez mandamentos. Estes são apenas um resumo da lei mosaica. Veja o que o apóstolo Tiago disse: “qualquer que guardar toda a lei e tropeçar em um só ponto tornou-se culpado de todos” (2.10).

A posição do Mestre sobre o sábado é clara. Leia Mateus 12.1-14. Ele nunca ensinou os seus discípulos a guardarem o sétimo dia. Por que Ele não fez isso, já que tal mandamento é tão relevante? Ao ser questionado pelos religiosos, Ele não fez a mínima questão de salientar que o tal mandamento é atemporal e aplicável à sua Igreja. Ele preferiu responder como outra pergunta: “É lícito no sábado fazer bem ou fazer mal? Salvar a vida ou matar? E eles [os fariseus] calaram-se” (Mc 3.4).

Note que a lei e os profetas duraram até João Batista (Lc 16.16). Este profeta viveu no período neotestamentário, mas seu ministério obedeceu aos parâmetros prevalecentes no Antigo Testamento. Com a manifestação do Verbo de Deus, além do ministério profético veterotestamentário, a lei mosaica deixou de vigorar. Ele inaugurou um novo tempo! A graça e a verdade vieram por Jesus Cristo (Jo 1.17; Rm 10.4). Meditemos em Gálatas e tenhamos cuidado com o “outro evangelho” (1.6-12).

Quem disse que a instituição da guarda do sábado se deu em Gênesis 2? Ali, Deus apenas santificou o sétimo dia, após ter concluído a obra da Criação. A instituição da guarda do sábado se deu oficialmente depois da saída do povo de Israel do Egito (Êx 16; 20). Uma coisa está atrelada à outra (Dt 5.12-15). Veja se os patriarcas guardavam o sábado! Abraão, Isaque, Jacó e José o guardaram? Aliás, será que os adventistas já observaram que Deus trabalhou no sétimo dia? “E, havendo Deus acabado no dia sétimo a sua obra [...]” (Gn 2.2).

A guarda do sábado é um mandamento exclusivo para o povo de Israel (Êx 31.13). Isso está escrito na Bíblia. Leia Êxodo 20.1,2, com atenção: “Então, falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão”. Quem foi tirado do Egito, da casa da servidão, a Igreja ou o povo de Israel?

Quanto ao estrangeiro, mencionado em Êxodo 20 e em outras passagens correlatas, é óbvio que ele teria de guardar o sábado também! Todo estrangeiro deve cumprir a lei que vigora no país onde ele reside. Se eu for morar em algum país, como Estados Unidos ou Alemanha, por exemplo, será que viverei lá como se estivesse no Brasil? Claro que não! Terei de respeitar a lei vigente ali.

Aliás, já que estamos discutindo se Êxodo 20 e passagens afins são para Israel ou para a Igreja de Cristo, gostaria de saber se os animais dos irmãos que seguem fielmente o Decálogo também guardam o sábado! Afinal, o mandamento em apreço era extensivo aos animais: “o sétimo dia é sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu [...] nem teu animal” (Êx 20.10).

O texto de Isaías 56 contém uma promessa para Israel a respeito da guarda do sábado. Essa passagem alude ao povo israelita, à semelhança de Êxodo 20. Nesse caso, o que eu asseverei sobre os estrangeiros, acima, também se aplica a todas as passagens correlatas. O que os cristãos observadores do sábado precisam mostrar, na verdade, é o mandamento da guarda do sábado para a Igreja de Cristo, no Novo Testamento! Fica aqui o desafio.

Em Cristo,

Ciro Sanches Zibordi

A Igreja de Cristo deve guardar o sábado ou o domingo? Ou nenhum dos dois?

Tenho lido e ouvido, aqui e ali, que os dez mandamentos são atemporais e devem ser guardados por todas as igrejas cristãs. Quanto à observância do sábado, especificamente, alguns expoentes têm afirmado que ela foi substituída pela observância do domingo, após a ressurreição do Senhor Jesus.

Antes de discorrer sobre esse “domingo sabático”, é importante pontificar que o mandamento alusivo à guarda do sábado é exclusivo para os israelitas. Eles passaram a observá-lo depois da saída do Egito, em alusão ao descanso de Deus, logo após o acabamento da obra da Criação. Ao contrário do que muitos afirmam, o Senhor trabalhou no dia sétimo e, em seguida, descansou (Gn 2.1-3).

De acordo com a Bíblia, há três grupos de povos no mundo: judeus, gentios e Igreja de Deus (1 Co 10.32). Nem todas as ordenanças que o Senhor estabeleceu para os israelitas são extensivas à Igreja. Alguns mandamentos foram dados exclusivamente a Israel. É o caso da guarda do sábado, contida no Decálogo (Êx 20.8). O povo liberto pelo Senhor da escravidão egípcia deveria repousar nos sábados de seus trabalhos, adorar a Deus, além de se lembrar de que foi tirado do Egito com mão forte (Dt 5.15).

Os adventistas do sétimo dia guardam até hoje o sábado, como se fossem israelitas, e priorizam esse mandamento em relação aos outros — tanto que o nome da sua igreja é Adventista do Sétimo Dia, e não Adventista dos Dez Mandamentos. Eles acreditam que a guarda do sábado aplica-se a todas as pessoas, em todas as épocas, sob a alegação de que tal ordenança já era observada mesmo antes da sua confirmação, no Sinai (Êx 16.23). Asseveram, ainda, que foi Deus quem escreveu o Decálogo, com o seu próprio dedo, e não Moisés (Êx 31.18).

Na verdade, todos os dez mandamentos, e não apenas um deles, vinham sendo observados pelos israelitas, antes de sua confirmação no monte Sinai, pois o Senhor já falava com o povo através de Moisés (Êx 3-19). Isso, entretanto, não torna os tais mandamentos atemporais e aplicáveis a todos os grupos de povos.

O Tabernáculo e a forma de culto também foram dados por Deus a Moisés, no mesmo monte Sinai (Êx 21-31). E o Senhor asseverou: “Atenta, pois, que o faças conforme o modelo, que te foi mostrado no monte” (Êx 25.40). Por que os templos adventistas não possuem átrio, lugar santo e lugar santíssimo, conforme o modelo que o Senhor deu a Moisés, no monte Sinai? E as leis dos sacrifícios, por que não são observadas? E as vestes sacerdotais? E as festas?

Alguém argumentará: “Somente o sábado é atemporal porque era observado antes da existência de Israel”. Ora, Abraão também oferecia sacrifícios antes de Israel existir (cf. Gn 15). Por que os cristãos não oferecem animais a Deus, nos dias de hoje?

Cristo Jesus, o nosso modelo (1 Jo 2.16; 1 Co 11.1), procurava não violar o sábado (Lc 4.16). Mas Ele não estava preso à lei mosaica (Mc 3.1-4). Afinal, “a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo” (Jo 1.17). E Ele, que é o Senhor do sábado, afirmou que este foi feito por causa do homem (Mc 2.26-28), estimulando-nos a termos domínio sobre o sábado.

Nesse período da graça, não precisamos guardar o sábado de descanso, como os israelitas. A Igreja não está debaixo da lei mosaica (Rm 6.14; Lc 16.16; Gl 4.1ss). A Palavra de Deus afirma: “ninguém vos julgue [...] por causa dos [...] sábados, que são sombras das coisas futuras” (Cl 2.16,17). Isso não significa, evidentemente, que devemos desobedecer aos outros mandamentos.

Dos dez mandamentos mencionados em Êxodo 20, nove foram repetidos no Novo Testamento, sendo extensivos à Igreja de Deus. Entretanto, não há nenhuma menção à necessidade de observar a guarda do sábado. A Igreja adotou, desde o primeiro século, um dia no qual se dedica a Deus e à sua obra: o domingo, dia da ressurreição do Senhor. Mas não vemos em nenhum lugar do Novo Testamento um mandamento similar ao que foi dirigido aos israelitas. Nós não precisamos guardar o domingo!

À semelhança da igreja do primeiro século, nós temos atradição de nos reunirmos no domingo (At 20.7; Mc 16.2,9; 1 Co 16.2; Ap 1.10). Quem guarda o sábado ou o domingo em lugar do sábado, como se isso fosse um mandamento de Deus, está abraçando o legalismo.

Para os israelitas, não guardar o sábado significava quebrar a aliança mosaica (Is 56.4-6; Êx 31.15). Para nós, não cultuar a Deus no domingo — considerado “o dia do Senhor” — ou em outro dia aprazível não denota quebra de pacto com o Senhor. No máximo, revela negligência, no caso do crente que deixa de ir ao culto por qualquer motivo (Ef 5.14-16).

Há expoentes dizendo: “A guarda do sábado é um mandamento eterno, válido para todos os povos em todas as épocas. Por isso, as igrejas cristãs devem guardar o domingo, pois, desde o primeiro século, esse dia passou a substituir o sábado israelita”.

É evidente que precisamos de pelo menos um dia semanal para descanso, a fim de cuidar do “templo do Espírito Santo” (1 Co 3.16,17; 6.19,20). E esse dia, para a maioria dos cristãos, é o domingo, no qual também adoramos a Deus, estudamos a sua Palavra, evangelizamos, etc. Mas o domingo nunca teve para as igrejas cristãs o mesmo peso que o sábado tinha para os israelitas. O cristianismo não é cerimonialista, ritualista ou legalista.

Mas há também o crente domingueiro, que se ausenta — não por necessidade, e sim por negligência — de reuniões semanais importantíssimas, como o tradicional culto de ensino da Palavra de Deus. É o crente legalista, que só vai ao templo aos domingos, como se fosse uma obrigação. Ele acaba perdendo a melhor parte. Conheço igrejas, especialmente no Nordeste, em que o culto de doutrina, realizado no meio da semana, é o mais frequentado, pois o povo gosta do ensino.

Em Romanos 15.4 está escrito: “tudo que dantes foi escrito para nosso ensino foi escrito”. Isso significa que, embora o mandamento da guarda do sábado tenha sido transmitido exclusivamente aos israelitas tirados do Egito, nós podemos também, à semelhança deles, dedicarmos pelo menos um dia para servir ao Senhor. E temos como tradição, e não por força de mandamento, nos reunirmos aos domingos.

Finalmente, o sábado para Israel implicava cessação completa de atividades. Nenhum trabalho podia ser realizado (Êx 16.23; 35.2,3; Jr 17.22; Mc 16.1). Até o comércio estava proibido (Am 8.5). Se tivéssemos de guardar o domingo como substitutivo do sábado israelita, visto que se trata de um mandamento eterno, não teríamos de fazer o mesmo? Que fechem as livrarias e as cantinas dos templos, aos domingos!

Ciro Sanches Zibordi

IASD - Igreja Adventista do Sétimo Dia

Está página é dedicada a todos os Adventistas do Sétimo Dia que estão seriamente dispostos a estudar a validade de suas crenças, colocando-as na mira da Verdade. [...a Tua Palavra é a Verdade. João 17:17 - ACF]

Por que Adventistas do Sétimo Dia guardam o Sábado judaico? Quem foi sua profetisa, Ellen G. White, e o que ela ensinou sobre a salvação e o Senhor Jesus (identificado-o como o Arcanjo Miguel )? Por que os adventistas consideram a adoração no domingo como "a marca da besta?" O que é o "Juízo Investigativo", e como ele nega a crença bíblica de que Jesus pagou totalmente pelos nossos pecados na cruz? Os cristãos precisam estar conscientes dos ensinamentos Adventistas. Descubra o que os membros IASD realmente acreditam, e por quê. Abaixo crenças que contradizem a Bíblia e são ensinados pela IASD.


Introdução:

História Adventista
Breve Introdução ao Adventismo do Sétimo Dia


Lei e a Graça:(em breve)

Lei (Cerimonial / Moral): (em breve)


Alianças (Nova/ Velha): (em breve)

Os 10 Mandamentos/ Lei de Deus:

° Os dez mandamentos foram destinados à Igreja de Cristo ou somente a Israel?
° Mudança da Lei e a Lei da Graça
° A lei traz liberdade ou escravidão? Tiago 2:12
° Jesus veio para pôr um fim na Lei de Moisés? Mateus 5:17-18
° A Bíblia Não Diz Que Jesus Veio Cumprir a Lei em Nosso Lugar
° Derrogação da Lei


Sábado:

Estudo Pessoal sobre o Sábado - Ex-Pastor Adventista Greg Taylor

Entrando no Descanso de Deus: Um Estudo de Hebreus 3 e 4

O Sábado em Gênesis é um "Memorial da Criação"? 

° Jesus, Sócrates e a imortalidade da alma
° Jesus acreditava na imortalidade da alma e no castigo eterno dos perdidos? (Mt 10.28)
° A Alma e o Inferno - Análise de Mateus 10.28
° Qual o sentido de Alma - psyche - em Mateus 10.28?
° Qual o significado de destruir (apolesai) em Mateus 10.28, tormento eterno ou aniquilamento?
° A Imortalidade da Alma e o Castigo Eterno - Conclusão


Sono da Alma / Aniquilacionismo:

º Alma Morre? - Ezequiel 18:4
° Os mortos estão dormindo ou estão conscientes?
° Hoje estarás comigo no paraíso (Lc 23.43)

° Os mortos não sabem coisa nenhuma - Eclesiastes 9:5
° Neste dia perecem deveras seus pensamentos - Salmo 146:3, 4
° Universalismo e Aniquilacionismo - Seis Por Meia Dúzia

º Aniquilacionismo e Sono da Alma X A Sábia Óptica de Salomão Sobre a Vida Após a Morte
° Quando os ímpios forem exterminados, eles serão aniquilados? Salmo 37:9, 34

° Não me detenhas, porque ainda não subi para meu Pai - Jo 20.17
° Se Jesus não tinha ainda ascendido até o Pai, como foi que ele entregou antes o seu Espírito ao Pai? João 20:17
° O inferno é a sepultura ou um lugar de tormento consciente? Mateus 5:29
° Os mortos podem cultuar a Deus, ou eles estão inconscientes? Salmo 115:17



Dieta Alimentar: (em breve)

Expiação: (em breve)

Cristologia: (em breve)

Juízo Investigativo: (em breve)

Ellen Gould White: (em breve)

° A Página de Ellen G. White


Falsas Profecias: (em breve)

° Meteoros que caíram do céu?
° O Desapontamento Adventista


Testemunhos de Ex- Adventistas (envie o seu).

° Do Adventismo para Cristo
° Descansando no Senhor - Hebreus 4.9


Sites recomendados para ajudar pessoas enganadas pelo Adventismo.
(Caso conheça mais algum, por favor, indique-nos)

° http://solascriptura-tt.org/Seitas/index.htm#Advent
° http://www.exadventist.com/

Porque não guardo o Sábado



1. Em Cristo, a "Lei dos Mandamentos" foi derrubada unindo gentios e judeus na Igreja.

Ef 2:14-15: "Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e derribando a parede da separação que estava no meio, na sua carne, desfez a inimizade, isto é a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, ..."


2. Na Nova Aliança há mudança de Lei

Hb 7:12­: "Pois, quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei.".
Hb 7:18-19­: "Portanto, por um lado, se revoga a anterior ordenança, por causa de sua fraqueza e inutilidade (pois a lei nunca aperfeiçoou cousa alguma) e, por outro lado, se introduz esperança superior, pela qual nos chegamos a Deus."

A Lei de Jesus da Nova Aliança é uma só:

"O meu mandamento é este: Que vos amei uns aos outros, assim como eu vos amei" (Jo 15.12; cf. Jo 13.34).

Na verdade, este mandamento fazia parte da Lei no VT (1Jo 2.7;2Jo 5,6; Lv 19.18).

3. O Sábado era sombra de Cristo.

Cl 2.16,17: "Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo."

O sábado significa descanso. Cristo nos trouxe o descanso. Jesus é o descanso para o qual a sombra do sábado apontava (Mt 11.28-30). Jesus é uma antecipação do descanso verdadeiro que os cristãos experimentarão no céu (Hb 4.9).

4. O dia do sábado de Colossenses 2:16 é o sábado semanal.

Esse texto se refere aos sábados semanais. Paulo depois de mencionar comida e bebida, menciona festas (celebrações anuais), lua nova (celebrações mensais) e sábados (celebrações semanais). A única festa
anual, para a qual a palavra sábado foi aplicada, é o Dia da Expiação (Lv 16:31-32).

6. Não há diferença entre "lei moral" e "lei cerimonial"

Não há essa separação na Bíblia. Tudo é uma Lei só.

2 Cr 34:14:­ "...achou o Livro da Lei do Senhor, dada por intermédio de Moisés."
Esdras 7:6­: "...escriba versado na lei de Moisés, dada pelo Senhor Deus de Israel;"
Neemias 8:1, 8, 14, 18­: "...que trouxesse o livro da Lei de Moisés, que o Senhor tinha prescrito a Israel. . . . Leram no Livro, na Lei de Deus, claramente, dando explicações, de maneira que entendessem o que se lia... . Acharam escrito na Lei que o Senhor ordenara, por intermédio de Moisés, que os filhos de Israel habitassem em cabanas, durante a festa do sétimo mês. . . Dia após dia leu Esdras do livro da Lei de Deus, desde o primeiro dia até ao último; e celebraram a festa por sete dias; no oitavo dia houve uma assembléia solene, segundo o prescrito.". Neemias 10.29 etc.

7. Afinal, como Jesus se refere à Lei?

Como um todo, é claro. Jesus não distingue lei moral de lei cerimonial.

Mt 5:19-43: "Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus... Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás,... Não cometerás adultério... Qualquer que deixar sua mulher, que lhe dê carta de desquite... Não perjurarás, mas cumprirás teus juramentos ao Senhor... Olho por olho e dente por dente... Amará o teu próximo e aborrecerás o teu inimigo....”carta de desquite... Não perjurarás, mas cumprirás teus juramentos ao Senhor... Olho por olho e dente por dente... Amará o teu próximo e aborrecerás o teu inimigo....”

Quando Jesus fala de "mandamentos", Ele não está se referindo aos DEZ MANDAMENTOS. Esse é um acréscimo adventista (colocar "dez" antes de "mandamentos"). Mandamento é toda ordenança, ou ordem, ou ensinamento, do próprio Jesus ou de Deus expressos na Bíblia para Israel ou para a Igreja (veja 1Jo 3.22-24; 4.21).

A justiça na Nova aliança deve exceder as leis prescritas por Deus a Moisés, isto é, vai além dos Dez Mandamentos.

8. O sábado era só para os judeus.

Veja Êx 31:12-18­ ; Dt 5:1-3, 12­ ; Ez 20:10-12­.

Observe os requisitos para se guardar o Sabbath: não sair de sua casa (Êx 16:29); não poderia acender fogo em casa (Êx 35:3); e não poderia fazer ninguém trabalhar (Dt 5:14).

A pessoa que quebrasse a lei do Sabbath seria colocada à morte (Êx 31:15; Nm 15:32-35). Portanto, o castigo está associado à guarda do sábado. Para que haja coerência de procedimentos, quem guarda o sábado deveria, no caso de violação, aceitar o castigo correspondente. A guarda desse dia e o castigo pela desobediência são ordenanças de Deus e fazem parte da mesma Lei.

9. Jesus guardou o sábado?

Sim. Jesus era um judeu nascido sob a Lei (Gl 4:4). Jesus foi circuncidado, ofereceu sacrifícios, dizimou, guardou a Páscoa etc. (Lc 2:21; 5:12-14; Mt 26:18-19).

10. Paulo guardou o sábado?

Não. As Escrituras não ensinam isto. Havia um número de ocasiões em que Paulo ensinou em sinagogas, no sábado (At 18:4 etc.). Mas isso não prova que ele guardou o sábado como um dia santo de descanso.

11. O sábado é mandamento "perpétuo"?

Não. Outros mandamentos do Velho Testamento foram "para sempre" ou "perpétuos": a Páscoa (Êx 12:24); a queima do incenso (Êx 30:21), o sacerdócio Levítico (Êx 40:15), as ofertas de paz (Lv 3:17), a parte dos
sacerdotes nos sacrifícios (Lv 6:18, 22; 7:34, 36), o sacrifício anual de animais pela expiação dos pecados (Lv 16:29, 31,34) etc.

12. Jesus veio revogar a lei de Moisés?

Não. Ele veio "pra cumprir". Mt 5:17-18 diz: 

"Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas: não vim para revogar; vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: Até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da lei, até que tudo se cumpra."

Jesus não veio para demolir ou destruir a lei. De fato, Ele era o cumprimento da Lei. Toda a lei e os profetas haveriam de desempenhar suas funções propostas, até o seu cumprimento em Cristo.

13. Jesus disse para orarem para que sua fuga não fosse no sábado.

Mt 24:20: "Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado." 

Jesus estava considerando a iminente destruição de Jerusalém. Ele aconselhou aos discípulos a orar para que sua fuga não viesse em um tempo difícil, como o inverno ou o sábado. Havia várias razões porque seria mais difícil fugir no sábado. Normalmente, os judeus trancavam as portas da cidade no sábado, e poderiam ser impedidos em sua fuga por judeus fanáticos; o sábado dificultaria a capacidade dos cristãos para comprar os mantimentos necessários para a fuga.

14. O papa mudou o sábado?

Esta afirmação pode ser desmentida historicamente. Tanto Inácio como Justino Mártir se referem aos cristãos adorando (não guardando) no primeiro dia da semana, e eles escreveram no segundo século, muito antes de haver um papa ou uma igreja católica. No ano de 57/58, em Trôade, na Ásia Menor, os cristãos se reuniam no primeiro dia da semana (At 20:7) e Paulo aproveitou para lhes falar.

15. O sábado e a escravidão.

A instituição do sábado está associada à lembrança da libertação da escravidão egípcia (Ex 20:2; Dt 5:15; Ez 20:10). A intenção de Deus em dar o Sabbath a Israel não foi que se lembrassem da criação, mas que se
lembrasse de sua escravidão egípcia e o livramento do Senhor. Ele apontava para Cristo que libertaria da escravidão do pecado.

16. O sábado em Gênesis 2.1-3

Moisés escreveu o livro de Genesis no deserto, milhares de anos depois da criação. Havia um PROPÓSITO DIVINO em incluir o sábado de descanso no relato da criação: enfatizar o Sabbath como SOMBRA de Cristo (Cl 2.16). Não há registro bíblico do Sabbath antes dos filhos de Israel ter deixado a terra do Egito. Em nenhum lugar das Escrituras há qualquer indício de que guardar o Sabbath tenha sido praticado de Adão a Moisés. De fato, a primeira vez que lemos sobre homens guardando o sábado, ou um mandamento para os homens guardarem o sábado, é em Êxodo 16, depois que Moisés tinha guiado os israelitas para fora do Egito.

CONCLUSÃO

Muitos crentes sinceros fecham seus estabelecimentos comerciais ou dispensam empregos que demandem trabalho no sétimo dia da semana. Afinal, o sábado é um sinal de cristianismo? Estaria a Igreja obrigada a guardar o sábado?

Sábado (do hebraico sabbath) significa descanso. No Antigo Testamento, os israelitas deveriam descansar no sétimo dia em memória a libertação da escravidão egípcia (Ex 20.1; Dt 5.15).Mas o sábado tinha um significado maior: apontava para o futuro descanso de redenção que Deus realizaria em favor do Seu povo.

O apóstolo Paulo adverte: 

"Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo." (Cl 2.16,17). 

O texto fala de eventos anuais (dia de festa), mensais (lua nova) e semanais (sábados).

O sábado judaico era apenas uma “sombra”, uma profecia da redenção que ocorreria através de Jesus Cristo. Mas agora a redenção já se realizou. Jesus veio e cumpriu a profecia (Mt 5:17-18).

Jesus é o descanso para o qual a sombra do sábado apontava. Jesus é também uma antecipação do verdadeiro descanso que os cristãos experimentarão no céu (Hb 4.9).

Embora deva evitar qualquer julgamento preconceituoso (Rm 14.1-12), você agora possui uma nova perspectiva sobre o descanso da redenção: não um dia, mas Jesus Cristo.

O Sabbath foi estabelecido para Israel, não para a igreja. O Sabbath ainda é sábado, não domingo, e nunca foi mudado. Mas o Sabbath é parte da Lei do Velho Testamento, e os cristãos são livres da servidão da Lei (Gl 4:1-26; Rm 6:14).

Guardar o Sabbath não é algo cobrado dos cristãos, seja um sábado ou domingo.

FIM

Roberto Marques é ex-adventista. Teólogo, mestre em Missiologia e doutor em Teologia, hoje é membro da Igreja Batista Nova Esperança.

Descansando no Senhor - Hebreus 4.9



“Portanto, resta ainda um repouso para o povo de Deus”. (Hb 4.9)  

Meu caro(a) participante entre os sabatistas, eu não conheço você. Mas gostaria que você pudesse ler as linhas que eu e minha esposa, de todo coração, enviamos a você. Não queremos ofendê-lo,mas falar sobre o que Deus fez em nossas vidas. Ainda existem pessoas que amamos que são adventistas. Temos orado por elas. Deus te abençoe ao ler estas poucas linhas.

Tentando conseguir a salvação

Quando vivíamos sob o julgo do credo sabatista-judaizante não entendíamos nem discerníamos (1ªCo-2.14) o que Deus pretendia ao estabelecer um dia como o dia de sabath. Isto nos afligia a alma. Deus havia descansado no dia sétimo e, isso indicava que deveríamos descansar no sábado, conforme a argumentação sabatista feita pela Sra.White, levando nos ombros uma sobrecarga adicional imposta pelos homens? Deveríamos carregá-la e viver como um cristão-judeu fiel, policiando cada passo nos dias do sábado semanal como o conhecemos hoje, enquanto nossos pensamentos nos traíam a cada segundo? Sentíamos que, se abandonássemos a igreja, o espírito de profecia, o sábado como entendem os adventistas, a abstenção de comidas, as doutrinas da Sra White, perderíamos a única chance que tínhamos de escapar de tão terrível sentimento de condenação eterna. Ali estava aquele “barco da salvação” tal qual nos dias de Noé, a igreja remanescente, o lugar em que estávamos protegidos, ainda que não tivéssemos tanta certeza disso.

Misturavam-se aos nossos dias o apego sincero às pessoas que conhecíamos dentro da igreja, uma enorme vontade de encontrar um descanso espiritual, a frustração e a angústia de olharmos para nós mesmos e percebemos que ainda estávamos vazios e sem nenhuma certeza de que Deus aceitaria nosso sacrifício. A única certeza real de tudo era a de que merecíamos um inferno que nos negávamos a acreditar que existia, embora sobre ele encontrássemos mais passagens na Bíblia do que passagens que nos falavam sobre o céu. Como aquelas que encontramos em Deuteronômio 32:22; Salmos 9:17; Provérbios 5:5; 9:18; 15:24; 23:14; 27:20, Oséias 13:14 e I Coríntios 15:55; Mateus 3:10 e 12; 5:22; 10:28; 16:18; 18:8-9; 25:41-46; Marcos 9:43-48; Lucas 3:17; 16:19 a 31; João 15:6; II Pedro 2:4; Apocalipse 1:18; 6:8; 14:11; 20:10 e 14, dentre algumas outras tantas mais.

Era como se a cada semana houvesse uma obrigatoriedade de se escalar um paredão íngreme, frio e escorregadio, com nossas próprias forças, diante de um Deus amoroso que nos olhava distante, dentro de um santuário, cheio de compaixão, Juiz Investigativo, que nos entregava à nossa própria luta pessoal pela salvação, pois Jesus havia feito a parte que Lhe cabia e agora devíamos fazer a nossa própria parte. E enquanto rolávamos paredão abaixo, escorregando pela nossa incapacidade e sendo arrastados pela corrente que nos prendia ao peso do pecado, acumulado aos nossos pés em centenas de pegajosas toneladas, o inferno permanecia com suas labaredas vívidas e assustadoras, logo abaixo de nós, nos dando a certeza de que lá merecíamos ir, não importa o que fizéssemos de bom. Não éramos bons, afinal de tudo. Não éramos! Não somos! E imundos, despencávamos a cada dia. (Isaías 64:6)

E enquanto assim vivíamos, débeis, cobertos por uma capa de religiosidade, porém perdidos e angustiados, incansavelmente repetíamos frases como: “Inferno não existe, inferno não existe! Mas se eu largar o sábado, se eu sair da igreja, se eu não fizer minha parte, é lá que eu vou cair”. Seria patético senão fosse extremamente trágico.

Parecia óbvio, do ponto de vista humano, que nossa obrigação era obedecer, mas era desgastante o contraste entre aquilo que vivíamos, para aquilo que deveríamos realizar, o que líamos nos escritos da Sra White como novas revelações e o que nos é dito na Palavra de Deus (Hebreus 1:1, Apocalipse 22:18-19). As pregações que ouvíamos utilizavam certas passagens que, usadas e modo a serem forçadas a nos pressionar, distorcidas par nos subjugar, criavam em nós a sensação de maior distância do céu, embora quiséssemos conseguir salvação, e a queríamos entre os adventistas, ela não estava lá, mais precisávamos continuar procurando lá. Era nossa única alternativa! Ou isso ou o mundo! E quão orgulhosos e arrogantes ficávamos por assim pensar. “Ou aqui ou o mundo, não havia outro lugar!”. Cheios de nossas próprias incredulidades, soberbos, enganados e desesperados.

Essa lavagem cerebral nos empurrava ladeira abaixo e, mais ainda, em um esmagador desalento, já que não tínhamos para onde ir, nem outra resposta ou caminho, ou profeta maior que a Sra White e seus ensinos, sua práticas (João 14:6, Atos 4:12, Gálatas 1:6-10; 3:1-14; 5:10; I Timóteo 1:3-11). E o que mais nos impressionava era que no fundo a odiávamos, embora abraçássemos suas doutrinas, suas regras, seus pontos de vista sobre a Bíblia, nosso coração ardia de ódio e rancor por ela. E embora lêssemos a Bíblia, era como se algumas palavras nos fossem obscurecidas, e não pudéssemos ver e enxergar o que elas queriam realmente dizer (II Coríntios 2:44). Que descanso poderíamos lá encontrar para nossas almas? Que descanso você poderá achar para a sua? Eu lhe respondo: nenhum! Nem no mundo, nem no seio desta terrível seita.

O mais impressionante disto tudo, era que não queríamos ir a JESUS para termos vida (João 5:40). O que quero dizer com isso? Nosso desejo não era de crer simplesmente em Jesus e em Sua obra, Seu sacrifício. Somente crer era pouco demais, simples demais. Todas as células e átomos do nosso corpo se recusavam a ir na direção apontada pela Bíblia, enquanto lutávamos por manter-nos dentro dos padrões da seita.

Tínhamos que continuar a acreditar naquelas doutrinas da Sra White e não abríamos mão daquilo por nada, nem pela Bíblia, nem por Jesus Cristo. Toda nossa vontade era contrária ao que diz a Palavra de Deus, embora soubéssemos nossa condição de condenados. Para nós, até mesmo algumas passagens da Bíblia, não queríamos que estivessem lá. Um dos mais claros exemplos era a passagem de Lucas 16:19 a 31. Se pudéssemos arrancaríamos aquela página. Não ouvíamos, não queríamos. Não havia como decidir entre crer ou não. Tudo em nós, cada molécula de nosso corpo, cada porção de vontade era contrária a tudo que Deus revelou na Sua Palavra. Queríamos que a Bíblia apenas confirmasse aquilo que acreditávamos e não queríamos acreditar naquilo que ela estava dizendo.

Tudo em nós sendo mal e perverso (Gênesis 6:5; 8:21; Eclesiastes 9:3; Jeremias 17:9-10; Marcos 7:21-23; João 3:19; Romanos 8:7-8; I Coríntios 2:14; Efésios 4:17-19; 5:8; Tito 1:15). Nosso livre-arbítrio era apenas um escravo da nossa natureza pecaminosa. Não queríamos ir a Cristo para termos vida (João 5:40).

Outro profeta, outra igreja verdadeira

Certa manhã, estávamos em casa. Eu havia sido demitido da empresa em que trabalhava e fazia algum tempo ministrava aulas em uma faculdade particular. Ouvimos alguém bater à porta. Eram dois “élderes” da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos últimos Dias, os mórmons. Os recebemos algumas vezes, eles sendo muito simpáticos. E, de certa forma, eles pregavam o que todos pregam, de forma superficial. Sutil, seria uma palavra adequada. Até que chegou o dia em que deixaram de lado a Bíblia e passaram a nos mostrar o Livro dos Mórmons, escrito pelo profeta Joseph Smith. Joseph Smith havia sido escolhido por Deus, segundo eles, para restaurar a igreja remanescente. A igreja onde estavam, a verdadeira e fiel igreja. Deveríamos ir até lá ou não seríamos salvos, estaríamos perdido por recusar a verdade. Ora, a verdade em outra igreja senão a adventista? Não tínhamos nossa profetisa? Não eram os adventistas o remanescente fiel? Lembro-me como naquela noite um sentimento de que algo estava errado invadiu nossas vidas. Retiramos da sala os livros da Sra White, colocamos a Bíblia sobre o sofá, e nos ajoelhamos. Dissemos em nossa oração:

“Deus, aqui está a Tua Palavra. Sabemos que temos tentando ganhar a salvação por nossas próprias forças. Nos arrependemos de tão grande pecado e de todo o pecado que há em nós. Aqui, em nosso lar, a partir de hoje, só valerá o que está escrito na Tua Palavra. Mostra-nos, Senhor, a Tua Salvação. Salva-nos, pois estamos perdidos e não temos como realizar obras para nos salvarmos. Salva-nos, clamamos a Ti. Faremos o que Tu desejares.”

Minha esposa derramava muitas lágrimas. Toda a família dela era adventista. Eu havia, por 20 anos, defendido a fé adventista, e chorava também. Não sabíamos o que estava acontecendo, mas estávamos repudiando parentes, amigos, igreja e própria vida para darmos ouvido à voz de Deus.

Conversões

Tão vívida em minha mente permanece aquela manhã. Lembro-me de que era pouco mais de nove horas. Eu estava lendo a Bíblia e eu a havia lido tantas vezes. Mas um sentimento tão diferente tomava conta de mim. Como adventista eu sempre acreditei que sabia sobre a Bíblia mais do que muitas pessoas que eu conhecia. Mas naquela manhã eu tinha certeza de que nunca havia entendido nada sobre a Palavra de Deus, nunca. E comecei a ler a Epístola aos Efésios, não sei até hoje por que. Foi quando me deparei com Efésios 2:8-9.

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie”.

Senti como se um tapa-olhos ou escamas houvessem caído dos meus olhos. Um peso enorme saiu dos meus ombros. A imagem vívida de um homem carregando o peso da cruz em meu lugar tomou conta de mim, me absorvendo, me envolvendo. Eu me senti livre do peso do pecado, da lei que condena e não pode salvar. Eu me senti um cego que via a luz pela primeira vez. Eu não precisava guardar o sábado e ser um adventista fiel para ser salvo!

Uma força maior que eu mesmo me fez ajoelhar e em lágrimas compreendi que não era por obras, mas pela fé.

“Eu creio, Senhor! E eu aceito tua oferta. Aceito Jesus como meu Único e Suficiente Salvador! Me arrependo de toda minha arrogância de querer salvar a mim mesmo. Jesus levou a cruz em meu lugar e com ela o meu pecado e a lei que me condenava. Eu creio Senhor. Eu creio”.

Nunca havia sentindo tanta alegria e leveza em toda minha vida. Nunca havia compreendido o que significava a oração por receber a salvação. Não meras palavras, mas crer realmente, sem nada a temer. Naquela manhã tive outra certeza além daquela que me perseguia quando procurava me justificar pela lei. Sabia que o inferno não era mais o meu lugar. Deus havia me dado a Salvação e vida eterna, pois cri que Ele morreu para me salvar. E sem as obras da lei, mas pela fé, Ele me deu de graça da água da vida (João 4:14; 11:25-25). Foi maravilhoso. Mas minha esposa, naquele dia, não entendeu nada daquela minha alegria transbordante. Eu mostrava para ela e ela repetia: “Eu não entendo!” Orei por ela naquela noite para que Deus a salvasse também.

Cerca de dois dias depois, pela manhã, voltando de uma reunião na faculdade, minha esposa estava sorridente e seu rosto parecia estar brilhando. Ela olhou para mim e me disse: “Veja o que encontrei na Bíblia!” E mostrou-me João 10:27-30.

”As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão. Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de meu Pai. Eu e o Pai somos um”.

Jesus Cristo dá vida eterna, o verbo no presente, não está no futuro condicional. Ele dá. Minha esposa recebeu a salvação. Nos abraçamos e nos alegramos, com tão grande misericórdia do Senhor. Éramos como aqueles esfarrapados que não queriam ir para Deus e só foram porque Deus os obrigou. (Lucas 14:21-23). Tudo foi obra de Deus. Nada deveu-se a nós. Sentíamos sede da Palavra verdadeira. Queríamos aprender. Mas para onde ir? A única certeza que tínhamos era que não mais para a seita dos adventistas, pois a verdade não é uma igreja. É uma pessoa. (João 14:6)

“Do SENHOR vem a Salvação”. Jonas 2:9

O descanso

Você já se perguntou o por quê de que quando Moisés registrou o relato da Criação, Deus o inspirou a escrever que “Houve tarde e manhã...” cada um dos seis dias da criação (Gênesis 1:5, 8, 13, 19, 23, 31) e , no entanto, não há menção de haver tarde ao fim do dia sétimo (Gênesis 2:2 e 3)?

A palavra sabath tem o sentido de cessação. Quando Deus terminou sua criação Ele “cessou”, nada mais foi criado. Ele encerrou sua criação. Descansou da Sua Obra que havia feito. Esse é o sentido.

Existe uma tradição rabínica que o fim do dia da cessação de Deus, a tarde que faltou ser mencionada para o dia sétimo, nos mostra que o descanso de Deus continua para sempre. Esse descanso de Deus foi concluído na criação, ao terminar (cessar) Ele a Sua obra, Ele providenciou, antes da fundação do mundo (João 17:24; Efésios 1:4; I Pedro 1:20, Apocalipse 13:8) um descanso perpétuo, eterno (Hebreus 4:9). Não houve, nunca jamais, qualquer possibilidade de Cristo falhar em realizar a Sua Obra de Redenção.

E durante todo o capítulo 4 da Epístola de Hebreus, o apóstolo Paulo traça um paralelo com o descanso da criação para que possamos atentar espiritualmente para a verdade grandiosa e maravilhosa de que Deus está disponível a todo aquele que crer, em qualquer lugar, em qualquer época, através de Cristo. A porta da graça ainda está aberta. Ela não se fechou como nos faziam crer os ensinos da Sra White. Havíamos aprendido que só os adventistas fiéis seriam salvos. E pasmem os incautos, eles não existem, nunca existiram! Mesmo a Sra White profetizou até a sua morte, cada ano, uma data para a volta de Cristo (Deuteronômio 18:22, Eclesiastes 7:26). Ela foi uma mentirosa até a sua morte (Apocalipse 21:8, 27).

No paralelo demonstrado no relato de que os Hebreus que acamparam em Cades Barnéia (Números 13 e 14; Hebreus 3 e 4) falharam no acesso à Canaã por causa da sua incredulidade é que nós aprendemos com as lições que aconteceram com Israel a não sermos incrédulos. Esse descanso não tem nenhuma referência com o sábado semanal adventista e não existe nenhuma uma obrigatoriedade de guardá-lo a fim de ganharmos o céu. Mas Deus nos mostrou que qualquer um que creia pode ter este descanso.

Deus terminou sua criação e providenciou o livramento, um descanso eterno para nós. E tudo o que devíamos fazer era crer (João 3:16-18 e 36; 10:27-29; 11:25-26; Efésios 2:8-9; Atos 2:37-39; Romanos 3:21-24; 5:8 e 9; 7:6; 8:1; 10:9-11).

Conclusão

Meu/Minha caro(a) desconhecido(a), se você for adventista recomendo ler todo a epístola de Romanos 1...2...3...4...n vezes, e também a epístola de Gálatas 1...2...3...4...n vezes em contrição, humildemente, atentando para as palavras do Senhor (Hebreus 3:7-11). Nós nos arrependemos de termos tentado salvar-nos por nosso próprios méritos e obras. Aceitamos a Jesus como Único e Suficiente Salvador e Senhor.

Há um hino que aprendemos depois de nossa conversão e gostamos muito de cantar. Ele diz assim em uma de suas estrofes e em seu coro:

Obras não me salvam!
Meus esforços sem cessar
Não me podem transformar,
Nem meu males expiar;
Obras não me salvam!
Foi Jesus que padeceu,
Sobre a cruz por mim morreu;
Por seu sangue que verteu
Pôde assim salvar-me! (Coro)
[Hino 186, Cantor Cristão]

Hoje, eu e minha esposa, damos glória a Deus por Ele nos ter dado acesso ao descanso eterno que há na Sua salvação e em consequência em prazeirosa comunhão. Hoje O servimos em santo temor e amor, mas em fé e confiança, apresentando nossas vidas e sendo transformados pela renovação do entendimento (Rm-12.1). E não mais tememos, mas confiamos (Rm-8.1). E nada disso foi obra nossa. DEUS nos chamou e aproximou d’Ele, toda obra é d’Ele (Sl-65.4;Jô-6.44e 45;Jr-31.3;Os-11.4).

Este é o evangelho da salvação, da completa obra redentora, sem adição das tradições humanas, límpido, translúcido, verdadeiro e eterno. DEUS salva os pecadores, DEUS os chama, pois os escolheu desde a fundação do mundo, os elegeu para crerem (Rm-9.11;11.5a7;11.28a36;1ªTs-1.4;2ªPe-1.10).

Cristo realizou na cruz do calvário o pagamento cobrado pela justiça de Deus, derramando Seu sangue, para remissão dos pecados entregando Sua vida em favor dos que crêem,algo que nunca jamais será repetido e pode salvar completamente aos que se achegam a Ele, pela fé, não pela obras (Ef-2.8e9,Jô-1.12e13).

E há um dia para a entrega total, plena, completa, pelo atuar do Espírito Santo,oferecen-do um coração arrependido, que crê em Cristo como único e suficiente Salvador, e Senhor? Sim. O dia é hoje!

“Determina outra vez um certo dia, HOJE, dizendo por Davi, muito tempo depois, como está dito: HOJE, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais os vossos corações”. Hb 4.7

Há muito ainda o que podemos lhe dizer. Mas gostaríamos de que essas poucas linhas possam despertar em você o desejo de livrar-se de um jugo insuportável e da mentira disfarçada de verdade, despindo-se de toda arrogância e reconhecendo que não consegue ouvir a voz de Cristo (Jo-10.26 e 27). Mas ainda há oportunidade para você.

O nosso desejo e oração é que esta carta chegue até você e Deus abra os teus olhos e entendimento, dando-te discernimento espiritual, para receber dele o descanso eterno que há em Cristo Jesus, Salvador e Senhor (At-16.29a31).

Reconhecendo-se incapaz, arrependendo-se de seus pecados e arrogâncias e entregando sua vida a Jesus Cristo, terás o verdadeiro descanso de Deus, a saber, a salvação.

“Portanto, resta ainda um repouso para o povo de Deus”. Hb 4.9 


Com amor cristão, Miguel Ângelo e Eunice Maciel, ex-adventistas, salvos pela Graça de Deus que há em Cristo Jesus, o Senhor.- E-mail: michael_angelo7ArrobaYahoo.com

Bibliografia Consultada e Recomendada

Bíblia Sagrada, Edição Corrigida e revisada, Fiel ao texto Original. Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil.
HENRICHSEN, A. Walter., Depois do Sacrifício – Estudo Prático da Carta ao Hebreus. Editora Vida. 1985.
KITTLE, Edward. O Livro de Hebreus. Editora Presidente Prudente. Sp. 2002.
SPURGEON, Charles H. Livre Arbítrio, Um Escravo. PES. 2002.
BAALEN, Jan Karen Van. O Caos das Seitas. Imprensa Batista Regular. SP. 1989.
MALGO, Win. Sete Características de Um Verdadeiro Cristão. Chamada da Meia Noite. Porto Alegre. 1999.
JUSTOS, Amilto. Trinta Razões Por Que Não Guardo o Sábado. LEC. Porto Alegre. 1996.
Site Sola Scriptura. http://solascriptura-tt.org
Site Obreiro Aprovado. http://br.geocities.com/batistacatanduva
Site Espada do Espírito. http://www.espada.eti.br

Seminarista Miguel Ângelo Luiz Maciel-Congregação Batista Regular de Águas Claras - (Afiliada à Igreja Batista Regular da Graça) - Manaus-AM. Deus nos abençoe, à medida que nos esforçamos para melhor obedecê-Lo. Hélio de Menezes Silva
http://solascriptura-tt.org/

Quarenta Perguntas aos Adventistas


1. Por quê vocês guardam apenas um dos sábados cerimoniais judaicos ordenados por Deus? A cada sete anos, no sétimo ano, acontecia o ano de sábado, ou sabático. Também o ano do jubileu era um sábado (Levítico 25:1-22). Por que guardam apenas um e deixam de guardar os outros, conforme ordenado por Deus?

2. Por que baseiam tanto a sua religião no dia do sábado judaico, quando sabemos que o Senhor ensinou que tanto a lei como os profetas estão baseados no amor e não em guardar a lei levítica? (Mateus 22:34 – 40; 13:8 Romanos 10).

Obs tradutor: Conheço várias famílias que enfrentam grandes necessidades, fome e privações por que são obrigadas a não aceitarem trabalhar no sábado cerimonial judaico, uma imposição cruel e desumana da religião. Essas famílias não recebem nenhum auxílio da grandiosa, rica e hipócrita Associação Adventista, seja mundial ou local. Será que não vêem que envergonham e contradizem os ensinos do Senhor Jesus Cristo que quer misericórdia e não sacrifício? (Mateus 9:13)

3. Por que é que acendem fogo no sétimo dia, embora isto fosse estritamente proibido na lei levítica? (Êxodo 35: 3). Não percebem que ao fazer isso vocês quebram a lei do sábado cerimonial judaico que pretendem guardar?

OT: O “quebrar” do sábado cerimonial judaico impõe a pena de morte ao transgressor. E isso faz parte da lei do sábado, que não pode ser separado. Portanto, se querem guardar a lei que cumpram toda ela, começando por apedrejar os que quebram o sábado cerimonial judaico. (Êxodo 31:15, Tiago 2:10) (Ver pergunta 13)

4. Diga-me quando e onde o Senhor Jesus ensinou ou ordenou (ou alguns de seus apóstolos, ou qualquer outro escritor do Novo Testamento tenha ordenado), que algum gentio estivesse obrigado a guardar os dez mandamentos, conforme o guardavam os judeus, após a ressurreição do Senhor Jesus Cristo? Eu ficarei satisfeito se mencionarem apenas o capítulo e o versículo do livro.

OT: O Senhor Jesus Cristo, ao contrário, quebrava a lei mosaica e o sábado judaico. Isso é afirmado categoricamente como um dos motivos pelos quais os judeus odiaram o Senhor Jesus Cristo (João 5:18).

5. Podem me dar alguma passagem da Bíblia onde se é ordenado aos gentios convertidos ao cristianismo, no Novo Testamento, a obrigatoriedade da observância do sábado cerimonial judaico de acordo com a lei dada a Israel no Velho Testamento? Outra vez, simplesmente dêem-me o capítulo e o versículo.

6. Vocês afirmam, embora não provem que se guardava o sábado cerimonial judaico antes de ser dada a lei a Moisés no monte Sinal. A lei de a circuncisão também foi dada antes de Moisés (Gênesis 17:10). Então, por que vocês não praticam a circuncisão, sendo que este é um dos mais claros mandamentos da lei levítica? Lembrem que os gentios só poderiam guardar a lei cerimonial judaica, que incluía o sábado como vocês pretendem guardar, após serem circuncidados (Atos 11:2-3, 15:2) Outra vez eu pergunto: Por que guardam um mandamento e desprezam outro? (Tiago 2:10)

7. O apóstolo Paulo escreve em Gálatas 3:19 que a lei foi dada por causa das transgressões. Vocês ensinam que a parte da lei que se refere à guarda do sábado cerimonial judaico foi dada ao homem imediatamente depois de sua criação, mas as escrituras dizem que a lei foi dada a Moisés, muito tempo depois da queda. Não vêem que a doutrina dos adventistas, que a lei foi dada em dois momentos, está em completo desacordo com a realidade bíblica?

8. Por que será que com as ordens dadas aos nossos primeiros pais no Éden, e àquelas que foram dadas aos patriarcas Noé, Abraão, e outros, não há nem uma única referência ao ter que se guardar o sábado cerimonial judaico? Por que não se menciona a palavra sábado senão quando já havia se passado mais de dois mil anos após a criação do homem? Se as doutrinas dos adventistas fossem corretas, então, não deveria haver referências claras, freqüentes e explícitas na Bíblia ao ter-se de guardar-se o sábado cerimonial judaico antes do capítulo 16 do Livro do Êxodo?

OT: Nem mesmo Abraão recebeu qualquer ordem de guardar os sábados cerimoniais judaicos, que foi dado somente a Moisés. Poderiam os adventistas mostrar algum versículo que provem que os patriarcas guardavam o sábado cerimonial judaico como eles defendem? Essa teoria só existe nos ensinos fantasiosos, fraudulentos e falsos de Ellen G. White.

9. Onde dizem as Escrituras que Deus havia dado algum mandamento para a guarda do sétimo dia como cerimonial de aliança antes que o povo de Israel fosse redimido da escravidão do Egito? Lembre-se de mencionar o capítulo e o versículo em cada caso, sem fazer referência a Gênesis 2:1-3, pois lá não há mandamento algum.

OT: O sétimo dia foi santificado apenas na mente de Deus, pois claramente vemos que a Bíblia menciona apenas aquilo que Deus comunicou verbalmente ao homem somente onde aparecem as palavras “...e lhes disse...” , além de “...e ordenou o Senhor..dizendo...” (ver Gên. 1:28-29, 2:16). Nada a respeito do sétimo dia foi dito a Adão ou a Eva.

10. Suponhamos que o mandamento do sábado cerimonial judaico foi dado a Adão no dia da criação. Então, como é que ele poderia ter alguma referência para a data em questão? Adão foi criado no sexto dia, o sétimo dia a que se faz referência no Gênesis se tornaria então o segundo dia de sua existência. Adão, que teria de trabalhar seis dias e logo descansar no sétimo, ficaria confuso, pois faltariam cinco dias em seu cálculo. O sábado cerimonial de Adão não seria o sétimo dia porque trabalharia apenas um único dia. O sábado de Adão, pela lógica, seria um sábado no segundo dia. Que confusão haveria então antes mesmo do pecado entrar no mundo, não é mesmo? (I Coríntios 15:33)

OT: É interessante que os adventistas também fazem uma grande confusão no cálculo de dias, ocasionada pelo zelo farisaico de tentarem guardar a lei levítica dada ao povo de Israel e não a nós, cristãos dentre os gentios. No quarto mandamento, em Êxodo 20:9, lemos claramente que se devem trabalhar seis dias. É uma ordem, e é parte da lei a ser cumprida. Mas os adventistas trabalham apenas cinco, pois também aproveitam o “sabath” dos cristãos gentios, observado no 1º. dia da semana (Apocalipse 1:10), e folgam um segundo dia, geralmente indo a balneários e passeios. Logo de cara começam quebrando a lei que tanto tentam cumprir, não sendo reprovados antes mesmo do final da primeira frase do mandamento.

11. Você já leu alguma vez Neemias 9:12-14, onde se diz claramente que o sábado cerimonial judaico foi dado a conhecer no Monte Sinai, ao povo de Israel, por intermédio de Moisés? Vendo que o sábado cerimonial judaico foi dado somente a Israel, qual a razão de insistirem em forçar outras pessoas (não israelitas) a guardar o sábado cerimonial judaico?

12. Por que vocês colocam os gentios debaixo da lei cerimonial do sábado judaico se este nunca foi direcionado a eles? A lei diz claramente: “Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo...Guardarão, pois, os filhos de Israel, celebrando-o nas suas gerações por aliança perpétua. Entre mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre;” Exôdo de 31:13,16 e 17. Em nenhum momento é mencionado a ordenança ao povo gentio, que deveria crer no Messias que haveria de vir (cristãos). Leia também Ezequiel 20:10-12.

13. A lei do sábado judaico, que vocês adventistas pretender guardar, diz claramente: “Seis dias trabalharás, mas o sétimo dia vos será santo, o sábado de repouso ao Senhor; todo aquele que nele fizer qualquer trabalho morrerá.” Exôdo 35:2 – ver também Exôdo 31:14. Se a primeira parte da legislação for obrigatória para os cristãos, também deve ser a segunda parte. De que modo vocês tem agido para poder obedecer à lei que ordena matar àquelas pessoas que trabalhem no dia do sábado cerimonial judaico?

14. Por que vocês comem comidas preparadas em fogo aceso durante o sábado judaico? Não sabem que assim infringem a lei em que baseiam sua salvação eterna? ( Êxodo 16:23-30 e 35: 1-3)

15. Por que vocês não cumprem toda a lei do sábado oferecendo os sacrifícios que a lei levítica exige? Eles são parte essencial da lei do sábado, de acordo com Números 28:9,10. Mas vocês não respeitam o decreto e infringem a lei do sábado desobedecendo às exigências da guarda do sábado.

16. Se os mandamentos da lei se referem apenas aos Dez Mandamentos como vocês adventistas pretendem, por que o Senhor Jesus Cristo respondeu acerca da lei citando dois mandamentos que não se encontram entre os dez? (ver Mateus 22:35-40) Ele citou um que está no livro de Levítico 19:18 e outro que se encontra no livro de Deuteronômio 6:5. Por acaso Jesus cometeu um engano? Só uma das alternativas pode estar correta: ou os adventistas estão com a razão e o Senhor Jesus Cristo errado, ou o Senhor Jesus Cristo está com a razão e os adventistas errados.

17. O Apóstolo Paulo descreve a lei como um ministério de morte gravado em pedras (2 Corintios 3:1-18 - Éxodo 20:1-17 - Éxodo 31:18 - Éxodo 32:15, 16 - Éxodo 34:1-28). Ele também nos diz que este ministério havia de perecer, sendo ele transitório (II Coríntios 3:7-11). Podem vocês adventistas contradizer a Paulo e, principalmente, a Palavra de Deus nos dizendo que este ministério de morte retornou à vida, suplantando a Nova Aliança da Graça que nos foi trazida por Cristo? (Hebreus 12:24)

18. Em Gálatas 3:19 lemos que a lei foi posta até que viesse a posteridade, deixando assim claro que a lei não seria perpétua, senão que serviria por um tempo definido. A posteridade, Cristo, já veio e nos redimiu da lei. (Gálatas 3:13) De maneira que, segundo as escrituras, já findou o período para a qual nos foi dada a lei. Somos livres dela (Romanos 7:1-6). Vocês aceitam o que a Palavra de Deus diz neste sentido ou negam as escrituras?

19. Se os cristãos estão obrigados a guardar o sábado cerimonial judaico, porque não foi incluído este detalhe na importantíssima carta enviada às igrejas, após o concílio dos apóstolos e anciãos realizado em Jerusalém para considerar a questão da necessidade dos gentios guardarem ou não a lei? (Atos 15:1-29).

20. Se os cristãos devem guardar o sábado cerimonial judaico, como se explica que o Senhor Jesus Cristo não faz nenhuma menção do tema, ao enumerar os mandamentos ao jovem rico em Mateus 19:16-22? Como é que o apóstolo Paulo escrevendo por inspiração do Espírito Santo, não trata em nenhuma parte de suas várias epístolas da suposta importância de se guardar o sábado?

21. Nos capítulos 2 e 3 de Apocalipse se encontram sete cartas às igrejas, dirigidas às sete igrejas locais. São as últimas mensagens dadas diretamente às igrejas sobre a terra. Se fosse verdade o que enfatizam os adventistas, não se deveria ter sido recordada a importância da guarda do sábado em algumas dessas cartas?

22. Vocês dizem que o domingo se iniciou com Constantino no século IV. Como explicam então que os “pais” da igreja, que escreveram durante os primeiros três séculos depois de Cristo, falem do primeiro dia da semana como sendo aquele em que aconteciam as reuniões dos crentes cristãos?

23. Por que afirmam que um dos papas mudou o dia de descanso do sétimo dia para o primeiro? Há provas históricas cabais de que os cristãos observavam o primeiro dia durante séculos antes que houvesse papa algum! Como explicam isso?

24. Se devemos guardar o sétimo dia, como é que os apóstolos e os cristãos primitivos celebravam suas reuniões de maior importância, como a ceia do Senhor, no primeiro dia em vez do sétimo?

25. Como sabem que realmente guardam o sétimo dia? Podem estar seguros que não houve erros nos cálculos desde o dia em que Deus descansou? Vocês tem de levar em conta as trocas efetuadas no calendário no ano de 46 a.C., quando se convinha que o ano tivesse somente 345 dias, para corrigir os erros que se haviam acumulados. Deve-se pensar também na lei do ano 1751, essa para “corrigir o calendário”, e que ordenou retirar 11 dias do mês de setembro. Com estas e outras modificações, estão seguros que sabem contar os dias desde a criação de forma absolutamente correta?

26. Por acaso vocês já leram Colossenses 2:14-17 que nos mostra que a “cédula foi riscada” e “tirada do meio de nós” significando que os rituais cerimoniais da lei mosaica (incluindo a guarda do sábado judaico que vocês defendem) foi cravada na cruz?

27. Nos versículos 16 e 17 do mesmo capitulo, vemos que certas coisas exigidas pela lei mosaica, entre elas a observância do cerimonial sabático, não são mais que uma sombra do que haveria de vir, o corpo espiritual de Cristo. Guardar o sábado é assim uma sombra. Como explicam isso?

28. Vocês já leram Romanos 14:5, 6 que mostra que alguns fazem diferença entre dia e dia, mas que outros julgam iguais todos os dias? Ainda se diz: “Cada um esteja seguro em sua própria mente.” Por que o apóstolo Paulo não insiste que aqueles que julgam iguais todos os dias deveriam amar o sétimo dia como superior a todos os demais dias e “santificá-lo” conforme defendem os adventistas?

OT.: Por acaso os ensinos de Ellen White são mais importantes que os de Paulo? Acreditam mesmo que ela estaria na verdade corrigindo um erro deste apóstolo ao exigir a guarda do sábado para salvação do crente?

29. O tema principal do adventismo é guardar a lei, especialmente a lei do sábado. Agora, no Novo Testamento encontramos que 50 vezes se faz menção de se pregar o Evangelho, 17 vezes para se pregar a Palavra, 23 vezes para se pregar a Cristo e 8 vezes para se pregar o Reino. Nem uma vez somente se fala de pregar a lei do sábado, como vocês tanto defendem. Como explicam isso?

OT: Não vêem que o que vocês defendem é uma afirmação herética de que a Bíblia estaria errada e incompleta e os escritos de Ellen White seriam mais importantes que a própria Palavra Eterna de Deus, a ponto de acrescentar nela o que Deus não revelou? Já leram por acaso Provérbios 30:5-6 e Apocalipse 22:18-19?

30. No Novo Testamento se encontra a palavra sábado 70 vezes. Vocês admitem que em todos os casos, menos em um, se faz referência ao dia de sábado conforme o cerimonial judaico, sem qualquer problema. Porém, neste caso único, a saber, o texto de Colossenses 2:16, onde a palavra é a mesma dos textos no grego, querem nos fazer crer que ela tem outro sentido. Por quê? Não será por que vocês têm consciência de que Colossenses 2:16,17 faz cair por terra seus argumentos doutrinários de que os cristãos estão obrigados a guardar a lei cerimonial mosaica, onde está incluído o sábado que vocês defendem como tábua de salvação?

31. Vocês sabem que em Gálatas 3:22-25 se diz que a lei nos foi dada como aio (mentor) para nos levar a Cristo, pelo que, vinda a fé, já não estamos debaixo de aio? Portanto, já não estamos debaixo da lei. Devemos desacreditar deste trecho da Bíblia?

32. Há uma advertência no Novo Testamento contra cada pecado moral (e não cerimonial) mencionado em cada um dos dez mandamentos, menos do quarto. Na verdade, não se faz menção em todo o Novo Testamento da obrigatoriedade de se guardar o sábado cerimonial judaico como atestado moral do crente. Observem as citações das Sagradas Escrituras fazem de cada caso do capítulo 20 de Êxodo (como obrigatoriedade moral e não cerimonial), com sua correspondente menção no Novo Testamento:

I. Não terás outros deuses diante de mim (Êxodo 20:3; I Coríntios 8:4-6; Atos 17:23-31);
II. Não farás para ti imagem de nenhuma semelhança (Êxodo 20:4-5, I João 5:21);
III. Não tomarás o nome do Senhor Teu Deus em vão (Êxodo 20:7; Tiago 5:12)
IV. Guardar o dia de sábado (Êxodo 20:8 – NÃO HÁ NEHUMA REFERÊNCIA NO NOVO TESTAMENTO);
V. Honra a teu pai e a tua mãe (Êxodo 20:12; Efésios 6:1-3);
VI. Não matarás (Êxodo 20:13; Romanos 13:9);
VII. Não adulterarás (Êxodo 20:14; Romanos 13:9; I Coríntios 6:9; Efésios 5:3)
VIII. Não furtarás (Êxodo 20:15; Efésios 4:28)
IX. Não dirás falso testemunho (Êxodo 20:16; Colossenses 3:9; Tiago 4:11)
X. Não cobiçarás (Êxodo 20:17; Efésios 5:3)

Agora, se é pecado não guardar o sábado como os judeus, como é possível que em todo o Novo Testamento não apareça esta advertência, especialmente quando figuram todos os outros mandamentos das listas dos dez?

33. O sábado judaico é parte da lei, portanto, colocar-se debaixo da obrigatoriedade de se guardar o sábado como os judeus é pôr-se debaixo da lei. Em Gálatas 3:10 nos é dito que todos os que estão debaixo da lei estão debaixo de maldição. Como vocês podem desejar tanto a maldição de Deus?

34. Gálatas 5:4 nos diz que “separados estão de Cristo” os que voltam a se colocar debaixo da obrigatoriedade de se guardar a lei como os judeus e que “da graça tendes caído”. Como explicam isso? Ou rejeitam o claro ensino das Escrituras Sagradas?

35. Se Romanos 7:4 nos ensina que o crente em Cristo está morto para a lei, por que a doutrina adventista apresenta aos seus “crentes” como estando vivos para a lei? Como explicam essa grave contradição com a Palavra de Deus?

36. Os dez mandamentos gravados em “letras de pedra” são um ministério de morte, segundo II Coríntios 3:7. Este ministério de morte haveria de perecer (II Coríntios 3:11). Porém, não é certo que os senhores adventistas, ao citar os mandamentos, quase sempre deixam fora estas palavras introdutórias? Seria por que este texto demonstra que os mandamentos foram dados somente a Israel (por mais que manifestem a nós gentios a santidade de Deus), e deixam a entender que a doutrina adventista está errada?

37. Já observaram que os dez mandamentos começam com: “Eu Sou o Senhor teu Deus, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão.” (Êxodo 20:2)? Não vêem que novamente estamos frente a uma manifestação clara de que se trata das ordenanças dadas especificamente a Israel?

38. Os dez mandamentos se repetem em Deuteronômio 5 e ali se encontram as seguintes palavras: “Porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito, e que o Senhor teu Deus te tirou dali com mão forte e braço estendido; por isso o Senhor teu Deus te ordenou que guardasses o dia de sábado.” (Deuteronômio 5:15) Novamente vemos claramente que a ordenança do sábado foi dada a um povo que havia saído do Egito. Não vêem que isto não se enquadra com a doutrina adventista que afirma que os cristãos gentios do Novo Testamento estão obrigados a guardar o sábado dado a Israel?

39. Os ensinos adventistas ensinam que há duas leis: (1) os dez mandamentos, que eles chamam de a lei de Deus, e (2) a lei cerimonial, que eles chamam de a lei de Moisés. Poderiam dar-me, por favor, um só capitulo e versículo (no Antigo ou no Novo Testamento) onde é feita esta distinção?

40. Observemos Neemias 8:1-3; 8:14; 9:3. Ao se falar de um único livro que se lia, aquelas passagens chamam (1) a lei de Moisés, (2) a lei de Deus, (3) o livro da lei, (4) a lei de Jeová seu Deus. As palavras se mesclam indiferentemente por tratar-se de um só livro, uma lei somente. Ou vocês desprezam mais esta verdade bíblica?

A estes adventistas, acredito que lhes falte a leitura de um folheto explicativo com o plano de salvação.

Deus te abençoe.

[Autor: Desconhecido, por mim. Tradução do espanhol para o português com inserção de algumas notas de comentários breves: Pr Miguel Ângelo Luiz Maciel]
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