Verdades e Regras do Falar em Línguas no Culto


Quem fala em línguas não entende o que fala e não é entendido, a menos que haja interpretação (1 Co 14. 2,5)

Quem fala em línguas fala a Deus. (1 Co 14. 2)

Falar em línguas é bom, mas muito melhor é profetizar. (1 Co 14. 3)

Quem fala em línguas edifica-se a si mesmo, e não a igreja. (1 Co 14. 4)

Profecia é superior ao falar em línguas (1 Co 14.5)

Falar em línguas sem interpretação não edifica a igreja (1 Co 14.5)

Falar em línguas com interpretação edifica a igreja, logo, o falar em línguas para o culto coletivo deve ser seguido de interpretação (1 Co 14.5)

Falar em línguas no culto (sem interpretação) é sem proveito, logo, o falar em línguas sem interpretação é reservado para os momentos devocionais particulares. (1 Co 14. 6)

Falar em línguas no culto (sem interpretação) é como falar ao ar. (1 Co 14. 9)

Ao falar em línguas no culto, quem fala é estranho (bárbaro) para quem ouve e o que escuta é estranho (bárbaro) para quem fala. (1 Co 14. 11)

O falar em línguas não edifica a igreja no culto, o individual é valorizado em detrimento do coletivo (1 Co 14.12)

Quem fala em línguas deve orar para que as possa interpretar. (1 Co 14. 13)

Orar e cantar em línguas são bons para o espírito, mas sem proveito para o entendimento. (1 Co 14. 14-15)

Não posso dizer amém (que assim seja) para quem fala em línguas, pois não sei o que ele está falando, portanto, como posso concordar? (1 Co 14. 16)

Falar em línguas sem interpretação no culto não edifica seu próximo. (1 Co 14. 17)

Paulo preferia falar cinco (5) palavras em sua própria inteligência para instruir (edificar) os irmãos a falar dez (10) mil palavras em língua desconhecida, portanto, se imitarmos a Paulo, assim como ele imitou a Cristo, é mais proveitoso falar “em português” no culto do que em línguas, caso não haja interpretação. (1 Co 14.19)

Quem fala em línguas no culto sem interpretação é menino no entendimento (1 Co 14.20)

Se toda a igreja, congregada em um lugar, falar em línguas (simultaneamente), os não cristãos acharão que os cristãos estão loucos. (1 Co 14. 23)

A língua no culto deve ser sempre acompanhada de interpretação para que haja edificação do corpo. (1 Co 14. 26)

Falar em línguas no culto pode ser feito por duas ou no máximo três pessoas, e um de cada vez, ou seja, não é para falarem ao mesmo tempo, e deve haver intérprete. (1 Co 14. 27)

Se não houver intérprete na igreja, ou o que fala línguas deve ficar calado ou falando consigo mesmo. (1 Co 14. 28)

Falar em línguas consigo mesmo não é gritar ou urrar, pois tal não está falando consigo mesmo, mas atrapalhando o culto de terceiros (1 Co 14.28)

E por quê? Porque Deus não é Deus de confusão e quer que tudo seja feito com decência e ordem. (1 Co 14. 33 e 40)

Os passos acima são mandamentos da parte do Senhor, não são opiniões particulares ou posições doutrinárias de determinadas igrejas, ministérios ou teólogos, mas ordenanças do Senhor. (1 Co 14. 37)

Se alguém se considera espiritual, que reconheça tal ensino, portanto, quem não reconhece tal ensino é espiritualmente imaturo. (1 Co 14. 37)

Quero apenas acrescentar aqui que não há embasamento bíblico para “pulos, saltos, rodopios, correrias, corpos encurvados etc.” antes, durante e/ou depois do falar em línguas, pois tal prática não é bíblica, mas criação e invencionice humana (1 Co 14.32)

Em caso de não aceitação do ensino bíblico acima, principalmente por parte dos “supostos pentecostais”, quero deixar claro que a Bíblia está acima de qualquer posição eclesiástica e/ou humana. Peço também que leiam as notas de comentários da Bíblia de Estudo Pentecostal dos versículos em questão, pois a mesma afirma as verdades descritas acima, ou seja, ser pentecostal não é ser baderneiro ou apresentar a Deus um culto sem ordem e decência.

Ao Amoroso Soberano Deus

Wellington Mariano

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