Como Evangelizar Adventistas?

Amados irmãos,

Graça e Paz!

"Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos." Judas 1:3

Embora considere algumas doutrinas ensinadas pela a IASD como heterodoxas, não concordo com as atitudes de alguns irmãos apologistas que defendem o Evangelho da Graça de Deus, atacando pessoas ao invés de combaterem suas doutrinas errôneas.

Sim, existem certas doutrinas ensinados pela IASD que um verdadeiro seguidor de Jesus Cristo precisa colocar "Na Mira da Verdade" (João 17:17), no entanto isso deve ser feito sem denegrir ou ofender as pessoas que professam a fé Adventista.

Devemos motiva-los a fazerem seu próprio estudo diligente das Escrituras, para que possam sanar suas dúvidas e tirar suas próprias conclusões a respeito da enorme diferença entre o Adventismo e o simples Evangelho da Nova Aliança da Graça de Deus em Cristo Jesus.

Quem foi Jorge?

Em torno do século III D.C., quando Diocleciano era imperador de Roma, havia nos domínios do seu vasto Império um jovem soldado chamado Jorge de Anicii. Filho de pais cristãos, converteu-se a Cristo ainda na infância, quando passou a temer a Deus e a crer em Jesus como seu único e suficiente salvador pessoal.

Nascido na antiga Capadócia, região que atualmente pertence à Turquia, Jorge mudou-se para a Palestina com sua mãe, após a morte de seu pai. Tendo ingressado para o serviço militar, distinguiu-se por sua inteligência, coragem, capacidade organizativa, força física e porte nobre. Foi promovido a capitão do exército romano devido a sua dedicação e habilidade.

Tantas qualidades chamaram a atenção do próprio Imperador, que decidiu lhe conferir o título de Conde. Com a idade de 23 anos passou a residir na corte imperial em Roma, exercendo altas funções. Nessa mesma época, o Imperador Diocleciano traçou planos para exterminar os cristãos.

No dia marcado para o senado confirmar o decreto imperial, Jorge levantou-se no meio da reunião declarando-se espantado com aquela decisão, e afirmou que os os ídolos adorados nos templos pagãos eram falsos deuses. Todos ficaram atônitos ao ouvirem estas palavras de um membro da suprema corte romana, defendendo com grande coragem sua fé em Jesus Cristo como Senhor e salvador dos homens.

Indagado por um cônsul sobre a origem desta ousadia, Jorge prontamente respondeu-lhe que era por causa da VERDADE. O tal cônsul, não satisfeito, quis saber: “O QUE É A VERDADE?”. Jorge respondeu:

“A verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e nEle confiado me pus no meio de vós para dar testemunho da Verdade.” 

Como Jorge mantinha-se fiel a Jesus, o Imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o Imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar os ídolos. Porém, este santo homem de DEUS jamais abriu mão de suas convicções e de seu amor ao SENHOR Jesus. Todas as vezes em que foi interrogado, sempre declarou-se servo do DEUS Vivo, mantendo seu firme posicionamento de somente a Ele temer e adorar.

Em seu coração, Jorge de Capadócia discernia claramente o própósito de tudo o que lhe ocorria:

"… Vos hão de prender e perseguir, entregando-vos às sinagogas e aos cárceres, e conduzindo-vos à presença de reis e governadores, por causa do meu nome. Isso vos acontecerá para que deis testemunho”. (Lucas 21.12:13 – Grifo nosso).

A fé deste servo de DEUS era tamanha que muitas pessoas passaram a crer em Jesus e confessa-lo como SENHOR por intermédio da pregação do jovem soldado romano. Durante seu martírio, Jorge mostrou-se tão confiante em Cristo Jesus e na obra redentora da cruz, que a própria Imperatriz alcançou a Graça da salvação eterna, ao entregar sua vida ao SENHOR. Seu testemunho de fidelidade e amor a DEUS arrebatou uma geração de incrédulos e idólatras romanos.

Por fim, Diocleciano mandou degolar o jovem e fiel discípulo de Jesus, em 23 de abril de 303. Logo a devoção a “São” Jorge tornou-se popular. Celebrações e petições a imagens que o representavam se espalharam pelo Oriente e, depois das Cruzadas, tiveram grande entrada no Ocidente. Além disso, muitas lendas foram se somando a sua história, inclusive aquela que diz que ele enfrentou e amansou um dragão que atormentava uma cidade…

Em 494, a idolatria era tamanha que a Igreja Católica o canonizou, estabelecendo cultos e rituais a serem prestados em homenagem a sua memória. Assim, confirmou-se a adoração a Jorge, até hoje largamente difundida, inclusive em grandes centros urbanos, como a cidade do Rio de Janeiro, onde desde 2002 faz-se feriado municipal na data comemorativa de sua morte.

Jorge é cultuado através de imagens produzidas em esculturas, medalhas e cartazes, onde se vê um homem vestindo uma capa vermelha, montado sobre um cavalo branco, atacando um dragão com uma lança. E ironicamente, o que motivou o martírio deste homem foi justamente sua batalha contra a adoração a ídolos…

Apesar dos engano e da cegueira espiritual das gerações seguintes, o fato é que Jorge de Capadócia obteve um testemunho reto e santo, que causou impacto e ganhou muitas almas para o SENHOR. Por amor ao Evangelho, ele não se preocupou em preservar a sua própria vida; em seu íntimo, guardava a Palavra:

 "…Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte” (Filipenses 1.20).

Deste modo, cumpriu integralmente o propósito eterno para o qual havia nascido: manifestou o caráter do SENHOR e atraiu homens e mulheres para Cristo, estendendo a salvação a muitos perdidos.

Se você é devoto deste celebrado mártir da fé cristã, faça como ele e atribua toda honra, glória e louvor exclusivamente a Jesus Cristo, por quem Jorge de Capadócia viveu e morreu. Para além das lendas que envolvem seu nome, o grande dragão combatido por ele foi a idolatria que infelizmente hoje impera em torno de seu nome.

Por Bispo Hermes C. Fernandes
Publicado em Cristianismo Subversivo

Será que Moisés Realmente foi Ressuscitado?


Qual a verdadeira condição de Moisés no momento da transfiguração com Jesus, no monte? De acordo com a posição oficial da Igreja Adventista a passagem de Mt 17 / Mc 9 /Lc 9 não prova a imortalidade da alma, conforme a visão evangélica.

"E transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz. E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele." Mateus 17:2-3

Concordamos com metade da explicação oferecida por Adventistas, visto que, de acordo com 2 Rs 2.11, Elias não morreu, mas foi elevado aos céus por um redemoinho (e não por um carro de fogo, como muitos imaginam).

No entanto, apologistas Adventistas se complicam ao explicar a condição do falecido Moisés no evento da transfiguração. Para uniformizar o evento com a doutrina adventista conhecida como “sono da alma”, recorrem ao texto de Jd 1.9, a fim de embasar seu raciocínio de que Moisés teria sido ressuscitado por Jesus (na passagem, personificado por Miguel) e, por esse motivo, esteve presente no evento da transfiguração.

“Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda.” Judas 1:9

Ao invés de abordar os falsos pressupostos adventistas de que o Arcanjo Miguel é Jesus, e de que Moisés teria ressuscitado primeiro que Cristo, escolhemos focar nossa atenção na declaração de Judas, na qual o texto diz claramente que Miguel “disputava a respeito do corpo (cadáver) de Moisés”. O que isso quis dizer? Será que está de acordo com o pensamento adventista de que há uma declaração implícita sobre a ressurreição de Moisés?

Nossa análise partirá dos princípios hermenêuticos em que devemos considerar as palavras em seu sentido usual, além de considerá-lo dentro de seu contexto.

É comum usarmos o termo corpo para referirmos ao que resta da pessoa após a morte. Já que não possui mais a personalidade própria de quem está vivo, aquele que faleceu não pode mais ser chamado de pessoa. É apenas um corpo. Assim, considerando o sentido usual da palavra corpo, podemos dizer que somos autorizados a entender que Judas referiu-se ao corpo morto de Moisés.

Já o contexto a ser tomado é o de que Judas adverte a Igreja contra os falsos mestres que causam dissensões. O verso 8 diz que as pessoas já contaminadas não se submetiam às lideranças da Igreja. E é nesse contexto que o verso 9 declara que até no mundo espiritual existe subordinação. E foi por esta razão que Miguel, mesmo sendo um arcanjo divino, resumiu-se a repreender Satanás em nome do Senhor, em vez de ficar proferindo impropérios e maldições contra ele.

Concluímos que o contexto não admite a declaração de que Moisés foi ressuscitado (até por que não é esse o objetivo da carta de Judas). Entretanto, pelo sentido usual da palavra corpo, é possível admitir que o corpo de Moisés era um corpo morto. Afinal, é assim que a humanidade usualmente se refere àqueles que já faleceram.

Recorremos então à busca de clareza em outras passagens que tratem do mesmo assunto e, sobre Moisés, temos declarado que este morreu e Deus o sepultou em local desconhecido pelo homem (Dt 34.6). E esta é a última declaração inequívoca a respeito do estado de Moisés nas Escrituras: está morto e sepultado.

Façamos um último apelo àquilo que os historiadores chamam de crítica externa das fontes literárias. Com ela, os historiadores buscam outros documentos que corroborem a visão apresentada pelos documentos principais. Neste caso, procuraremos realizar a critica da fonte utilizada por Judas ao escrever o verso 9.

Os estudiosos do assunto dizem que Judas lançou mão de diversos escritos que lhe eram contemporâneos. Neste verso, em especial, conjectura-se que Judas o tenha extraído dos escritos conhecidos como A Assunção de Moisés. Para quem lê o título, imagina que Moisés verdadeiramente ascendeu aos céus em seu próprio corpo após sua morte. Será que é assim, mesmo?

Infelizmente, o que sobrou dos tais escritos não é conclusivo a respeito do verdadeiro estado de Moisés após seu enterro. O manuscrito possui trechos ilegíveis e, até mesmo, destruídos. Contudo, como sabemos que a Bíblia é totalmente inspirada, podemos crer que tal informação é verídica, mesmo que tenha origem em um escrito não-canonizado. Mas... como fica Moisés? Está vivo ou morto, no momento da disputa entre Miguel e Satanás?

Bem... em última instância, vejamos o que diz R.H.Charles, em seu livro “The Assumption of Moses”:

Agora, a julgar pelos fragmentos gregos sobreviventes, que daremos na íntegra hoje, a ordem da ação em Assunção original era provavelmente como segue:

I. Miguel é comissionado para enterrar Moisés
II. Satanás se opõe a seu enterro, por dois motivos

(A) Em primeiro lugar, Satanás afirma ser o senhor da matéria (daí o corpo por direito deve ser entregue a ele). Para esta afirmação Miguel responde: "O Senhor te repreenda, pois foi o Espírito de Deus que criou o mundo e toda a humanidade." (Daí não Satanás, mas Deus era o Senhor da matéria).

(B) Em segundo lugar, Satanás traz a acusação de assassinato contra Moisés. (A resposta a esta acusação é requerida)

III. Ao refutar as acusações de Satanás, Miguel então procede a acusação de Satanás como tendo inspirado a serpente para tentar Adão e Eva.

IV. Finalmente, depois de toda a oposição ter sido superada, a Assunção tem lugar na presença de Josué e Calebe, e de uma maneira muito peculiar. Uma apresentação dupla de Moisés aparece: uma é Moisés "vivo em espírito", que é levada para o céu, o outro é o corpo de Moisés, que está enterrado nos recessos das montanhas.

Este esboço é fundada, como temos observado, em cotações e referências que ocorrem em São Judas e escritores subseqüentes. (CHARLES, R.H. The Assumption of Moses, pg 105)

Do que se conclui, as evidências hermenêuticas e críticas apontam para a interpretação evangélica, como a que melhor se harmoniza com os demais escritos da Bíblia. A saber: que Moisés estava morto quando Miguel disputou o corpo dele e assim permanecerá até o dia da primeira ressurreição dos justos.

Abraços a todos,

Diego Romualdo
tenenteromualdo@gmail.com

Breve Introdução ao Adventismo do Sétimo Dia

Será que a Igreja Adventista do Sétimo Dia é como muita gente pensa, uma denominação igual às outras, tendo como única diferença a guarda do Sábado?

Muitos cristãos, na melhor das hipóteses, vagamente estão conscientes de que o Adventismo é de alguma forma, diferente.

Este site desafia o leitor a perguntar e responder para si mesmo duas questões centrais: As diferenças são reais? E se assim for, são importantes?

Nosso compromisso é alertar o povo de Deus sobre esse movimento que afirma e promove muitos e graves erros como a inspiração dos escritos de Ellen G. White (comprometendo o Sola Scriptura), a doutrina do Juízo Investigativo (comprometendo a Justificação pela Fé), e a doutrina de que aqueles que não guardam o Sábado (para a IASD o Selo de Deus), serão marcados pelo anticristo por adorarem a Deus no Domingo (para a IASD a Marca da Besta). Desviando sutilmente assim nosso olhar de Cristo e sua obra na cruz, para a guarda da Lei (Antigo Pacto) e nossas próprias obras (comprometendo a Graça).

Apresentaremos muitas evidências bíblicas de que a Igreja Adventista do Sétimo Dia vem anunciando, desde sua origem conturbada, um "outro evangelho", muito semelhante ao registrado na epístola aos Gálatas.

"Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho; Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema." Gálatas 1:6,9 

Ao expormos seus erros doutrinários temos grande esperança de que o Espírito de Cristo liberte da escravidão espiritual incontáveis Adventistas que precisam ouvir o Evangelho proclamado como Deus planejou. Vem Senhor Jesus!

A VERDADE SOBRE O ADVENTISMO

Muitas pessoas tem dificuldades em compreender os Adventistas do Sétimo Dia. Isso ocorre porque a partir da década de 1950 eles começaram a buscar a aceitação das igrejas evangélicas, Cristãos nascidos de novo. Começaram um diálogo com Walter Martin (apologista cristão que fundou o Christian Research Institute, no Brasil ICP) por insistência de Donald Grey Barnhouse.

O que se seguiu foi uma espetacular operação de relações públicas, iniciando um encobrimento das verdadeiras doutrinas do Adventismo. Adventistas querem desesperadamente ser aceitos como evangélicos para que possam fazer seu proselitismo (converter Cristãos). Esse blog ajudará você a conhecer muitas coisas que andam escondendo de você.

História Adventista


O mundo estava para acabar em 1844 com a Segunda Vinda de Cristo, prevista por William Miller, um pregador itinerante da igreja Batista da Nova Inglaterra. Seguidores de Miller condenaram todas as igrejas da época como apóstatas e "Babilônia", advertindo os cristãos a saírem delas. Um grande número de pessoas aderiram ao movimento do "advento", o qual cresceu rapidamente. (Melton, J. Gordon, Encyclopedia of American Religions, Vol. 2, pp. 21–22).

Entrando no Descanso de Deus: Um Estudo de Hebreus 3 e 4

Um estudo sobre o "Descanso de Deus na Criação" (Gn 2:2-3). Você ficará maravilhado ao descobrir que o sábado semanal [1] que Deus deu aos filhos de Israel (Ex 20:8) era na verdade uma representação de toda a mensagem evangélica (Lv 23, Cl 2:16-17). A mensagem bíblica da salvação pela graça, não por obras (Ef 2:8), "pois todo aquele que entra no descanso de Deus, também descansa das suas obras, como Deus descansou das suas." Hebreus 4:10.

Três fatos cruciais para entender a existência dos fósseis

Por Institute for Creation Research  - ICR

1º: Fósseis mostram rápido e catastrófico soterramento

Superfícies inclinadas abaixo e seqüência de espessas camadas de extrato acima fornecem evidência de rápida inundação e erosão pós-inundação. Os fósseis fornecem evidência universal de rápido soterramento e até mesmo de morte agonizante.  

Rápido soterramento é imprescindível para sepultar organismos como o primeiro passo no processo de fossilização. Os abundantes fósseis de invertebrados marinhos encontrados por todos os extratos de terra demonstram uma extraordinária condição de soterramento.

Polistratos de troncos fósseis (troncos de árvores em posição vertical atravessando várias camadas sedimentares) são comuns em camadas fósseis e é clara evidência de rápido soterramento.

Fósseis de vertebrados mostram rigidez cadavérica e sua posição é indicativa de sufocamento – asfixia repentina do animal.

2º: Fósseis são encontrados em todas as camadas 

A Terra é coberta de camadas de rocha sedimentar, muitas contendo fósseis microscópicos tais como plâncton, pólen e esporos.

A totalidade de registros fósseis consiste principalmente de invertebrados marinhos (animais sem espinha dorsal), incluindo moluscos, águas-vivas e corais. O que é surpreendente é que este oceano de criaturas são encontrados principalmente nos continentes e raramente em profundas bacias oceânicas.  Mais conchas são encontradas em picos de montanhas do que sobre o leito do oceano.

Das camadas mais profundas até as camadas mais altas a maior parte dos fósseis são de criaturas marinhas. Os níveis superiores apresentam um crescente número de vertebrados, tais como peixes e anfíbios, répteis e mamíferos, mas os fósseis encontrados nas camadas mais profundas são igualmente tão complexas como qualquer animal de hoje.

Todos os tipos de fósseis aparecem repentinamente, plenamente formados e plenamente funcionais, sem ancestrais menos complexos nas camadas abaixo deles.

O registro fóssil é forte evidência de súbito surgimento de vida pela criação, seguido de rápido soterramento durante uma enchente global.

3º: Fósseis mostram formas estáticas e não formas transicionais

O registro fóssil reflete a diversidade de vida original, não uma evolução de aumento de complexidade. Há muitos exemplos de “fósseis vivos”, onde as espécies que estão vivas hoje são encontradas igualmente em registros fósseis.

De acordo com o modelo evolucionista para explicar a existência de registros fósseis, existem três prognósticos:


  1. Mudança em larga escala de organismos através do tempo
  2. Organismos primitivos deram origem a organismos complexos
  3. Derivação gradual de novos organismos produziram forma transicionais.


Porém, estes prognósticos não são confirmados pelos dados do registro fóssil.

O trilobite, uma espécie de crustáceo, por exemplo, aparece repentinamente no registro fóssil sem qualquer forma transicional. Não há fósseis entre organismos simples como seres unicelulares, tais como bactérias e complexos invertebrados, como o trilobite.

Os extintos trilobites tinham uma complexidade organizacional como qualquer invertebrado dos dias atuais. Em adição aos trilobites, bilhões de outros fósseis encontrados subitamente apareceram plenamente formados, como mariscos, caracóis, esponjas e medusas. Mais de 300 tipos diferentes de estruturas foram encontradas sem qualquer fóssil transicional entre eles e organismos unicelulares.

Peixes não tem ancestrais ou formas transicionais para mostrar como invertebrados, com esqueleto exterior tornaram-se vertebrados com esqueleto interior.

Fósseis de uma grande variedade de insetos voadores e terrestres aparecem sem qualquer forma transicional. Por exemplo, a libélula, aparece repentinamente no registro fóssil. O altamente complexo sistema que capacita as habilidades aerodinâmicas da libélula não apresenta nenhum ancestral no registro fóssil.

Em todo o registro fóssil, não há uma simples forma transicional inequívoca provando uma casual relação entre duas espécies quaisquer. Dos bilhões de fósseis que se tem descoberto, deveria haver milhões de claros exemplos, se eles existissem.

A falta de transições entre espécies no registro fóssil é o que seria esperado se a vida foi criada.


Traduzido por Edimilson de Deus Teixeira
Fonte: Institute for Creation Research - ICR
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