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Estes versos provam que algumas pessoas que fazem parte do povo de Deus não irão para o céu, mas viverão para sempre na terra? Salmos 37.9,11, 29

A MÁ INTERPRETAÇÃO: Salmos 37.9 diz: "Porque os malfeitores serão desarraigados; mas aqueles que es­peram no Senhor herdarão a terra". O verso 11 afirma: "Mas os mansos herdarão a terra e se deleitarão na abun­dância de paz". O verso 29 declara: "Os justos herdarão a terra e habitarão nela para sempre". As Testemunhas de Jeová pensam que esses versos dizem que nem todas as boas pessoas irão para o céu. Pensam que algumas vive­rão na terra por toda a eternidade (Reasoníng from the Scriptures, 1989, pág. 163).

CORRIGINDO A MÁ INTERPRETAÇÃO: Essa pas­sagem das Escrituras não está tratando de um futuro escatológico distante, no qual Deus destruirá os ímpios e criará um paraíso na terra para os justos. Ao invés disso, essa passagem está tratando de circunstâncias presentes e de um futuro próximo envolvendo os israelitas que vivi­am naquela ocasião na terra prometida.

Podemos observar que o termo hebraico traduzido como "terra" é empregado freqüentemente no Antigo Testamento quando se refere à terra prometida (veja Dt 4.38). As evidências indicam que aqui se trata desse caso.

O termo hebraico empregado significando "para sem­pre" possui uma ampla gama de representações, que vai desde "um grande período de tempo" até "pela eterni­dade" (Ec 3.11). Nesse contexto, esse termo parece car­regar consigo o significado de "um futuro impossível de ser previsto". O salmista dá a entender que está se refe­rindo às futuras gerações de israelitas justos, que conti­nuariam a habitar na terra adentrando um futuro impos­sível de ser previsto. Assim sendo, a essência dessa passa­gem é que o povo ímpio que viveu nos dias do salmista seria destruído, enquanto que os seus contemporâneos justos experimentariam bênçãos.

Ainda que o texto estivesse se referindo à condição eterna, a conclusão das Testemunhas de Jeová — de que nem todas as boas pessoas irão para o céu — não seria de modo algum justificável. Todos aqueles que crêem em Jesus Cristo podem ter o anelo de seguir em direção ao seu destino celestial, e não apenas um seleto grupo de 144.000 (veja Ef 2.19; Fp 3.20; Cl 3.1; Hb 3.1; 12.22; 2 Pe 1.10,11). Jesus afirmou que todos os que nEle crêem estarão juntos em "um só rebanho" e terão "um só pas­tor" (Jo 10.16). Não haverá dois "rebanhos" — um na terra e outro céu.

Resposta as Seitas - 
Norman G. Geisler e Ron Rhodes - 
CPAD - Casa Publicadora das Assembleias de Deus

Apenas 144 mil irão para o céu?

No livro “Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra” pág.120 no tópico “Quem vai para o céu e por quê?” é explanada a doutrina Rutherfordiana dos 144 mil. É interessante que no início do tópico referido é citado que o céu é real e que “baseados em tais promessas, milhões de pessoas fixaram o coração na vida celestial” - &21. 

No livro das TJs são citados vários versículos que aludem ao céu; Fil 3.20, Rm 6.5, II Co 5.1-2, Jo 14.1-3, II Tm 2.12, Rev 5.9, Hb 12.22, mas eis que surge a pergunta: “Quantos vão para o Céu?”, e em resposta a essa pergunta citam Apocalípse (Rev.) 7.4-8,14.1. Daí para frente começa a distorção da Palavra de Deus! 

Todos os versículos citados, em forma de promessas que nos garante o céu são interpretados (lê-se distorcidos) ao gosto jeovista. Sem nenhum embasamento teológico concreto e somente baseado em um único texto do livro de Apocalipse, as TJs erigiram uma doutrina vulgar, infundada e cheia de sofismas. Digo isso, pois para eles os que têm esperança celestial são somente os 144 mil (veja: Poderá Viver... pág.125) e isso é afirmado sem nenhuma razão bíblica concreta. 

Talvez seja por isso que atualmente, a organização é chamada de apenas “Torre de vigia” e seus templos de “salão do reino” e não “igreja”, pois eles não se consideram como “a Igreja”, se bem que alguns anos atrás ainda traziam este nome. Chegam ao absurdo de dizerem que: 

“Jó, Davi e João, o batizador... constituirão a nova terra...” (Idém – pág.126 &31) 

Ou seja, não irão para o céu, ou melhor não foram. Para as TJs, nem um dos santos do V.T. poderam chegar ao céu, porque segundo elas, não fazem parte dos 144 mil. Outro erro grotesco cometido pelas TJs, é concluirem que somente os 144 mil são a Igreja. O que a Bíblia diz e o que eles são na verdade, é um remanescente convertido do povo judeu que pregarão na grande tribulação após o arrebatamento da Igreja: 

“E ouvi o número dos que foram assinalados com o selo, cento e quarenta e quatro mil de todas as tribos dos filhos de Israel: da tribo de Judá havia doze mil assinalados; da tribo de Rúben... da tribo de Gade... da tribo de Aser... da tribo de Naftali... da tribo de Manassés... da tribo de Simeão... da tribo de Levi... da tribo de Issacar... da tribo de Zabulom... da tribo de José... da tribo de Benjamim, doze mil assinalados (de cada tribo)” ( Ap 7.4-8 – o grifo é meu)

A BÍBLIA ENSINA QUE VAMOS PARA O CÉU?

A Palavra de Deus elucida a questão quanto a nossa ida para o céu, pois logo após o Livro de Apocalipse falar dos 144 mil judeus convertidos, é mostrado as demais nações, povos, línguas e tribos, juntos ao Cordeiro: 

“Depois destas coisas olhei, e eis uma grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, que estavam em pé diante do trono e em presença do Cordeiro, trajando compridas vestes brancas, e com palmas nas mãos” (Ap.7.9).

MAIS VERSÍCULOS QUE FALAM SOBRE O CÉU

“Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mt 5.6).

“Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus” (Mt 5.10).

“Alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram aos profetas que foram antes de vós” (Mt 5.12).

“ Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também” (Jo 14.1-3)

“Pois eu vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus” (Mt 5.20).

"O primeiro homem, sendo da terra, é terreno; o segundo homem é do céu” (I Co 15.47).

“Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus. Pois neste tabernáculo nós gememos, desejando muito ser revestidos da nossa habitação que é do céu,” (II Co 5.1-2).

“Conheço um homem em Cristo que há catorze anos (se no corpo não sei, se fora do corpo não sei; Deus o sabe) foi arrebatado até o terceiro céu” (II Co 12.2).

“Mas a nossa pátria está nos céus, donde também aguardamos um Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Fl 3.20).

“por causa da esperança que vos está reservada nos céus, da qual antes ouvistes pela palavra da verdade do evangelho” (Cl 1.5).

“à universal assembléia e igreja dos primogênitos inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados” (Hb 12.23) ainda I Pedro 1.4

DEUS NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS

“E vós, senhores, fazei o mesmo para com eles, deixando as ameaças, sabendo que o Senhor tanto deles como vosso está no céu, e que para com ele não há acepção de pessoas” (Ef 6.9) . 

Como poderíamos aceitar estes dois aprisco (terrestre e celestial) sem duvidar da imparciabilidade de Deus? Se Ele escolhesse levar um grupo de filhos para o céu e deixasse a maioria em um plano inferior na terra por razões misteriosas que só uns poucos “iluminados” conseguem enxergar ? Que Deus seria esse? A Bíblia é enfática ao dizer que “para com Deus não há acepção de pessoas”, mas acredito que se Ele levar um grupo de seus filhos para o céu e deixar a maioria na terra em um plano inferior, seria um Deus injusto e estaria fazendo acepção.

“Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela...” (Mt. 16.18).

A palavra grega “ekklesia” (Igreja), literalmente, refere-se à reunião de um povo, por convocação (grego Ekkaleo). No N.T., termo designa o conjunto do povo de Deus em Cristo, que se reúne como cidadãos do reino de Deus (Ef 2.19), com o propósito de adorar a Deus (Jo 4.23-24). A palavra Igreja pode referir-se a uma Igreja local (Mt 18.17, At 15.4) ou à Igreja no sentido universal (At 16.18, At 20.28, Ef 2.21-22). A Igreja é composta por filhos de Deus através de Jesus Cristo (Jo.1:12) que irá morar nos céus com o Ele (Hb 12.23). Veja que o texto de Hebreus diz: “igreja dos primogênitos inscritos nos CÉUS”, a palavra “primogênitos” está no plural indicando que todos os filhos de Deus compõem a Igreja que está arrolado nos Céus.

Louvado seja Deus que nos dará além da nossa primogenitura, que é a nossa filiação, o direito de morar ao Seu lado no céu.

TODOS OS QUE ACEITAM A JESUS COMPÕEM A IGREJA DE CRISTO

“e sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés, e para ser cabeça sobre todas as coisas o deu à Igreja, que é o seu corpo, o complemento daquele que cumpre tudo em todas as coisas” (Ef 1.22). Hb 3.6, ITm 3.15.

A IGREJA VAI PARA O CÉU

“Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus” (Jo 1.12)

“Mas tendes chegado ao Monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, a miríades de anjos; à universal assembléia e igreja dos primogênitos inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados” (Hb.12.22-23)

“e sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés, e para ser cabeça sobre todas as coisas o deu à Igreja, que é o seu corpo, o complemento daquele que cumpre tudo em todas as coisas” (Ef 1.22). Hb 3.6, ITm 3.15

“..., saibas como se deve proceder na casa de Deus, a qual é a igreja do Deus vivo, coluna e esteio da verdade” (I Tm 3.15).

“mas Cristo o é como Filho sobre a casa de Deus; a qual casa somos nós, se tão-somente conservarmos firmes até o fim a nossa confiança e a glória da esperança” (Hb 3.6)

A compreensão dos textos acima é simples. Você aceita a Jesus Cristo como seu Salvador e se torna filho de Deus. Quando você se torna filho se transforma em casa de Deus, em morado do Espírito Santo (I Co 3.16) e sendo “casa de Deus” você é automaticamente a Igreja de Jesus Cristo na Terra. Essa Igreja representa o corpo do Senhor movendo-se na terra e fazendo a obra do Pai. É lógico que quando Jesus voltar para buscar a sua Igreja (Jo 14.1-3, I Ts 4.13-18), Ele não vai levar uma parte do seu corpo e deixar a outra, mas como disse Paulo; “estaremos com Ele” (Fl 1.23).

Naquele dia será uma grande festa entre o noivo e a sua “Igreja noiva” (II Co 11.2, Ef 5.23-27). O Apóstolo Paulo escreveu a maior parte das epístolas do N.T. e nunca fez separação entre o povo de Deus em duas classes, a única vez que há uma separação é quanto a gentios, judeus e igreja mas sempre subtendendo uma questão de ordem, porém quando ambos se convertem, os dois se tornam parte de um único povo – a igreja. (leia: Rm 16.16, I Co 1.2, I Co 16.19, II Co 1.1, Gl 1.2, Cl 4.15, I Ts 1.1, II Ts 1.1, I Tm 3.5, I Tm 5.16, Fl 1.2). A Igreja de Jesus Cristo não é composta de somente 144 mil judeus, mas de todos os que de coração servem ao Senhor!

A JERUSALÉM CELESTIAL – O CÉU PARA ONDE A IGREJA SERÁ ARREBATADA

A Igreja será arrebatada ao céu que é a mesma coisa que Jerusalém celestial, leiamos: 

“Mas tendes chegado ao Monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, a miríades de anjos; à universal assembléia e igreja dos primogênitos inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados” (Hb.12.22-23).

Nesta cidade celestial viveremos com Jesus por toda a eternidade. O patriarca Abraão tinha essa mesma esperança: 

“Pela fé Abraão, sendo chamado, obedeceu, saindo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia. Pela fé peregrinou na terra da promessa, como em terra alheia, habitando em tendas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa; porque esperava a cidade que tem os fundamentos, da qual o arquiteto e edificador é Deus” (Hb 11.8-10).

Abraão sabia que a terra que lhe fora prometida, aqui no mundo, não era o fim da sua jornada. Pelo contrário, o fim era bem além, na cidade celestial, que Deus preparara para seus servos fiéis. Abraão serve de exemplo a todo povo de Deus (Gl 3.14); devemos reconhecer que estamos apenas de passagem neste mundo, caminhando para o nosso verdadeiro lar no céu. Não devemos pensar em segurança plena neste mundo, nem ficar fascinado por ele como fazem os pecadores (Hb 11.13). Devemos nos considerar estrangeiros e exilados na terra. Esta não é a nossa pátria, mas território estrangeiro; o fim da nossa peregrinação será uma pátria melhor (Hb 11.16, Fl 3.20), a Jerusalém Celestial (Hb 12.22) e a cidade permanente (Hb 13.14).

O TAMANHO DA CIDADE CELESTIAL – A NOVA JERUSALÉM

Diz o doutor e pastor Dario Salas em uma observação sobra à Nova Jerusalém: 

“A Nova Jerusalém é um cubo perfeito, por ser totalmente quadrada. É a cidade que Deus tem preparado para sua Igreja (Hb 12.22-23). A Nova Jerusalém tem doze mil estádios por cada lado (Ap 21.16). Cada milha tem oito estádios, portanto a Nova Jerusalém tem mil e quinhentas milhas por cada lado, ou seja, a nova Jerusalém, tem quase três mil quilômetros de altura, três mil de comprimentos e três mil de largura. Nessa cidade daria para construir 15 bilhões de casas de ouro puro. Em outras palavras, haveria três casas para cada pessoa da terra (cuja população chega a casa dos 6 bilhões). Bem disse Jesus: “Na casa de meu Pai há muitas moradas...” (Jo 14.1-3)”

MAS OS SANTOS NÃO HERDARÃO A TERRA?

É argumentado pelas TJs em seu Livro “Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra” (Pág.7-15) que o homem herdará a terra e não o céu. Os versículos usados são os seguintes; Sl 37.29, Mt 5.5. Esses textos falam sobre uma herança e é dito que esta herança é a terra, mas que terra será essa? Apesar dos vários versículos citados a respeito da nossa ida para o céu, gostaríamos de esclarecer mais alguns pontos:

1) Se somente os mansos e justos herdarão a terra, significa isso que os “ungidos” não são nem mansos e nem justos? Afinal de contas é uma promessa imperativa; “Os justos herdarão a terra” e pelo texto de Apocalipse cap.14 é dito que os 144 mil são realmente justos. Como entenderemos isso? Das duas, uma: ou eles também vão herdar terra ou então todos os justos vão para o céu.

2) A Bíblia também nos mostra a destruição dessa terra por completo e no livro de Apocalipse (ou Revelação) é mostrado um novo céu e uma nova terra totalmente diferente do argumentado pelas TJs (confira na Bíblia: Ml 4.1, II Pe 3.7, Ap 21.1-8, Ap 22.1-5). O estado final de tudo pregado pelas TJs é o citado pelo texto de Is 65 e 66, mas uma ligeira comparação e ver-se-á que as profecias são diferente e para outras épocas e circunstâncias. 

Tanto é que no texto de Isaías fala de morte, de dias e noites, de guarda sabática, etc... Mas no texto de Apocalipse há um nítido contraste; ali fala de eternidade sem morte, que não existe mais o mar de água e sim um mar de vidro, não há dia nem noite, não há fome ou sede, etc..., 

Concluímos então que as profecias são totalmente diferentes. Isaias aponta para o milênio (que não é o estado eterno) e João fala do estado eterno do mundo, o que vemos em Apocalipse é um único lugar, lindo e maravilhoso, chamado de o “Novo Céu e Nova Terra”, no qual iremos morar eternamente!

Fatos sobre a palavra “Terra”

1) Terra significa: “Lugar ou planeta onde habitamos”;

2) Solo sobre o qual se anda;

3) Parti sólida da superfície;

4) Localidade, pátria (Dicionário da Língua Portuguesa - Carvalho).

Pelo que vemos sobre a palavra “Terra” não há nada demais se declaramos; “A nossa Terra está no céu” (Cl 3.20). É interessante notarmos que há terra no céu, é isso mesmo eu não estou brincando está na Bíblia, vejamos:

“Estão chegando desde a terra longínqua, desde a extremidade do céu. Jeová e as armas de sua verberação, para estragar toda a terra” (Is 13.5 - TNM). 

Depreendemos pelo texto em lida que há uma terra celestial. Abraão sabia dessa terra celestial e lá esperava um dia morar. A palavra de Deus nos mostra que, embora o Senhor houvesse dito que a descendência de Abraão herdaria a terra da Palestina, Abraão não se interessava pelo terreno, mas aguardava o celestial (Hb 11.16).

Pelos textos que falam do céu, pela prova Bíblica que há uma terra celestial corroborados pelas explicações acima, podemos concluir que a terra prometida para os filhos de Deus é a celestial!

Vejam explicação da Bíblia Apologética para a argumentação Jeovista sobre o Salmo 37:

“Quando esses versículos são analisados dentro do seu próprio contexto, apresentam um quadro completamente diferente da crença das Testemunhas de Jeová. O Salmo 37 fala sobre a prosperidade aparente dos ímpios, que é passageira. Somente os justos serão felizes.
Embora alguns teólogos entendam que essa passagem se refira ao milênio, parece que o Salmo não descreve um tempo futuro. O que se espera ver no presente é que os mansos prosperem sob a bênção de Deus, e os ímpios paguem um alto preço.
Por exemplo, os versículos 1 e 2 recomendam que não nos indignemos por causa dos malfeitores. No versículo 25 o salmista descreve o que observou na sua vida, e o mesmo ocorre com os demais versículos.
Concluímos que o Salmo 37 fala de eventos que aconteceram durante a vida de Davi. Quando analisamos o Salmo em seu contexto, podemos entender que diz respeito aos benefícios imediatos da boa conduta, e ao fim infeliz dos ímpios.
O alvo de Israel era manter os limites geopolíticos de sua nação, isso somente seria possível através da graça de Deus: os mansos herdarão a terra. Aqueles que fossem submissos a Deus, continuariam na terra prometida”.

As TJs estão equivocadas mais uma vez!

Prof. João Flávio Martinez

Uma Grande Multidão no Céu ou na Terra? Apocalipse 19:1


"Depois destas coisas ouvi o que era como a voz alta de uma grande multidão no céu." (Apocalipse 19:1, Tradução do Novo Mundo).

A lavagem cerebral da Torre de Vigia é tão poderosa que aqueles que estão sob as palavras dela podem olhar para preto e ver branco - se a Sociedade diz que é branco. Isto não é exagero; foi demonstrado em um encontro que tive com uma senhora, testemunha de Jeová, que bateu à minha porta no verão de 1983. (Ela não fazia idéia de que eu já havia sido membro, senão não teria dito nem uma palavra comigo.) A discussão ocorreu desta, forma:

David Reed: "Ouvi dizer que vocês acreditam que são parte de uma 'grande multidão' que receberá vida eterna na terra, ao invés de irem para o céu. Isto é verdade ? Você pode me mostrar a 'grande multidão' na Bíblia" ?
Testemunha de Jeová: "Sim, isto é o que a Bíblia diz. Veja aqui em Apocalipse 7:9 [ Ela leu o versículo discutido acima, em Apocalipse 7:9]. Espero ser parte desta grande multidão que viverá na terra para sempre".
David Reed: "Mas Apocalipse 7:15 coloca a 'grande multidão' diante do trono de Deus no céu, não coloca?"
Testemunha de Jeová: "Bem, o trono de Deus está no céu, mas a grande multidão está na terra. Todas as criaturas estão diante do trono de Deus".
David Reed: "Eu não creio que o versículo mencionaria a localização dela diante de Cristo se quisesse dizer isto em um sentido tão geral. Mas existe um outro local onde Apocalipse fala a respeito da 'grande multidão'. Você poderia ler Apocalipse 19:1 em sua própria Bíblia onde ele posiciona a 'grande multidão'?"
Testemunha de Jeová: Certamente! Ela diz: "Depois destas coisas ouvi o que era como a voz alta de uma grande multidão no céu.
David Reed: "Uma 'grande multidão' onde?"
Testemunha-de Jeová: "A 'grande multidão' está na terra!"
David Reed: "É isto que o versículo diz? Leia-o de novo."
Testemunha de Jeová: "Ele diz céu, mas a 'grande multidão' está sobre a terra."
David Reed: "Como você pode dizer que a 'grande multidão' está na terra quando a Bíblia diz claramente uma 'grande multidão' no céu?"
Testemunha de Jeová: "Você não compreende. Nós temos homens em nosso escritório central no Brooklyn, Nova York, que explicam a Bíblia para nós. E podem provar que a 'grande multidão' está sobre a terra; e só posso explicar isto assim. Espere apenas um momento".

Nesse ponto ela correu à rua e gritou a outra senhora das testemunhas que estava a poucas casas de distância, para vir ajudá-la. Essa testemunha me reconheceu como sendo uma ex-testemunha, e isso pôs fim à conversação. Mas o ponto já tinha sido ilustrado: uma testemunha de Jeová pode olhar a palavra céu na Bíblia mas vê terra em seu lugar, se a organização assim o diz.

À medida que as senhoras se afastavam de minha casa, minha mente relembrou a novela de George Orwell, Mil Novecentos e Oitenta e Quatro. Eu recordei a assustadora descrição de totalitarismo estabelecido onde todos sabem que "o Grande Irmão (Big Brother) está te observando!" - e então, "qualquer coisa que o partido considerar verdade, é verdade", e "dois mais dois é igual a cinco, ao invés de quatro, se o Partido assim o diz". Verdadeiramente, a Sociedade Torre de Vigia impõe a mesma sorte de "duplo pensamento" às testemunhas de Jeová.

Um número de outros paralelos entre as Testemunhas de Jeová e a sociedade imaginária de Mil Novecentos e Oitenta e Quatro são enfatizados no livro de Gary e Heather Botting, The Orwellian World of Jehovah’s Witnesses.(O Mundo Orwelliano das Testemunhas de Jeová), 1984, Imprensa da Universidade de Toronto.

(Para informações adicionais sobre a questão do céu versus terra, veja as considerações sobre João 10:16; e Apocalipse 7:9. Para outros exemplos de lavagem cerebral, veja as considerações sobre Mateus 24:45; 1 Coríntios 1:10; e "O Testemunho de David A. Reed".)

As Testemunhas de Jeová Refutadas Versículo por Versículo - 
David A. Reed

A Grande Multidão: Esperança Terrena ou Celestial (A Doutrina de 1935) - Apocalipse 7:9


"Depois destas coisas eu vi, e, eis uma grande multidão, que nenhum homem podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, em pé diante de trono e diante do cordeiro, trajados de compridas vestes brancas; e havia palmas nas suas mãos." (Apocalipse 7:9, Tradução do Novo Mundo)

A Sociedade Torre de Vigia ensina que no ano de 1935 Deus parou de chamar as pessoas para uma esperança celestial em união com Cristo. Dizem que naquele ano ele começou a reunir a segunda classe de crentes, fora do corpo de Cristo, aqueles cuja esperança seria viver para sempre sobre a terra, na carne. Essa classe de pessoas, afirmam, é a "grande multidão" de Apocalipse 7:9-17.

Os 144 mil e as Testemunhas de Jeová - Apocalipse 7:4


"E ouvi o número dos selados: cento e quarenta e quatro mil, selados de toda tribo dos filhos de Israel." (Apocalipse 7:4, Tradução do Novo Mundo)

A Sociedade Torre de Vigia ensina que a igreja cristã, ou Corpo de Cristo, está limitada ao número literal de 144 mil indivíduos. A reunião dos 144 mil começou em Pentecostes no primeiro século e continuou até o ano de 1935 - quando o número foi completado e a porta foi fechada. Os novos crentes desde 1935 não são parte da congregação dos 144 mil, mas formam uma classe secundária, chamada a "grande multidão" de "outras ovelhas". 

(Veja as considerações sobre Apoc. 7:9 para maiores informações sobre a "grande multidão" e a data de 1935.)

Desde 1935, a maior parte dos restantes dos 144 mil morreu, havendo apenas cerca de nove mil vivos na terra hoje - todos os quais são testemunhas de Jeová.

Entre os milhões de testemunhas de Jeová, apenas o remanescente dos 144 mil tem a esperança do céu, e apenas eles podem partilhar da comunhão do pão e do cálice.

Como as muitas ilustrações simbólicas no livro de Apocalipse, existe algum debate, mesmo entre os cristãos verdadeiros, sobre quem os 144 mil podem ser. Nós podemos admitir livremente isto enquanto mostramos à testemunha que a interpretação da Sociedade Torre de Vigia é obviamente errada.

Apocalipse 7:4 diz que os 144 mil são "dos filhos de Israel", mas a Sociedade Torre de Vigia ensina que a congregação cristã está aqui simbolicamente retratada como "Israel espiritual", e que os 144 mil são, portanto, tirados dentre todas as nações. Nós necessitamos apenas de alguns versículos do texto para desacreditar a sua interpretação:

"Da tribo de Judá, doze mil selados; da tribo de Rúben, doze mil; da tribo de Gade, doze mil; da tribo de Aser, doze mil; da tribo de Naftali, doze mil; da tribo de Manassés, doze mil; da tribo de Simeão, doze mil; da tribo de Levi, doze mil; da tribo de Issacar, doze mil; da tribo de Zabulom, doze mil; da tribo de José, doze mil; da tribo de Benjamim, doze mil selados." (Rev.[Apocalipse] 7:5-8, Tradução do Novo Mundo)

Poderia Israel ser nomeado mais especificamente do que através da enumeração das 12 tribos que formam aquela nação?

As testemunhas podem responder insistindo que a referência aos 12 mil de cada tribo é puramente simbólica. Mas, se isto é verdade, então os doze números simbólicos (12.000 + 12.000 + 12.000 + 12.000 + 12.000 + 12.000 + 12.000 + 12.000 + 12.000 + 12.000 + 12.000 + 12.000 = 144.000) devem perfazer um total que também é simbólico. Todavia, as testemunhas acreditam que 144 mil seja um número literal. Desta forma, a interpretação delas é mais uma vez contraditória.

As Testemunhas de Jeová Refutadas Versículo por Versículo - 
David A. Reed.

Tenho Ainda Outras Ovelhas - João 10:16


"Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco; a essas também me importa conduzir, e elas ouvirão a minha voz; e haverá um rebanho e um pastor." João 10:16

Se Jesus estava aqui chamando os crentes gentios do futuro de suas "outras ovelhas", como é comumente compreendido, então ele estava sugerindo para seus discípulos judeus que haveria um tempo quando seu rebanho abrangeria um corpo mundial de crentes de todas as nacionalidades. Mas a Sociedade Torre de Vigia atribui um significado diferente a este texto. Ela contrasta as "outras ovelhas" com o "pequeno rebanho" mencionado em Lucas 12:32, onde o Senhor diz:

Como Evangelizar uma Testemunha de Jeová? - Nascer de Novo - João 3:3-7


"Em resposta Jesus disse-lhe: Digo-te em toda a verdade: A menos que alguém nasça de novo, não pode ver o reino de Deus. ...Vós tendes de nascer de novo." (João 3:3-7, Tradução do Novo Mundo)

Mesmo que estas palavras apareçam em sua própria Bíblia, as testemunhas de Jeová não acreditam que devam nascer de novo.

"Isto não se aplica a mim. Diz respeito aos 144 mil ungidos. Eu pertenço à 'grande multidão' que viverá na terra sob o domínio do Reino".

Esta é a resposta típica que uma testemunha de Jeová dará quando alguém lhe perguntar se é nascida de novo. (Veja as considerações sobre João 10:16 e Apocalipse 7:4 e 7:9, para informações a respeito de suas opiniões sobre os 144 mil e a "grande multidão" de "outras ovelhas".) A organização lhes tem especificamente ensinado que "as 'outras ovelhas' não necessitam de tal renascimento, porque sua meta é a vida eterna no paraíso terrestre restaurado, como súditos do Reino" (A Sentinela, edição norte-americana, 15/02/86, p.14).

O primeiro passo é pedir à testemunha para ler com você na própria versão da Torre de Vigia o que a Bíblia realmente diz a respeito de nascer de novo em João 3:3-15. Destaque que Jesus não permitiu exceções quando diz: "a menos que alguém nasça de novo, não pode ver o reino de Deus" (v.3).

Então focalize 1 João 5: 1, onde a Tradução do Novo Mundo diz: 

"Todo o que crê que Jesus é o Cristo nasceu de Deus".

Pergunte à testemunha de Jeová se a expressão "todo o que crê" deixa alguém de fora.

A seguir, conduza a testemunha para Gálatas 4:5,6, onde a Bíblia explica que:

"Cristo veio para que nós, em nossa parte, recebêssemos a adoção como filhos. Ora, visto que sois filhos, Deus enviou o espírito de Seu filho aos nossos corações e ele clama: 'Aba, Pai!"' (Tradução do Novo Mundo).

Pergunte-lhe se foi adotada como um filho de Deus, recebendo pessoalmente o Espírito do Filho de Deus, Jesus Cristo, em seu coração, como é descrito aqui. Em harmonia com a doutrina da Torre de Vigia, ela responderá: "não!".

Finalmente, volte-se para Romanos 8. Primeiro, dirija a testemunha aos versículos 14-16, mostrando-lhe que o capítulo está discutindo o mesmo assunto: receber o "espírito de adoção" e clamar: "Aba, Pai!" - que a testemunha diz não se aplicar a ela. Em seguida recorra a Romanos, início do capítulo 8, e leia com ela os versículos 1-7, comentando o contraste entre andar na carne e "andar no espírito". Assim você está preparado para chegar ao ponto crucial nos versículos 8-9:

"De modo que os que estão em harmonia com a carne não podem agradar a Deus. No entanto, vós estais em harmonia, não com a carne, mas com o espírito. Se o espírito de Deus verdadeiramente morar em vós. Mas se alguém não tiver o espírito de Cristo, este não pertence a ele." (Tradução do Novo Mundo, grifo acrescentado).

Lembre à testemunha que ela admitiu que não recebeu o espírito de Cristo para habitar em seu coração nascendo de novo pela adoção como filho de Deus. À luz dos versículos 8 e 9, portanto, poderá chegara qualquer conclusão a não ser a de que não pode agradar a Deus, e que não pertence a Cristo?

Neste ponto você provavelmente deverá reler com ela Romanos 8. Uma vez que a passagem é raramente discutida nos estudos bíblicos em classes no Salão do Reino, a maioria das testemunhas de Jeová não tem consciência do que a passagem diz. Mas, quando uma testemunha finalmente compreende o seu significado, isso pode ter um efeito devastador. Eu sei muito bem disto - porque, quando finalmente encontrei tais versículos, depois de treze anos na organização Torre de Vigia, eles me abalaram muito. Em pouco tempo eu estava confessando minha necessidade ao Salvador e orando para receber o Espírito de Cristo em meu coração. E - glória a Deus! - ele respondeu à minha oração.

Não fique, porém, desapontado se a testemunha de Jeová com a qual você está conversando responder com um argumento ao invés de uma oração. No meu próprio caso, eu li Romanos 8 em um período em que várias semanas de exame de alma e intensa leitura da Bíblia já tinham me levado a deixar a organização. Normalmente isso leva um período considerável de tempo - talvez mesmo meses ou anos - para que a informação necessária penetre e produza mudanças na testemunha de Jeová. Plante cuidadosamente e regue pacientemente - dessa forma Deus fará crescer! (I Cor. 3:6).

As Testemunhas de Jeová Refutadas Versículo por Versículo - 
David A. Reed

Paraíso Terrestre - Salmo 37:9, 11, 29


"Pois os próprios malfeitores serão decepados, mas os que esperam em Jeová são os que possuirão a terra. ...Mas os próprios mansos possuirão a terra... Os próprios justos possuirão a terra." (Tradução do Novo Mundo)

Quem são os 144.000 mencionados por João? Apocalipse 7:4-8

PROBLEMA: Nessa passagem, João menciona um grupo específico de 144.000 crentes. Será que esse é um número exato, e que o sentido da passagem é o de que apenas esse total de pessoas serão salvas? Se não, quem são eles?

SOLUÇÃO:

Interpretação espiritual. Alguns consideram os "cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel" como sendo uma referência espiritual aos cristãos. Entretanto, essa posição não é sustentada por fatos.

Primeiro, a palavra "tribos" nunca é empregada nas Escrituras a não ser com o sentido literal de um grupo étnico.

Além disso, se o número for levado a sério, certamente ele está muito, mas muito mesmo, abaixo do número de crentes que estarão no céu. É verdade que a Bíblia em parte alguma revela o número exato de crentes que estarão no céu, mas como há bilhões de seres humanos com vida, e como certamente há vários milhões de salvos entre esses, essa obviamente não é uma referência ao número total de pessoas redimidas em todos os tempos.

Adicionalmente, até mesmo as dimensões físicas da Nova Jerusalém (Ap 21:16-17), para não dizer nada quanto ao restante do vasto universo criado por Deus, poderiam conter um número muito maior de pessoas do que 144.000.

Apocalipse 7:9 declara que havia, além dos 144.000, "uma grande multidão... de todas as nações" que eram também redimidos, o que indica não somente que os salvos não se limitam a esse número, mas que a passagem tem mais sentido se tomada de forma literal.

Interpretação literal. Outros tomam literalmente essa passagem como uma referência a 144.000 judeus que serão salvos durante o período da tribulação, sendo 12.000 de cada uma das 12 tribos de Israel. Observam, em primeiro lugar, que Dã não é mencionada entre as doze tribos, entrando Levi em seu lugar, uma vez que caiu na idolatria e foi praticamente eliminada. Levi, entretanto, por causa de sua função sacerdotal, não tinha recebido uma terra em herança no AT, mas então é incluída junto com as demais tribos, perfazendo as doze tribos, uma vez que cessou sua função, a qual foi cumprida por Cristo (Hb 7-10).

Ainda como suporte à interpretação literal, temos o fato de que Jesus falou dos doze apóstolos (que sabemos terem sido literalmente 12 pessoas) assentados em "doze tronos para julgar as doze tribos de Israel" no último dia (Mt 19:28). Não há razão por que não tomar isso como uma referência literal às doze tribos de Israel.

Adicionalmente, da última pergunta que foi respondida por Jesus antes de sua ascensão, pode-se deduzir explicitamente que ele retornará e que restaurará o reino a Israel (At 1:6-8).

Com efeito, o apóstolo Paulo falou em Romanos 11 (cf. vv. 11-26) da restauração da nação de Israel à sua privilegiada posição anterior.

Muitos eruditos bíblicos acreditam numa restauração literal da nação de Israel, por causa das promessas feitas por Deus aos descendentes da semente de Abraão (Gn 12; 14; 15; 17; 26), que ainda não foram cumpridas "para sempre", como foram prometidas (cf. Gn 13:15). Na melhor das hipóteses isso aconteceu apenas durante um curto período no tempo de Josué (Js 11:23).

MANUAL POPULAR de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia - 
Norman Geisler - Thomas Howe.

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