Descansando no Senhor - Hebreus 4.9



“Portanto, resta ainda um repouso para o povo de Deus”. (Hb 4.9)  

Meu caro(a) participante entre os sabatistas, eu não conheço você. Mas gostaria que você pudesse ler as linhas que eu e minha esposa, de todo coração, enviamos a você. Não queremos ofendê-lo,mas falar sobre o que Deus fez em nossas vidas. Ainda existem pessoas que amamos que são adventistas. Temos orado por elas. Deus te abençoe ao ler estas poucas linhas.

Tentando conseguir a salvação

Quando vivíamos sob o julgo do credo sabatista-judaizante não entendíamos nem discerníamos (1ªCo-2.14) o que Deus pretendia ao estabelecer um dia como o dia de sabath. Isto nos afligia a alma. Deus havia descansado no dia sétimo e, isso indicava que deveríamos descansar no sábado, conforme a argumentação sabatista feita pela Sra.White, levando nos ombros uma sobrecarga adicional imposta pelos homens? Deveríamos carregá-la e viver como um cristão-judeu fiel, policiando cada passo nos dias do sábado semanal como o conhecemos hoje, enquanto nossos pensamentos nos traíam a cada segundo? Sentíamos que, se abandonássemos a igreja, o espírito de profecia, o sábado como entendem os adventistas, a abstenção de comidas, as doutrinas da Sra White, perderíamos a única chance que tínhamos de escapar de tão terrível sentimento de condenação eterna. Ali estava aquele “barco da salvação” tal qual nos dias de Noé, a igreja remanescente, o lugar em que estávamos protegidos, ainda que não tivéssemos tanta certeza disso.

Misturavam-se aos nossos dias o apego sincero às pessoas que conhecíamos dentro da igreja, uma enorme vontade de encontrar um descanso espiritual, a frustração e a angústia de olharmos para nós mesmos e percebemos que ainda estávamos vazios e sem nenhuma certeza de que Deus aceitaria nosso sacrifício. A única certeza real de tudo era a de que merecíamos um inferno que nos negávamos a acreditar que existia, embora sobre ele encontrássemos mais passagens na Bíblia do que passagens que nos falavam sobre o céu. Como aquelas que encontramos em Deuteronômio 32:22; Salmos 9:17; Provérbios 5:5; 9:18; 15:24; 23:14; 27:20, Oséias 13:14 e I Coríntios 15:55; Mateus 3:10 e 12; 5:22; 10:28; 16:18; 18:8-9; 25:41-46; Marcos 9:43-48; Lucas 3:17; 16:19 a 31; João 15:6; II Pedro 2:4; Apocalipse 1:18; 6:8; 14:11; 20:10 e 14, dentre algumas outras tantas mais.

Era como se a cada semana houvesse uma obrigatoriedade de se escalar um paredão íngreme, frio e escorregadio, com nossas próprias forças, diante de um Deus amoroso que nos olhava distante, dentro de um santuário, cheio de compaixão, Juiz Investigativo, que nos entregava à nossa própria luta pessoal pela salvação, pois Jesus havia feito a parte que Lhe cabia e agora devíamos fazer a nossa própria parte. E enquanto rolávamos paredão abaixo, escorregando pela nossa incapacidade e sendo arrastados pela corrente que nos prendia ao peso do pecado, acumulado aos nossos pés em centenas de pegajosas toneladas, o inferno permanecia com suas labaredas vívidas e assustadoras, logo abaixo de nós, nos dando a certeza de que lá merecíamos ir, não importa o que fizéssemos de bom. Não éramos bons, afinal de tudo. Não éramos! Não somos! E imundos, despencávamos a cada dia. (Isaías 64:6)

E enquanto assim vivíamos, débeis, cobertos por uma capa de religiosidade, porém perdidos e angustiados, incansavelmente repetíamos frases como: “Inferno não existe, inferno não existe! Mas se eu largar o sábado, se eu sair da igreja, se eu não fizer minha parte, é lá que eu vou cair”. Seria patético senão fosse extremamente trágico.

Parecia óbvio, do ponto de vista humano, que nossa obrigação era obedecer, mas era desgastante o contraste entre aquilo que vivíamos, para aquilo que deveríamos realizar, o que líamos nos escritos da Sra White como novas revelações e o que nos é dito na Palavra de Deus (Hebreus 1:1, Apocalipse 22:18-19). As pregações que ouvíamos utilizavam certas passagens que, usadas e modo a serem forçadas a nos pressionar, distorcidas par nos subjugar, criavam em nós a sensação de maior distância do céu, embora quiséssemos conseguir salvação, e a queríamos entre os adventistas, ela não estava lá, mais precisávamos continuar procurando lá. Era nossa única alternativa! Ou isso ou o mundo! E quão orgulhosos e arrogantes ficávamos por assim pensar. “Ou aqui ou o mundo, não havia outro lugar!”. Cheios de nossas próprias incredulidades, soberbos, enganados e desesperados.

Essa lavagem cerebral nos empurrava ladeira abaixo e, mais ainda, em um esmagador desalento, já que não tínhamos para onde ir, nem outra resposta ou caminho, ou profeta maior que a Sra White e seus ensinos, sua práticas (João 14:6, Atos 4:12, Gálatas 1:6-10; 3:1-14; 5:10; I Timóteo 1:3-11). E o que mais nos impressionava era que no fundo a odiávamos, embora abraçássemos suas doutrinas, suas regras, seus pontos de vista sobre a Bíblia, nosso coração ardia de ódio e rancor por ela. E embora lêssemos a Bíblia, era como se algumas palavras nos fossem obscurecidas, e não pudéssemos ver e enxergar o que elas queriam realmente dizer (II Coríntios 2:44). Que descanso poderíamos lá encontrar para nossas almas? Que descanso você poderá achar para a sua? Eu lhe respondo: nenhum! Nem no mundo, nem no seio desta terrível seita.

O mais impressionante disto tudo, era que não queríamos ir a JESUS para termos vida (João 5:40). O que quero dizer com isso? Nosso desejo não era de crer simplesmente em Jesus e em Sua obra, Seu sacrifício. Somente crer era pouco demais, simples demais. Todas as células e átomos do nosso corpo se recusavam a ir na direção apontada pela Bíblia, enquanto lutávamos por manter-nos dentro dos padrões da seita.

Tínhamos que continuar a acreditar naquelas doutrinas da Sra White e não abríamos mão daquilo por nada, nem pela Bíblia, nem por Jesus Cristo. Toda nossa vontade era contrária ao que diz a Palavra de Deus, embora soubéssemos nossa condição de condenados. Para nós, até mesmo algumas passagens da Bíblia, não queríamos que estivessem lá. Um dos mais claros exemplos era a passagem de Lucas 16:19 a 31. Se pudéssemos arrancaríamos aquela página. Não ouvíamos, não queríamos. Não havia como decidir entre crer ou não. Tudo em nós, cada molécula de nosso corpo, cada porção de vontade era contrária a tudo que Deus revelou na Sua Palavra. Queríamos que a Bíblia apenas confirmasse aquilo que acreditávamos e não queríamos acreditar naquilo que ela estava dizendo.

Tudo em nós sendo mal e perverso (Gênesis 6:5; 8:21; Eclesiastes 9:3; Jeremias 17:9-10; Marcos 7:21-23; João 3:19; Romanos 8:7-8; I Coríntios 2:14; Efésios 4:17-19; 5:8; Tito 1:15). Nosso livre-arbítrio era apenas um escravo da nossa natureza pecaminosa. Não queríamos ir a Cristo para termos vida (João 5:40).

Outro profeta, outra igreja verdadeira

Certa manhã, estávamos em casa. Eu havia sido demitido da empresa em que trabalhava e fazia algum tempo ministrava aulas em uma faculdade particular. Ouvimos alguém bater à porta. Eram dois “élderes” da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos últimos Dias, os mórmons. Os recebemos algumas vezes, eles sendo muito simpáticos. E, de certa forma, eles pregavam o que todos pregam, de forma superficial. Sutil, seria uma palavra adequada. Até que chegou o dia em que deixaram de lado a Bíblia e passaram a nos mostrar o Livro dos Mórmons, escrito pelo profeta Joseph Smith. Joseph Smith havia sido escolhido por Deus, segundo eles, para restaurar a igreja remanescente. A igreja onde estavam, a verdadeira e fiel igreja. Deveríamos ir até lá ou não seríamos salvos, estaríamos perdido por recusar a verdade. Ora, a verdade em outra igreja senão a adventista? Não tínhamos nossa profetisa? Não eram os adventistas o remanescente fiel? Lembro-me como naquela noite um sentimento de que algo estava errado invadiu nossas vidas. Retiramos da sala os livros da Sra White, colocamos a Bíblia sobre o sofá, e nos ajoelhamos. Dissemos em nossa oração:

“Deus, aqui está a Tua Palavra. Sabemos que temos tentando ganhar a salvação por nossas próprias forças. Nos arrependemos de tão grande pecado e de todo o pecado que há em nós. Aqui, em nosso lar, a partir de hoje, só valerá o que está escrito na Tua Palavra. Mostra-nos, Senhor, a Tua Salvação. Salva-nos, pois estamos perdidos e não temos como realizar obras para nos salvarmos. Salva-nos, clamamos a Ti. Faremos o que Tu desejares.”

Minha esposa derramava muitas lágrimas. Toda a família dela era adventista. Eu havia, por 20 anos, defendido a fé adventista, e chorava também. Não sabíamos o que estava acontecendo, mas estávamos repudiando parentes, amigos, igreja e própria vida para darmos ouvido à voz de Deus.

Conversões

Tão vívida em minha mente permanece aquela manhã. Lembro-me de que era pouco mais de nove horas. Eu estava lendo a Bíblia e eu a havia lido tantas vezes. Mas um sentimento tão diferente tomava conta de mim. Como adventista eu sempre acreditei que sabia sobre a Bíblia mais do que muitas pessoas que eu conhecia. Mas naquela manhã eu tinha certeza de que nunca havia entendido nada sobre a Palavra de Deus, nunca. E comecei a ler a Epístola aos Efésios, não sei até hoje por que. Foi quando me deparei com Efésios 2:8-9.

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie”.

Senti como se um tapa-olhos ou escamas houvessem caído dos meus olhos. Um peso enorme saiu dos meus ombros. A imagem vívida de um homem carregando o peso da cruz em meu lugar tomou conta de mim, me absorvendo, me envolvendo. Eu me senti livre do peso do pecado, da lei que condena e não pode salvar. Eu me senti um cego que via a luz pela primeira vez. Eu não precisava guardar o sábado e ser um adventista fiel para ser salvo!

Uma força maior que eu mesmo me fez ajoelhar e em lágrimas compreendi que não era por obras, mas pela fé.

“Eu creio, Senhor! E eu aceito tua oferta. Aceito Jesus como meu Único e Suficiente Salvador! Me arrependo de toda minha arrogância de querer salvar a mim mesmo. Jesus levou a cruz em meu lugar e com ela o meu pecado e a lei que me condenava. Eu creio Senhor. Eu creio”.

Nunca havia sentindo tanta alegria e leveza em toda minha vida. Nunca havia compreendido o que significava a oração por receber a salvação. Não meras palavras, mas crer realmente, sem nada a temer. Naquela manhã tive outra certeza além daquela que me perseguia quando procurava me justificar pela lei. Sabia que o inferno não era mais o meu lugar. Deus havia me dado a Salvação e vida eterna, pois cri que Ele morreu para me salvar. E sem as obras da lei, mas pela fé, Ele me deu de graça da água da vida (João 4:14; 11:25-25). Foi maravilhoso. Mas minha esposa, naquele dia, não entendeu nada daquela minha alegria transbordante. Eu mostrava para ela e ela repetia: “Eu não entendo!” Orei por ela naquela noite para que Deus a salvasse também.

Cerca de dois dias depois, pela manhã, voltando de uma reunião na faculdade, minha esposa estava sorridente e seu rosto parecia estar brilhando. Ela olhou para mim e me disse: “Veja o que encontrei na Bíblia!” E mostrou-me João 10:27-30.

”As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão. Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de meu Pai. Eu e o Pai somos um”.

Jesus Cristo dá vida eterna, o verbo no presente, não está no futuro condicional. Ele dá. Minha esposa recebeu a salvação. Nos abraçamos e nos alegramos, com tão grande misericórdia do Senhor. Éramos como aqueles esfarrapados que não queriam ir para Deus e só foram porque Deus os obrigou. (Lucas 14:21-23). Tudo foi obra de Deus. Nada deveu-se a nós. Sentíamos sede da Palavra verdadeira. Queríamos aprender. Mas para onde ir? A única certeza que tínhamos era que não mais para a seita dos adventistas, pois a verdade não é uma igreja. É uma pessoa. (João 14:6)

“Do SENHOR vem a Salvação”. Jonas 2:9

O descanso

Você já se perguntou o por quê de que quando Moisés registrou o relato da Criação, Deus o inspirou a escrever que “Houve tarde e manhã...” cada um dos seis dias da criação (Gênesis 1:5, 8, 13, 19, 23, 31) e , no entanto, não há menção de haver tarde ao fim do dia sétimo (Gênesis 2:2 e 3)?

A palavra sabath tem o sentido de cessação. Quando Deus terminou sua criação Ele “cessou”, nada mais foi criado. Ele encerrou sua criação. Descansou da Sua Obra que havia feito. Esse é o sentido.

Existe uma tradição rabínica que o fim do dia da cessação de Deus, a tarde que faltou ser mencionada para o dia sétimo, nos mostra que o descanso de Deus continua para sempre. Esse descanso de Deus foi concluído na criação, ao terminar (cessar) Ele a Sua obra, Ele providenciou, antes da fundação do mundo (João 17:24; Efésios 1:4; I Pedro 1:20, Apocalipse 13:8) um descanso perpétuo, eterno (Hebreus 4:9). Não houve, nunca jamais, qualquer possibilidade de Cristo falhar em realizar a Sua Obra de Redenção.

E durante todo o capítulo 4 da Epístola de Hebreus, o apóstolo Paulo traça um paralelo com o descanso da criação para que possamos atentar espiritualmente para a verdade grandiosa e maravilhosa de que Deus está disponível a todo aquele que crer, em qualquer lugar, em qualquer época, através de Cristo. A porta da graça ainda está aberta. Ela não se fechou como nos faziam crer os ensinos da Sra White. Havíamos aprendido que só os adventistas fiéis seriam salvos. E pasmem os incautos, eles não existem, nunca existiram! Mesmo a Sra White profetizou até a sua morte, cada ano, uma data para a volta de Cristo (Deuteronômio 18:22, Eclesiastes 7:26). Ela foi uma mentirosa até a sua morte (Apocalipse 21:8, 27).

No paralelo demonstrado no relato de que os Hebreus que acamparam em Cades Barnéia (Números 13 e 14; Hebreus 3 e 4) falharam no acesso à Canaã por causa da sua incredulidade é que nós aprendemos com as lições que aconteceram com Israel a não sermos incrédulos. Esse descanso não tem nenhuma referência com o sábado semanal adventista e não existe nenhuma uma obrigatoriedade de guardá-lo a fim de ganharmos o céu. Mas Deus nos mostrou que qualquer um que creia pode ter este descanso.

Deus terminou sua criação e providenciou o livramento, um descanso eterno para nós. E tudo o que devíamos fazer era crer (João 3:16-18 e 36; 10:27-29; 11:25-26; Efésios 2:8-9; Atos 2:37-39; Romanos 3:21-24; 5:8 e 9; 7:6; 8:1; 10:9-11).

Conclusão

Meu/Minha caro(a) desconhecido(a), se você for adventista recomendo ler todo a epístola de Romanos 1...2...3...4...n vezes, e também a epístola de Gálatas 1...2...3...4...n vezes em contrição, humildemente, atentando para as palavras do Senhor (Hebreus 3:7-11). Nós nos arrependemos de termos tentado salvar-nos por nosso próprios méritos e obras. Aceitamos a Jesus como Único e Suficiente Salvador e Senhor.

Há um hino que aprendemos depois de nossa conversão e gostamos muito de cantar. Ele diz assim em uma de suas estrofes e em seu coro:

Obras não me salvam!
Meus esforços sem cessar
Não me podem transformar,
Nem meu males expiar;
Obras não me salvam!
Foi Jesus que padeceu,
Sobre a cruz por mim morreu;
Por seu sangue que verteu
Pôde assim salvar-me! (Coro)
[Hino 186, Cantor Cristão]

Hoje, eu e minha esposa, damos glória a Deus por Ele nos ter dado acesso ao descanso eterno que há na Sua salvação e em consequência em prazeirosa comunhão. Hoje O servimos em santo temor e amor, mas em fé e confiança, apresentando nossas vidas e sendo transformados pela renovação do entendimento (Rm-12.1). E não mais tememos, mas confiamos (Rm-8.1). E nada disso foi obra nossa. DEUS nos chamou e aproximou d’Ele, toda obra é d’Ele (Sl-65.4;Jô-6.44e 45;Jr-31.3;Os-11.4).

Este é o evangelho da salvação, da completa obra redentora, sem adição das tradições humanas, límpido, translúcido, verdadeiro e eterno. DEUS salva os pecadores, DEUS os chama, pois os escolheu desde a fundação do mundo, os elegeu para crerem (Rm-9.11;11.5a7;11.28a36;1ªTs-1.4;2ªPe-1.10).

Cristo realizou na cruz do calvário o pagamento cobrado pela justiça de Deus, derramando Seu sangue, para remissão dos pecados entregando Sua vida em favor dos que crêem,algo que nunca jamais será repetido e pode salvar completamente aos que se achegam a Ele, pela fé, não pela obras (Ef-2.8e9,Jô-1.12e13).

E há um dia para a entrega total, plena, completa, pelo atuar do Espírito Santo,oferecen-do um coração arrependido, que crê em Cristo como único e suficiente Salvador, e Senhor? Sim. O dia é hoje!

“Determina outra vez um certo dia, HOJE, dizendo por Davi, muito tempo depois, como está dito: HOJE, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais os vossos corações”. Hb 4.7

Há muito ainda o que podemos lhe dizer. Mas gostaríamos de que essas poucas linhas possam despertar em você o desejo de livrar-se de um jugo insuportável e da mentira disfarçada de verdade, despindo-se de toda arrogância e reconhecendo que não consegue ouvir a voz de Cristo (Jo-10.26 e 27). Mas ainda há oportunidade para você.

O nosso desejo e oração é que esta carta chegue até você e Deus abra os teus olhos e entendimento, dando-te discernimento espiritual, para receber dele o descanso eterno que há em Cristo Jesus, Salvador e Senhor (At-16.29a31).

Reconhecendo-se incapaz, arrependendo-se de seus pecados e arrogâncias e entregando sua vida a Jesus Cristo, terás o verdadeiro descanso de Deus, a saber, a salvação.

“Portanto, resta ainda um repouso para o povo de Deus”. Hb 4.9 


Com amor cristão, Miguel Ângelo e Eunice Maciel, ex-adventistas, salvos pela Graça de Deus que há em Cristo Jesus, o Senhor.- E-mail: michael_angelo7ArrobaYahoo.com

Bibliografia Consultada e Recomendada

Bíblia Sagrada, Edição Corrigida e revisada, Fiel ao texto Original. Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil.
HENRICHSEN, A. Walter., Depois do Sacrifício – Estudo Prático da Carta ao Hebreus. Editora Vida. 1985.
KITTLE, Edward. O Livro de Hebreus. Editora Presidente Prudente. Sp. 2002.
SPURGEON, Charles H. Livre Arbítrio, Um Escravo. PES. 2002.
BAALEN, Jan Karen Van. O Caos das Seitas. Imprensa Batista Regular. SP. 1989.
MALGO, Win. Sete Características de Um Verdadeiro Cristão. Chamada da Meia Noite. Porto Alegre. 1999.
JUSTOS, Amilto. Trinta Razões Por Que Não Guardo o Sábado. LEC. Porto Alegre. 1996.
Site Sola Scriptura. http://solascriptura-tt.org
Site Obreiro Aprovado. http://br.geocities.com/batistacatanduva
Site Espada do Espírito. http://www.espada.eti.br

Seminarista Miguel Ângelo Luiz Maciel-Congregação Batista Regular de Águas Claras - (Afiliada à Igreja Batista Regular da Graça) - Manaus-AM. Deus nos abençoe, à medida que nos esforçamos para melhor obedecê-Lo. Hélio de Menezes Silva
http://solascriptura-tt.org/

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