CORRIGINDO A MÁ INTERPRETAÇÃO: Uzá não foi ferido por fracassar em termos de veneração à arca, mas por desobediência à lei de Deus, que proibia qualquer pessoa de tocar a arca, exceto o sacerdote (Nm4.15; conferir 2 Sm 6.7).
Mostrar respeito pela arca, na qual a própria presença de Deus e sua glória eram manifestas, é muito diferente de venerar as relíquias de criaturas humanas. A arca era um símbolo divinamente designado, e não meras ruínas e adornos humanos. Além disso, a arca era um símbolo especial em uma teocracia única, na qual Deus pessoalmente e de maneira visível (na nuvem de sua glória) habitava entre o seu povo especialmente escolhido, Israel. Finalmente, mesmo mantendo o lugar especial que a arca possuía, o povo não deveria venerá-la (Êx 20.4,5) mas deveriam simplesmente obedecer às leis de Deus em relação à sua utilização.
Deus claramente ordenou ao seu povo que não fizesse imagens de escultura, e nem se prostrassem diante delas em um ato de devoção religiosa. Esse é o mesmo erro dos pagãos que "honraram e serviram mais a criatura do que o Criador" (Rm 1.25). A Bíblia nos proíbe tanto o "fazer" como o "prostrar-se" diante de uma "imagem" de qualquer que seja a criatura, em um ato de devoção religiosa: "Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás" (Êx 20.4,5).
Resposta as Seitas -
Norman G. Geisler e Ron Rhodes -
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